O Fundo Monetário Internacional – FMI apresentou uma previsão negativa para a economia do Brasil em 2020 entre -9% a -10%, que seria impacto da pandemia no Produto Interno Bruto – PIB. Porém, nossa economia teve resultado em torno de -4% em 2020, assustando os críticos do apocalipse econômico global.
Com esse cenário negativo, mas muito melhor que o esperado, os especialistas e órgãos como o FMI apostam em 2021 com um crescimento moderado entre 1.5 e 2%.
Mas, o que mudou de 2020 para 2021? Os casos de covid aumentaram, o número de mortes é muito alto e os hospitais ainda sofrem para garantir o atendimento a todos.
Quem mudou foram os empresários e o comportamento de consumo do brasileiro.
As empresas se adaptaram e estão se adaptando ao mercado mais digital e cheio de oportunidades.
O governo federal criou várias plataformas para facilitar a vida das pessoas e empresas no dia a dia, principalmente com documentações, certidões e digitalização de processos, como por exemplo a criação das juntas comerciais virtuais.
Os consumidores aumentaram em mais de 40% as compras virtuais e mais de 26% dessas compras são realizadas pelo celular.
Ninguém imaginava esse número antes de 2030. Mas quais indicadores podem me apresentar um cenário positivo e animador?
- volta do auxílio emergencial;
- maior acúmulo de poupança desde 2015;
- empregos home office vem crescendo;
- número de saldo do Caged positivo;
- vacinação acelerada;
- taxa de juros mais alta;
- tendência do dólar diminuir; e
- resiliência do empresário, que é automotivado e todos os dias consegue ser criativo e estratégico para migrar seus negócios antigos, para um segmento mais digital e com enorme demanda.
Um dia a menos para acabar essa crise de saúde.