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DPOC

Pacientes sofrem para conseguir tratamento

Pacientes sofrem para conseguir tratamento
04/01/2014 00:00 - DA REDAÇÃO


O simples ato de respirar passa a ser um grande esforço. Assim se sentem as pessoas com DPOC, sigla para Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica. Cerca de 8 milhões de pessoas sofrem desta doença atualmente no País, conforme estimativa da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT). É também a sexta principal causa de morte no mundo, segundo reportagem na edição de hoje do jornal Correio do Estado.

Mesmo com todo esse quadro grave, a doença parece não merecer a devida atenção do poder público. Em Mato Grosso do Sul, o exame para confirmar o diagnóstico é feito em poucos locais e quem for diagnosticado com DPOC começa um novo sofrimento para conseguir o tratamento. Muitos dos medicamentos ainda não estão disponíveis na rede pública de saúde.

É possível conseguir alguns remédios gratuitamente pela Farmácia Popular, mas a maioria só a preços altos nas farmácias. Segundo o médico pneumologista Ronaldo Perches Queiroz, mestre em Medicina Interna e Terapêutica, o tratamento é essencialmente feito à base de broncodilatadores e anti-inflamatórios. Dentre eles, os principais são o Brometo de Tiotrópio, o Indacaterol e o Roflumilaste. Cada um deles custa entre R$ 150 a R$ 300, em média. A reportagem é de Milena Crestani

Felpuda


Apressadas que só, figurinhas tentaram se “apoderar” do protagonismo de decisão administrativa. Não ficaram sequer vermelhas quando se assanharam todas para dizer que tinham sido responsáveis pela assinatura de documento que, aliás, era uma medida estabelecida desde 2019. Quem viu o agito da dupla não pode deixar de se lembrar daquele pássaro da espécie Molothrus bonarienses, mais conhecido como chupim, mesmo. Afe!