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CIDADES

Prefeito discute segurança em postos de saúde

Prefeito discute segurança em postos de saúde
25/01/2010 08:09 - MILENA CRESTANI


As estratégias para garantir a segurança nos postos de saúde de Campo Grande serão discutidas hoje, a partir das 9 horas, na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da Vila Almeida, onde cerca de 20 pessoas invadiram na noite de quinta-feira e ameaçaram médicos. O encontro também servirá para definir o que pode ser feito para melhorar o atendimento, que aumentou nos últimos dias em decorrência da epidemia de dengue. O diretor administrativo do Sindicato dos Médicos de Mato Grosso do Sul (Sinmed/ MS), João Batista Botelho, afirma que uma das propostas da entidade é que o horário de atendimento nas unidades seja ampliado durante este período. “A demanda cresceu muito e os centros regionais não estão dando conta do atendimento. Uma das sugestões é que o horário de funcionamento de outras unidades também seja estendido”. Hoje são apenas nove centros regionais de saúde em diferentes regiões da Capital que atendem 24 horas. Outras unidades fecham às 18 horas. O tumulto no posto da Vila Almeida ocorreu justamente porque os pacientes estavam revoltados com a demora no atendimento. Eles chegaram a invadir o local e os quatro médicos que estavam trabalhando tiveram de ficar trancados em uma sala até que os invasores fossem contidos. Hoje o prefeito Nelsinho Trad vai cobrar da Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) providências para garantir a segurança dos médicos e outros profissionais que atuam nas unidades de saúde. No dia de tumulto, por exemplo, funcionários relataram que ligaram duas vezes para a Polícia Militar, mas nenhuma viatura chegou a ser encaminhada ao local.

Felpuda


Sem conseguir controlar a verborragia, figurinha estreante no mundo político-partidário, e que se acha “o último biscoito do pacote”, acabou batendo de frente com titãs da política. Primeiro perdeu os anéis e, agora, os dedos correm sérios riscos. Anda “ameaçando” deixar o lugar onde se encontra, só que por lá vem ouvindo frases como “se é por falta de adeus...”, “os incomodados que se mudem” e “não fará nenhuma falta”.

Como se vê...