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Pantaneiros denunciam Vivo por venda de aparelho inservível

Pantaneiros denunciam Vivo por venda de aparelho inservível
28/07/2008 23:15 -


     

        Neiba Ota

        Após falhas na prestação de serviços de telefonia da Vivo no Pantanal, no dia 24 de junho deste ano, os irmãos Pedro Tadeu Olarte e Kelle Cristina Olarte, preocupados pela falta de comunicação com os pais ? que moram na Fazenda Bahia do Aguapé, em Nhecolândia ?, procuraram uma loja da empresa em Campo Grande e pediram orientações. "O vendedor disse para eu comprar um aparelho da Vivo residencial que estava sendo utilizado em todas as fazendas no Pantanal, nós compramos por R$ 84,80, não funcionou e eu fui reclamar e me falaram que esse aparelho só serve para área urbana e eu disse, mas avisei que a minha necessidade era no Pantanal", contou o funcionário público Pedro Tadeu Olarte.

De acordo com os dois irmãos, eles tentaram devolver o aparelho, não foi aceita a devolução e o contrato de compra estabelece multa de R$ 360 pela desistência do serviço. "Continuamos sem comunicação com os nossos pais (Nodario Olarte, de 77 anos, e Antonia Renata Mendes Olarte, de 74 anos). Eles não têm nem o radioamador", disse Pedro.

A assessoria de comunicação da Vivo informou que entrou em contato com os irmãos e estaria tomando providências para garantir o serviço na região do Pantanal e, se não fosse possível, o dinheiro da compra seria devolvido. Em relação à permanência do sistema analógico no Pantanal, por determinação da Anatel, está previsto até o 30 de setembro e será substituído pelo digital.

A mudança tem provocado reclamações dos fazendeiros, pois segundo eles não permite a comunicação local e, de acordo com assessoria da Vivo, está em estudos para soluções.

Felpuda


Depois de se “leiloar” durante meses, e afirmando que estava até escolhendo o município para se candidatar a prefeito, ex-cabeça coroada não só não recebeu acenos amistosos, como também não encontrou portas abertas com tapete vermelho a esperá-lo. 

Assim, deverá pendurar as chuteiras e fazer como cardume em seu pesqueiro: nada, nada...