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CONGRESSO

Vander é o novo coordenador da bancada de MS

Vander é o novo coordenador da bancada de MS
19/02/2014 00:00 - da redação


Após dois anos na coordenação da bancada de Mato Grosso do Sul no Congresso Nacional, o senador Moka (PMDB) transmitiu a função ao deputado federal Vander Loubet (PT). O senador deixa o cargo após cinco mandatos intercalados. A transmissão da liderança ocorreu nesta terça-feira (18), na residência de Moka.

Moka acredita que Vander dará continuidade ao esforço comum que sempre marcou a atuação política dos deputados e senadores do Estado. “Os interesses do Estado falam mais alto. Sempre tive apoio expressivo dos integrantes da bancada, dos governadores e dos prefeitos e isso tem valor muito grande”, observou.

O senador explicou que sua última missão como líder da bancada foi marcar audiência para esta quinta-feira (20) com o ministro dos Transportes, César Borges, para discutir os investimentos em infraestrutura previstos para Mato Grosso do Sul.

Vander afirmou que o desafio é manter o trabalho que vem sendo desenvolvido por Moka, a quem considera “parlamentar de experiência comprovada”, e garantir a unidade na atuação da bancada sul-mato-grossense. “Mesmo sendo ano eleitoral, vamos procurar manter todos focados nos interesses do Estado e dos municípios, sem partidarismo”, reforçou o novo coordenador.

A coordenação de bancada tem como papel mais destacado a articulação das emendas ao Orçamento da União, à Lei de Diretrizes Orçamentárias e ao Plano Plurianual, durante os processos de discussão de cada uma dessas peças, ano a ano, e de quatro em quatro anos.

É função ainda do coordenador fazer articulações em torno das questões comuns de interesse do Estado e dos municípios, manter agendas na Casa Civil e nos ministérios, em busca de recursos federais para investimentos em diversas áreas, como saúde, transporte, educação e infraestrutura.

Felpuda


Com trabalho suspenso, por causa da Covid-19, investigação parou sem ter começado e, agora, dois dos cabeças do grupo de trabalho estão “chovendo no molhado”. Assim, para continuar, digamos, em evidência, vêm divulgando sobre a “firmeza” de ambos em “dar continuidade”, tão logo acabe a pandemia que, assim como os resultados dos trabalhos, são incógnitas que só. Portanto, melhor seria aguardar o desenrolar dos acontecimentos para sair “cantando de galo”.