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CANDIDATOS PRESIDÊNCIA

Plínio Sampaio

Plínio Sampaio
09/09/2010 10:52 - Carolina Pimentel Repórter da Agência Brasil


Aos 79 anos, o promotor de Justiça aposentado Plínio Sampaio é o candidato do P-SOL à Presidência da República nas eleições deste ano. A sua trajetória política é marcada pela ligação com a Igreja Católica e a defesa da reforma agrária no país. Foi exilado, deputado federal, candidato a governador e agora entrou na corrida presidencial.

Em 1954, militou na Juventude Universitária Católica e presidiu a Ação Popular, organização de esquerda surgida no movimento religioso. A vida política começou em 1958, quando tornou-se subchefe da Casa Civil do governador de São Paulo, Carvalho Pinto. Nos anos seguintes, foi coordenador do Plano de Ação do governo, secretário de Negócios Jurídicos e também atuou como secretário do Interior e Justiça na prefeitura paulista.

Foi eleito deputado federal (1963-1964) pelo Partido Democrata Cristão (PDC), período em que foi relator do projeto de reforma agrária do presidente João Goulart. Com o golpe militar, teve seus direitos políticos cassados e exilou-se no Chile, onde trabalhou para a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO). Viveu nos Estados Unidos e retornou ao Brasil, em 1976.

Na década de 80, fez parte do grupo que fundou o Partido dos Trabalhadores (PT) e foi eleito deputado federal constituinte, tendo como foco modelo de distribuição de terras contrário aos latifúndios. Em 1990, candidatou-se a governador de São Paulo, mas foi derrotado.

Em 2005, ao discordar dos rumos tomados pelo PT, desliga-se do partido e filia-se ao P-SOL. No ano seguinte, concorre mais uma vez ao governo paulista. Atualmente, é presidente da Associação Brasileira de Reforma Agrária (Abra).

Felpuda


Depois de se “leiloar” durante meses, e afirmando que estava até escolhendo o município para se candidatar a prefeito, ex-cabeça coroada não só não recebeu acenos amistosos, como também não encontrou portas abertas com tapete vermelho a esperá-lo. 

Assim, deverá pendurar as chuteiras e fazer como cardume em seu pesqueiro: nada, nada...