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Para novo ministro do TST, direito do trabalho é essencial ao desenvolvimento econômico

Para novo ministro do TST, direito do trabalho é essencial ao desenvolvimento econômico
04/09/2010 00:30 -


     

 O novo ministro do Tribunal Superior do Trabalho (TST), José Roberto Freire Pimenta, tomou posse ontem disse que o momento atual é promissor, depois de décadas de crise no país. E defendeu o papel da Justiça do Trabalho. "O direito do trabalho é essencial para que o desenvolvimento econômico se faça de uma maneira equilibrada e mais justa, com uma distribuição de renda mais equitativa", disse o ministro.

Nomeado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para a vaga do ministro Vantuil Abdala, que se aposentou, Pimenta é mineiro de São Sebastião do Paraíso e considera que o desenvolvimento pode até prescindir do direito do trabalho, mas a consequência é o aprofundamento das desigualdades nas relações trabalhistas. "O direito do trabalho é justamente o instrumento de equilíbrio e, nesse momento em que o Brasil está superagitado, talvez seja possível dar um salto de qualidade na vida de todo o país. O direito do trabalho tem muito a contribuir no sentido de equilibrar a relação entre capital e trabalho", disse o ministro.

Para o ministro José Roberto Pimenta, o grande desafio é não permitir que sejam criados empregos precários que impliquem na supressão de direitos básicos dos trabalhadores, "mas sim, [estimular] contratos de trabalho plenamente respeitados em que os trabalhadores tenham justa retribuição por seu trabalho".

        José Roberto Freire Pimenta é juiz do Trabalho desde outubro de 1988. Foi graduado em direito pela Faculdade de Direito da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), onde também obteve o título de doutor em direito constitucional.

Felpuda


Depois de se “leiloar” durante meses, e afirmando que estava até escolhendo o município para se candidatar a prefeito, ex-cabeça coroada não só não recebeu acenos amistosos, como também não encontrou portas abertas com tapete vermelho a esperá-lo. 

Assim, deverá pendurar as chuteiras e fazer como cardume em seu pesqueiro: nada, nada...