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POLÍTICA

Trânsito é tema da escola Acadêmicos do Pró-Morar

Trânsito é tema da escola Acadêmicos do Pró-Morar
06/02/2010 04:03 - CRISTINA MEDEIROS


O Grupo de Acesso do carnaval de Campo Grande será representado por duas escolas: Unidos do Aero Rancho e Acadêmicos do Pró-Morar – as outras duas, Estação Primeira e Império das Moreninhas, não participarão da festa pelo segundo ano consecutivo. “Respeite a vida no trânsito – não beba, não corra, não mate e não morra” é o enredo que a Escola de Samba Acadêmicos do Pró- Morar defenderá na avenida. Fundada há 20 anos, mas apenas há 9 participando, efetivamente, dos desfiles, a escola reúne 250 componentes, que estarão divididos em 8 alas e dois carros alegóricos e bateria com 35 integrantes. O carnavalesco e presidente da Pró-Morar, Antônio Carlos Gomes, conta que o tema do samba-enredo foi escolhido em virtude da necessidade de conscientizar a população da Capital em relação aos problemas enfrentados diariamente no trânsito. “Com todo esse trabalho que já desenvolvemos ao longo do ano, procuramos achar uma forma agradável de mostrar, por meio de várias alas, a necessidade de respeitar a sinalização e também fazer um alerta em relação à combinação álcool e direção. Campo Grande é uma metrópole com grande concentração de moradores, mas o pessoal está demorando a se conscientizar sobre o assunto”, disse. O presidente está confiante na apresentação da escola, que mesmo tendo dificuldades para montar seu carnaval – eles pretendem gastar no máximo R$ 20 mil – pretende fazer um bonito espetáculo para subir ao Grupo Especial. “Estamos trabalhando para isso, por um primeiro lugar; será um ano de trabalho apresentado durante 45 minutos na avenida, mas estamos animados”, confessou Antônio Carlos. A quadra da Escola de Samba Acadêmicos do Pró-Morar fica na Rua Eduardo Peres, 771 (em frente ao Guanandizão). A entrada para os que desejam assistir aos ensaios, às terças, quintas e sábados, é gratuita.

Felpuda


Apressadas que só, figurinhas tentaram se “apoderar” do protagonismo de decisão administrativa. Não ficaram sequer vermelhas quando se assanharam todas para dizer que tinham sido responsáveis pela assinatura de documento que, aliás, era uma medida estabelecida desde 2019. Quem viu o agito da dupla não pode deixar de se lembrar daquele pássaro da espécie Molothrus bonarienses, mais conhecido como chupim, mesmo. Afe!