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ECONOMIA

Setor da celulose transforma perfil industrial do Estado

Setor da celulose transforma perfil industrial do Estado
06/07/2010 07:41 -


Carlos Henrique Braga

Resultados de 2008 da Pesquisa Industrial Anual, divulgada ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostram Mato Grosso do Sul com menos fôlego industrial do que hoje. O peso da carne era maior (MS foi segundo produtor de carne fresca e refrigerada do Brasil naquele ano) e o setor de papel e celulose, que mudou o perfil da exportação, ainda não figurava entre os líderes do comércio exterior. A mineração também deu impulso à indústria desde então, após um 2009 de agonia provocada pela crise no mercado internacional.
Indústrias de celulose e papel, que não aparecem na lista do IBGE, estavam em finalização das obras em Três Lagoas em 2008. Fibria (na época VCP) e International Paper promoveram a cidade a líder em exportações em MS e 56ª no Brasil. Em maio, segundo Ministério do Desenvolvimento, as vendas de celulose representaram 11,6% do comércio internacional de MS (US$ 116 milhões), abaixo de grãos e carnes.
“A carne ainda tem o principal peso (na exportação), mas o setor de mineração, por exemplo, está em franca expansão, e exportou 249% a mais frente a 2009”, analisa o presidente da Federação das Indústrias do Estado (Fiems), Sérgio Longen.
O setor já figurava entre os destaques da indústria em 2008, com 1,5% da produção industrial brasileira naquele ano (6,3 milhões de toneladas), correspondente ao terceiro lugar no ranking liderado por São Paulo (248,6 milhões de toneladas). “Agora passamos a agregar valor a esse minério, produzindo mais ferro-gusa e, em dois anos, devemos estar produzindo aço também”, afirma Longen.
Para o presidente, a pesquisa do IBGE trabalha sobre “fatos consumados”, daí o atraso na divulgação; por sua vez, a federação lança mão de projeções, como a de que a exportação alcançará US$ 430 milhões neste ano.

Felpuda


Sem conseguir controlar a verborragia, figurinha estreante no mundo político-partidário, e que se acha “o último biscoito do pacote”, acabou batendo de frente com titãs da política. Primeiro perdeu os anéis e, agora, os dedos correm sérios riscos. Anda “ameaçando” deixar o lugar onde se encontra, só que por lá vem ouvindo frases como “se é por falta de adeus...”, “os incomodados que se mudem” e “não fará nenhuma falta”.

Como se vê...