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CAMPO GRANDE

No primeiro semestre deste ano, quase 3 mil foram flagrados sem habilitação

No primeiro semestre deste ano, quase 3 mil foram flagrados sem habilitação
20/07/2012 18:40 - DA REDAÇÃO


O balanço divulgado pela Companhia Independente de Policiamento de Trânsito (Ciptran) referente ao período de janeiro a junho de 2012, aponta que de aproximadamente 14 mil notificações registradas este ano, 2.698 são por conduzir sem Carteira Nacional de Habilitação, tornando –se a infração mais cometida no primeiro semestre de 2012. Devido a esses dados a Companhia vem reforçando ainda mais a fiscalização.

 “O condutor não habilitado é um dos nossos principais focos nas fiscalizações. O aumento do número de condutores inabilitados se deve à facilidade de adquirir o veículo. A pessoa adquire o meio de locomoção e depois tira a carteira de habilitação, o que é muito perigoso, pois esse cidadão não tem conhecimento suficiente para transitar nas ruas da Capital e, desta forma, acaba colocando em risco a sua vida e a do próximo. Devido a esses dados a Ciptran continuará realizando constantes fiscalizações de forma rigorosa pela Capital”, comenta o subcomandante da Ciptran major Itamara Nogueira.

O balanço mostra também que foram removidos 3.294 veículos, sendo que 2.254 foram motos. Deste total, 1.640 devido estar com o licenciamento vencido.

O levantamento também aponta que de janeiro a junho de 2012 a Companhia registrou 5.831 acidentes, sendo 1.137 sem vítimas e 1.723 foram atendidos pelo juizado de trânsito. Desse total 2.969 com vitimas e 21  com mortes, sendo dez motociclistas e cinco pedestres. 

A Ciptran divulgou, também, o número de vitimas do trânsito que são encaminhados ao hospital e não resistem. A pesquisa mostrou que nos seis primeiros meses do ano 27 pessoas faleceram após dar entrada no atendimento médico por causa de acidente no trânsito. Entre estes, estão motociclistas e seis pedestres.

Felpuda


Alguns pré-candidatos que estão de olho em uma cadeira de vereador vêm apostando apenas nas redes sociais, esperançosos na conquistados votos suficientes para se elegerem. A maioria pede apoio financeiro para continuar mantendo suas respectivas páginas, frisando que não aceita dinheiro público ou de político, fazendo com que alguns se lembrem daquela famosa marchinha de carnaval: “Ei, você aí, me dá um dinheiro aí, me dá um dinheiro aí...”. Como diria vovó: “Essa gente perdeu o rumo e o prumo”.