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CAPITAL

Polícia prende assassinos e esclarece crime

Polícia prende assassinos e esclarece crime
28/01/2014 00:00 - DA REDAÇÃO


Policiais civis concluíram as investigações que esclareceram o homicídio praticado contra D.A. (52), vulgo “Paulista” e da tentativa de homicídio contra Marcelo de Souza Silva (29), conhecido como “Coiote”, ocorridos na noite de 26 de dezembro do ano passado, em frente a um bar, na Rua Pontalina, Vila Santo Eugênio, nesta capital.

Segundo as investigações, os crimes foram praticados por José dos Santos (64), vulgo “Zé Bodega” e por Aparecido Donizete Martins (53), vulgo “Branco”, sendo que ambos tinham desavenças contra as vítimas e por tal razão montaram uma associação criminosa para surpreender e ceifar a vida das vítimas.

Ficou apurado que “Branco” forneceu a arma do crime, um revólver calibre 38, completamente municiado, bem assim levantou o local onde as vítimas estavam, e ainda, ofereceu o transporte ao executor, “Zé Bodega”, que no local dos fatos desfechou dois tiros contra “Coiote”, o qual sobreviveu após receber socorro, bem como um tiro mortal contra “Paulista”.

No curso das investigações foi representada pela prisão preventiva dos autores, tendo o Juiz da 2ª Vara do Tribunal do Júri desta capital, prontamente expedido os respectivos mandados, os quais foram cumpridos na noite da última sexta-feira (24), por policiais da 4ªDP.

Os policiais também cumpriram nesta manhã, mandado de prisão condenatório de roubo contra “Coiote”, estando os autores e a vítima sobrevivente presos e à disposição da Justiça.

Após regularmente interrogados, os autores confessaram os crimes e por essa razão foram indiciados pela prática de homicídio doloso qualificado e tentativa de homicídio doloso qualificado. Caso condenados poderão receber penas que se somadas ultrapassam 30 (trinta) anos de prisão.

Felpuda


Devidamente identificadas as figurinhas que agiram “na sombra” em clara tentativa de prejudicar cabeça coroada. Neste segundo semestre, os primeiros sinais começarão a ser notados como reação e “troco” de quem foi atingido. Nos bastidores, o que se ouve é que haverá choro e ranger de dentes e que quem pretendia avançar encontrará tantos, mas tantos empecilhos, que recuar será sua única opção na jornada política. Como diz o dito popular: “Quem muito quer...”.