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DROGAS

Senadores aprovam projeto que acelera incineração

Senadores aprovam projeto que acelera incineração
16/03/2014 20:00 - FOLHAPRESS


O Senado aprovou nesta semana projeto que fixa o prazo máximo de 30 dias para a incineração de drogas apreendidas pela polícia. A destruição da droga deve ser imediata se não houver prisão em flagrante na apreensão da droga, ou se ela for recolhida de uma plantação ilícita.

O projeto segue para sanção da presidente Dilma Rousseff.

Nos casos de prisões em flagrante, a incineração não é imediata, mas o projeto determina o prazo de 30 dias para a sua destruição. Em todos os casos, os policiais são autorizados a recolher amostra da droga para ser usada nas investigações.

A atual legislação permite a incineração da droga por determinação judicial, ou após a conclusão do processo na Justiça. A mudança acelera a destruição de drogas como maconha, cocaína e crack --seja na sua versão original ou processada.

O objetivo da proposta é evitar que a droga seja armazenada em delegacias e até mesmo em cartórios, o que permite ações para a sua recuperação por meio de organizações criminosas.

"Há casos de ataques de traficantes a delegacias para o roubo de drogas apreendidas. Em Campinas [SP], houve um caso de roubo de 450 quilos de drogas numa delegacia", disse o senador Humberto Costa (PT-PE), relator do projeto.

Costa diz que o projeto também evita a "corrupção policial", ao evitar que drogas sejam usadas como moeda de troca por agentes.

Autor do projeto, o deputado Lincoln Portela (PR-MG) disse que as delegacias têm "ônus" ao estocar drogas apreendidas porque se tornam alvo preferencial dos bandidos.

"Com essa medida, se estará resolvendo um grave problema que é a transformação dos depósitos policiais em alvos preferenciais para atos criminosos, ao mesmo tempo em que não se estará prejudicando o julgamento dos envolvidos com a droga apreendida", afirmou. 

Felpuda


Com trabalho suspenso, por causa da Covid-19, investigação parou sem ter começado e, agora, dois dos cabeças do grupo de trabalho estão “chovendo no molhado”. Assim, para continuar, digamos, em evidência, vêm divulgando sobre a “firmeza” de ambos em “dar continuidade”, tão logo acabe a pandemia que, assim como os resultados dos trabalhos, são incógnitas que só. Portanto, melhor seria aguardar o desenrolar dos acontecimentos para sair “cantando de galo”.