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ENCONTRO COM GOVERNADOR

Supermercadistas querem mais prazo para escrituração fiscal

Supermercadistas querem mais prazo para escrituração fiscal
26/02/2011 05:03 - DA REDAÇÃO


Os supermercadistas do Estado querem mais prazo do Governo para fazer escrituração fiscal digital (EFD) nas lojas. A reivindicação foi apresentada ontem  pelo presidente da AMAS - Associação Sul-Mato-Grossense de Supermercados -, Acelino de Souza Cristaldo, durante encontro com o governador André Puccinelli.

O líder supermercadista foi acompanhado do presidente do Sindsuper - Sindicato do Comércio Varejista de Gêneros Alimentícios de Campo Grande - e vice-presidente da ABRAS - Associação Brasileira de Supermercados-, Adeilton Feliciano do Prado, os diretores da Amas, Luiz Tadeu Gaedicke e Edilson Limiro Duarte, o secretário Executivo, Raphael Villa Maior, e os assessores João Luiz Rosa Marques e Jair Perin.

Além da prorrogação do prazo para implantar os EFDs, Cristaldo fez outras reivindicações ao governador como a efetiva participação nas decisões da pauta de referência fiscal e substituição tributária. Além disso pediu que o Governo estenda aos supermercadistas o benefício do Decreto 10.098/2000 (que concede base de cálculo de 14,5% para atacadistas).

Puccinelli prometeu fazer um estudo conjunto entre representantes do governo e do setor supermercadista. “O que for possível fazer, dentro da lei, tenham certeza que o Governo fará”, acentuou o Governador.

Os diretores da entidade dos supermercados ainda convidaram o governador para participar da 21ª Super Amas - Convenção Estadual de Supermercados - que acontecerá, nos dias 18 e 19 de outubro de 2011, em Dourados.

DADOS

A AMAS representa um dos setores da economia que mais contribui com a arrecadação estadual de ICMS - Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços -. Enquanto o comércio como um todo participa com 63% somente os supermercados atingem cerca de 32%. São 1.500 empresas que propiciam renda para mais de 18 mil trabalhadores.

Felpuda


Nos bastidores, há quem garanta que a única salvação, de quem está com a corda no pescoço, é ele aceitar ser candidato a vice-prefeito em chapa de novato no partido. Vale dizer que isso nunca teria passado por sua cabeça, uma vez que foi eleito com, digamos, “caminhão de votos”. Se aceitar a imposição, pisaria na tábua de salvação; se recusar, poderá perder o mandato. Ah, o poder!