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Tradicional, Tereré é boa pedida para reunir amigos no fim de tarde campo-grandense

Tradicional, Tereré é boa pedida para reunir amigos no fim de tarde campo-grandense
26/08/2012 18:00 - ANAHI ZURUTUZA


O tereré não pode faltar nos espaços de lazer de Campo Grande. Com o calor de mais de 30 graus costumeiro da Capital, a bebida é uma boa pedida. O funcionário público Fabio Luiz de Arruda, 33, gosta de reunir-se com amigos para um tereré em frente ao Parque das Nações Indígenas.

Revitalizado em maio do ano passado, o espaço ganhou nova iluminação, investimento de R$ 1,2 milhão. Mais R$ 1,7 milhão custearam a reforma da ciclovia, dos quiosques, pintura e conserto das grades que cercam o parque, a instalação de mais duas portarias, o recapeamento das pistas e ativação de um posto da Polícia Militar (PM). “Venho todos os finais de semana e, se der, durante a semana também, depois do serviço”, conta Arruda.

Os namorados Tiago, 28, e Marlyn Raizer, 20 anos, são companhias frequentes de Fabio. “É bom para relaxar, distrair um pouco com o movimento”, comenta Tiago.

Felpuda


Com trabalho suspenso, por causa da Covid-19, investigação parou sem ter começado e, agora, dois dos cabeças do grupo de trabalho estão “chovendo no molhado”. Assim, para continuar, digamos, em evidência, vêm divulgando sobre a “firmeza” de ambos em “dar continuidade”, tão logo acabe a pandemia que, assim como os resultados dos trabalhos, são incógnitas que só. Portanto, melhor seria aguardar o desenrolar dos acontecimentos para sair “cantando de galo”.