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CAMPO GRANDE

Últimos artistas da foto 3x4 rápida ainda resistem no centro da cidade

Últimos artistas da foto 3x4 rápida ainda resistem no centro da cidade
12/08/2012 00:00 - MONTEZUMA CRUZ


Luiz Jurandir Pereira, 72 anos, Roque Mendes, 73. Discretos por natureza, ou quietos mesmo? Fica ao critério do leitor a consideração a respeito desses dois últimos remanescentes da fotografia rápida em Campo Grande. Eles sonham em retornar ao seu reduto, a Praça Ari Coelho revitalizada.

Ex-lambe-lambes durante décadas, esses dois sul-mato-grossenses fingem não se lembrar disso. Quando apareceu a máquina Polaroid, eles já percebiam facilidade tecnológica e a pressa imposta por novas velocidades.

Desconversam, preferindo falar da vida e do lugar que ocuparam longos anos até as diversas reformas que os deslocaram para lugares onde pouco são procurados.
Na praça da Catedral de Santo Antônio há coqueiros, mas não há bancos, e ali eles passam o dia à espera de algum freguês. A maioria dos possíveis clientes não sabe que eles estão ali, ainda disponíveis para produzir quatro fotos por R$ 10.

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Felpuda


Alguns pré-candidatos que estão de olho em uma cadeira de vereador vêm apostando apenas nas redes sociais, esperançosos na conquistados votos suficientes para se elegerem. A maioria pede apoio financeiro para continuar mantendo suas respectivas páginas, frisando que não aceita dinheiro público ou de político, fazendo com que alguns se lembrem daquela famosa marchinha de carnaval: “Ei, você aí, me dá um dinheiro aí, me dá um dinheiro aí...”. Como diria vovó: “Essa gente perdeu o rumo e o prumo”.