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STJ julga validade das provas da Operação Owari

STJ julga validade das provas da Operação Owari
28/05/2010 06:21 -


Fernanda Brigatti

A validade das provas produzidas pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) contra o prefeito de Dourados, Ari Artuzi, durante a operação Owari, está nas mãos do Superior Tribunal de Justiça (STJ). O Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul admitiu recurso do Ministério Público Estadual (MPE) e agora a Corte superior decidirá se a investigação foi legítima.
Um habeas corpus de Artuzi trancou, no TJ, a apuração, sob alegação de que os promotores não poderiam ter conduzido a investigação.
O MPE defende que a documentação recolhida na investigação foi encaminhada, pela PF, ao TJ, atendendo o foro privilegiado de Artuzi. No tribunal, foi instaurado um inquérito policial, encaminhado à Procuradoria-Geral de Justiça, a quem caberia a investigação. Essa designou o Gaeco para continuar o trabalho. Conforme o MPE, a investigação buscava “confirmar o envolvimento do prefeito” em um esquema criminoso de desvio de verbas públicas.

Felpuda


Depois de se “leiloar” durante meses, e afirmando que estava até escolhendo o município para se candidatar a prefeito, ex-cabeça coroada não só não recebeu acenos amistosos, como também não encontrou portas abertas com tapete vermelho a esperá-lo. 

Assim, deverá pendurar as chuteiras e fazer como cardume em seu pesqueiro: nada, nada...