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BRASIL/MUNDO

Paralisação de policiais pode afetar aeroportos

Paralisação de policiais pode afetar aeroportos
14/04/2010 23:37 -


Cerca de 13 mil servidores da Polícia Federal devem promover hoje paralisação em todo o país para reivindicar reajuste salarial e a aprovação da lei orgânica da instituição, que está em discussão no Congresso Nacional. A ação deve atingir a emissão de passaportes em vários Estados e, principalmente, no embarque e desembarque de passageiros nos maiores aeroportos brasileiros.

Antes de os passageiros passarem pelo detector de metais nos aeroportos, os policiais exigirão que eles apresentem documentos de identificação e o comprovante de que fizeram o check-in. Atualmente, a conferência da documentação é feita por um funcionário da empresa aérea pouco antes do embarque na aeronave. Com essa ação, os aeroportos deverão ter longas filas e diversos voos correm o risco de sofrer atrasos.

Segundo a Fenapef (Federação Nacional dos Policiais Federais), a operação-padrão nos aeroportos é uma forma de os policiais chamarem a atenção do público para suas reivindicações. “Se não fizermos barulho, o governo Lula não olhará para nós”, disse o diretor da federação, Francisco Sabino.
Conforme ele, os aeroportos de São Paulo, Guarulhos, Porto Alegre, Rio de Janeiro e Belo Horizonte deverão receber a operação-padrão. Durante a paralisação, serão suspensos quase todos os serviços, entre eles o de atendimento ao público, emissão de porte de arma, atendimento a estrangeiros e controle de empresas de vigilância. A categoria manterá apenas os plantões e custódia de presos.

No caso da emissão de passaportes, os policiais de cada Estado têm autonomia para decidir como atuar, conforme a federação. Quem precisar tirar passaporte em caráter emergencial terá de aguardar até quinta-feira.

Felpuda


Comentários maldosos nos meios políticos dão conta que duas figurinhas que se rebelaram contra os próprios colegas poderão ficar no sereno político e, de forma indireta, serem personagens das próprias manifestações.

Um deles defendeu a redução do número de vereadores, e o outro disse ter vergonha de exercer o cargo. Agora enfrentam altos e baixos na campanha eleitoral.