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MP apura se governo teve culpa em tragédia no Rio

MP apura se governo teve culpa em tragédia no Rio
11/04/2010 11:47 -


     

No primeiro sábado após o deslizamento no Morro do Bumba, em Niterói, algumas famílias que ainda estavam na favela começaram a deixar as casas. A maioria procurou abrigo na casa de parentes, mas muitos não sabem para onde ir. Ontem, três corpos foram encontrados no Morro dos Prazeres, no Rio, e sete em Niterói. No Bumba, o número de mortos chegou a 31. Os bombeiros ainda estimam que 150 pessoas estejam soterradas.

 

Durante a madrugada, os bombeiros encontraram, no Morro do Bumba, os corpos de Caíque Carvalho de Jesus, de 6 anos, e da avó dele, Nádia Regina Monteiro de Carvalho, de 49. Ele era filho da auxiliar de cozinha Sabrina Carvalho, de 26 anos, que perdeu os pais, o avô e uma irmã no deslizamento. Sabrina conseguiu salvar apenas o filho Caíque, de 7 meses.

 

De acordo com o coordenador da Defensoria Pública do Estado do Rio, Petrúcio Malafaia, todos os casos serão analisados e as vítimas serão indenizadas. "Não temos a intenção de buscar culpados, mas vamos analisar como as famílias podem ser ressarcidas."

 

Já o Ministério Público Estadual anunciou que vai investigar a responsabilidade do poder público pela tragédia do Morro do Bumba. O promotor Luciano Mattos, da Tutela Coletiva, Urbanismo e Meio Ambiente, quer saber por que a prefeitura não tomou nenhuma atitude, mesmo estando de posse de estudos da Universidade Federal Fluminense (UFF) que indicavam risco de desabamento nesse e em outros locais da cidade. Segundo Malafaia, também será aberto inquérito para apurar as devidas responsabilidades.

 

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Felpuda


Depois de se “leiloar” durante meses, e afirmando que estava até escolhendo o município para se candidatar a prefeito, ex-cabeça coroada não só não recebeu acenos amistosos, como também não encontrou portas abertas com tapete vermelho a esperá-lo. 

Assim, deverá pendurar as chuteiras e fazer como cardume em seu pesqueiro: nada, nada...