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Mulheres de candidatos saem às ruas em busca de votos

Mulheres de candidatos saem às ruas em busca de votos
15/07/2010 07:29 -


lidiane kober

Mulheres dos candidatos à sucessão do Governo de Mato Grosso do Sul fizeram ontem corpo a corpo em bairros de Campo Grande. Das 14h às 17h, a primeira-dama do Estado, Beth Puccinelli, visitou estabelecimentos comerciais do Bairro Zé Pereira. A princípio, o governador André Puccinelli (PMDB) participaria da atividade, mas, de última hora, decidiu cancelar a agenda. Do outro lado da cidade, a professora Gilda dos Santos pediu votos dos moradores do Jardim Aero Rancho. Enquanto isso, seu marido, José Orcírio dos Santos (PT), passou o dia em São Paulo atrás de recursos para viabilizar sua campanha.
No Zé Pereira, Beth percorreu a Rua Sagarana, onde parou de comércio em comércio para pedir votos em favor da reeleição de Puccinelli. “Estou aqui para falar das três mil obras que o André fez em sua gestão, porque os outros vão dizer que ele não fez nada”, disse, enquanto entregava panfleto destacando as ações do governador.
Questionada sobre a ausência do marido, ela explicou que, de última hora, surgiu um compromisso inadiável na governadoria. Beth relatou ainda que já caminhou pelo centro de Campo Grande e nos bairros Nova Lima, Bálsamo e Canguru. Hoje, a primeira-dama deverá estar no Bairro Tijuca.
No Jardim Aero Rancho, Gilda caminhou em busca de apoio à candidatura de seu marido. Ela visitou comerciantes e moradores da Rua Ezequiel Ferreira Lima. Orcírio só desembarcou em Campo Grande às 22h. Hoje, ele vai, ao lado de sua mulher, ao Aero Rancho para apresentar suas propostas aos moradores.
Já o candidato do PSOL, Ney Braga, passou o período da manhã conversando com comerciantes e lideranças do bairro Nova Lima. À tarde, ele caminhou pelo bairro Jardim das Perdizes.

Felpuda


Como era de se esperar, as pesquisas mexeram nos ânimos de candidatos, principalmente daqueles que apareceram com índices pífios.

E assim, muitos deles certamente darão novo rumo às suas campanhas eleitorais.

A maioria, é claro, tenta mostrar otimismo, e o que mais se ouve por aí é que “agora o momento será de virada”.

Como disse atento e irônico observador: “Tem gente por aí que poderá virar, sim. Mas virar gozação!”. Ui...