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BRASIL/MUNDO

Operação em favelas do Rio deixa seis mortos

Operação em favelas do Rio deixa seis mortos
03/05/2010 09:05 -


AGÊNCIA ESTADO, RIO

Seis pessoas morreram numa operação da Polícia Civil em duas favelas do Complexo da Maré, na zona norte da cidade, para desarticular quadrilhas de roubos de carro que se escondem no local. Entre os mortos foi identificado o traficante Alessandro Francelino dos Santos, o Pitoco. Ele era acusado de ter assassinado o repórter fotográfico do jornal “O Dia” André Alexandre Azevedo, o André Az, de 34 anos, numa tentativa de assalto em fevereiro do ano passado. A polícia admite que um dos mortos não tinha anotações criminais.

Um dos focos dos policiais era a quadrilha de roubo de carros, que atua na Linha Vermelha, Ilha do Governador e Bonsucesso, na zona norte, chefiada por Pitoco, que morreu ao trocar tiros com a polícia. Pitoco era acusado ainda de ter matado quatro policiais militares e tinha sete mandados de prisão expedidos contra ele.

Houve intenso confronto com os criminosos assim que a polícia chegou à Nova Holanda. Um ônibus chegou a ser atravessado num dos principais acessos à favela para dificultar a movimentação dos policiais. Um caveirão, veículo blindado, chegou a ficar retido, até a retirada do ônibus. A operação teve apoio da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) e de um helicóptero.

Os policiais apreenderam uma prensa utilizada na embalagem de drogas, equipamentos para o conserto de armas, quatro granadas e detiveram vinte pessoas. Os policiais fizeram revistas em moradores, pararam carros suspeitos e estiveram em casas, para tentar cumprir dez mandados de prisão. Um dos procurados, Rogério Rodrigues de Freitas, o Pará, foi preso. Dez carros e 24 motos roubadas foram recuperados.

Felpuda


Depois de se “leiloar” durante meses, e afirmando que estava até escolhendo o município para se candidatar a prefeito, ex-cabeça coroada não só não recebeu acenos amistosos, como também não encontrou portas abertas com tapete vermelho a esperá-lo. 

Assim, deverá pendurar as chuteiras e fazer como cardume em seu pesqueiro: nada, nada...