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MENSALÃO

Pizzolato depõe nesta manhã <br>na Itália

Pizzolato depõe nesta manhã <br>na Itália
07/02/2014 09:15 - band


O ex-diretor de marketing do Banco do Brasil Henrique Pizzolato depõe nesta manhã em um tribunal de Justiça na Itália. O condenado no mensalão pode ganhar ainda hoje o direito à prisão domiciliar ou liberdade provisória.

 

Prisão

Policiais italianos se passaram por garis para prender Henrique Pizzolato nesta quinta-feira. Uma imagem do detento foi divulgada pela polícia. Condenado no mensalão a 12 anos de prisão, o ex-diretor do Banco do Brasil pode pegar mais três anos de cadeia – agora na Itália – por falsificação de documentos.

Na casa onde Pizzolato vivia em Maranello, norte da Itália, continua estacionado o carro que serviu como uma das pistas para a polícia chegar ao condenado brasileiro. Há cinco meses, em Málaga, na Espanha, a mulher de Pizzolato comprou o veículo no nome dela e seguiram até a casa do sobrinho, Fernando Grando, que trabalha na fábrica da Ferrari, em Maranello. Com o alerta vermelho da Interpol, a polícia espanhola avisou o Brasil e a Itália, e as investigações começaram.

Nesta semana, a polícia italiana fechou o cerco. Agentes à paisana fingiram varrer a rua para manter a vigilância. Depois de cortarem a luz, a porta foi aberta e os policiais efetuaram  a prisão. A princípio, ele tentou se passar pelo irmão Celso, falecido há 35 anos.

O ex-diretor do Banco do Brasil está na penitenciária de Módena, perto de Maranello. Com capacidade para pouco mais de 200, abriga 600 detentos. A polícia não informou se Pizzolato, de 61 anos, ocupa uma cela sozinho ou com outros presos.

Felpuda


Com trabalho suspenso, por causa da Covid-19, investigação parou sem ter começado e, agora, dois dos cabeças do grupo de trabalho estão “chovendo no molhado”. Assim, para continuar, digamos, em evidência, vêm divulgando sobre a “firmeza” de ambos em “dar continuidade”, tão logo acabe a pandemia que, assim como os resultados dos trabalhos, são incógnitas que só. Portanto, melhor seria aguardar o desenrolar dos acontecimentos para sair “cantando de galo”.