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HOMICÍDIO

Suspeito de assassinato de cabeleireira tenta fugir para Epitácio

Suspeito de assassinato de cabeleireira tenta fugir para Epitácio
29/06/2010 07:21 -


anahi zurutuza

Miguel Arcanjo Antônio de Macedo, suspeito de ter matado a ex-namorada, a cabeleireira Jandira Nascimento, 46, tentou fugir para Presidente Epitácio, município do interior de São Paulo, na noite desse domingo. De acordo com o delegado Fernando Lopes Nogueira, responsável pelas investigações, Miguel comprou passagem pela internet e ônibus partiria às 22 horas da Rodoviária de Campo Grande.

Policiais a paisana efetuariam a prisão do suspeito no momento do embarque, mas o homem não apareceu. “Achamos que ele percebeu alguma movimentação ou suspeitou que a polícia estaria lá para prendê-lo”, afirma Nogueira. De acordo com o delegado, Miguel tem familiares em Presidente Epitácio.
A polícia acredita que Miguel ainda esteja na Capital. “Ainda estamos seguindo os rastros dele”, garantiu o delegado.

Caso
A cabeleireira foi assassinada na manhã desse domingo (27), na sala de casa, no Jardim Marabá, bairro da região norte de Campo Grande. De início, a polícia acreditava que Jandira havia levado uma facada no pescoço, mas ontem, o laudo pericial confirmou que, na verdade, ela foi morta com um tiro.
Miguel Arcanjo é o principal suspeito. Por volta das 8 horas, Miguel ligou para o genro de Jandira, Elcio Aparecido dos Santos, avisando que havia matado a ex-namorada. Elcio foi até a casa da sogra, encontrou o corpo dela caído no sofá da sala e acionou a polícia.

A motivação do crime seria passional. Segundo informara familiares de Jandira à polícia, a vítima namorou com Miguel por cerca de quatro meses e chegou a morar com ele. Mas,  há quase dois meses havia terminado o relacionamento e o suspeito insistia em reatar com a cabeleireira.

Felpuda


Figurinha carimbada ganhou o apelido de “biruta”, instrumento que indica direção do vento e, por isso, muda constantemente. Dizem que a boa vontade até existente ficou no passado, e as reclamações são muitas, mas muitas mesmo, diante das decisões que vem tomando a cada mudança de humor do eleitorado. Como bem escreveu o poetinha Vinicius de Moraes: “Se foi pra desfazer, por que é que fez?”.