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Odilon adia projeto político para 2014

Odilon adia projeto político para 2014
24/03/2010 09:58 -


Depois de fracassar a negociação do juiz federal Odilon de Oliveira com o PSDB para concorrer ao Governo do Estado ou ao Senado, o magistrado adiou seu projeto de ingressar na política para as eleições de 2014. Ontem, ele apontou sua segurança pessoal como principal motivo para não disputar o pleito. O magistrado evitou falar do veto da senadora Marisa Serrano (PSDB) à sua candidatura. Ele preferiu destacar a questão de segurança ao justificar a desistência de iniciar sua carreira política este ano. O PSDB fechou as portas para Odilon se tornar a terceira via na sucessão estadual. Os tucanos preferiram apostar numa aliança com o PMDB a concorrer ao governo e, assim, não atrapalhar o projeto político-eleitoral do governador André Puccinelli. Apesar de ter direito à proteção da Polícia Federal mesmo depois de aposentado, o juiz considerou arriscado participar de campanha eleitoral, especialmente na região de fronteira, onde recebeu diversas ameaças de morte. Há onze anos ele conta com a proteção de agentes federais. “A proteção de agentes, dependendo da situação em que se encontra o protegido, não significa garantia de vida”, comentou o magistrado. Ele explicou que tomou a decisão após avaliar a possibilidade de disputar o pleito com setores da Polícia Federal. Odilon estuda aposentar-se em 2013, para concorrer às eleições em 2014. Ele reafirmou a sua preferência em se dedicar a política à advocacia, depois de se aposentar da magistratura. “Mas a política não pode ser meio de vida. Político não deve ser profissional, mas sacerdote”, ressalvou o magistrado. Odilon informou, ainda, que agendou reunião com o presidente do PSB, Sérgio Assis, para explicar seu posicionamento. Assim como o PSDB, o partido também havia convidado o magistrado a filiar-se para disputar as eleições de outubro.

Felpuda


Mesmo sem ter, até onde se sabe, combinado com o eleitor, candidato a prefeito começou a apresentar nomes do seu ainda hipotético secretariado, pois parece estar convicto de que conseguirá vencer a disputa.

Os adversários dizem por aí que ele está muito distante de “ser um Jair Bolsonaro”, que, ainda na campanha eleitoral para presidente da República, já falava em Paulo Guedes para ser seu ministro de Economia. Como sonhar é permitido