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PERIGO

Pesquisa: 90% dos smartphones perdidos têm dados violados

Pesquisa: 90% dos smartphones perdidos têm dados violados
07/01/2014 00:00 - TERRA


Uma pesquisa realizada pela empresa de segurança Symantec apontou que nove em cada 10 smartphones perdidos no País têm seus dados violados pela pessoa que encontrou o aparelho. Para realizar a pesquisa, a Symantec "perdeu" 30 dispositivos em três capitais brasileiras. Os aparelhos abandonados em São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília foram modificados para que a companhia pudesse monitorar remotamente tudo o que pessoas fizessem com os aparelhos.

O experimento revelou que 90% dos smartphones perdidos tiveram dados pessoais e profissionais acessados por quem os encontrou. Em apenas 27% dos casos, houve a tentativa de devolução do celular, o que não implica na ausência do acesso prévio aos dados ou outras funções indevidamente.

A pesquisa mostrou ainda que 83% dos dispositivos foram acessados para obter informações pessoais e usar aplicativos particulares. Para informações empresariais e aplicativos de trabalho este número cai para 53%. Em média, uma vez perdido, o telefone levou cerca de três horas antes de ser acessado pela primeira vez. Cerca de 50% dos equipamentos levou uma hora antes de ter o primeiro acesso.

Entre os dados mais acessados se destacam que 70% dos aparelhos apresentaram acesso a fotos particulares e 47% em redes sociais e senhas. Além disso, 40% deles registraram tentativa de acesso a serviços bancários, outros 37% em planilha de salários e 30% em e-mails corporativos.

Esta é a primeira vez que a pesquisa é realizada no Brasil. Nos Estados Unidos, o estudo revelou que metade das pessoas que encontraram os aparelhos tentaram contato para devolvê-lo e 96% deles tiveram dados violados.

Felpuda


Figurinha carimbada ganhou o apelido de “biruta”, instrumento que indica direção do vento e, por isso, muda constantemente. Dizem que a boa vontade até existente ficou no passado, e as reclamações são muitas, mas muitas mesmo, diante das decisões que vem tomando a cada mudança de humor do eleitorado. Como bem escreveu o poetinha Vinicius de Moraes: “Se foi pra desfazer, por que é que fez?”.