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GIBA UM

"Lula, PT e Centrão fizeram barba, cabelo e bigode hoje na Câmara: furo no teto, fim do teto."

de MARCEL VAN HATTEM (Novo-RS) //  deputado federal, sobre os últimos acontecimentos nos Poderes. 

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O aumento de 18% que o STF se concedeu fará com que cada um dos ministros ganhe mais de R$ 600 mil anuais. Seus salários foram de R$ 39,2 mil para R$ 46,3 mil por mês. E haverá o efeito cascata beneficiando todas as carreiras.

Mais: com o reajuste, o custo do pessoal do Poder Judiciário deve passar dos atuais R$ 95 bilhões para cerca de R$ 112 bilhões por ano. Pelos cálculos, mais de 91% do orçamento só para a folha. Nos EUA, o custo do Supremo é de US$ 140 milhões (R$ 730 milhões).

“Lula, PT e Centrão fizeram barba, cabelo e bigode hoje na Câmara: furo no teto, fim do teto. Lutamos muito, mas perdemos todas. Pobre Brasil!’, 

de MARCEL VAN HATTEM (Novo-RS) //  deputado federal, sobre os últimos acontecimentos nos Poderes. 

In – Ponche com refrigerante
Out – Ponche com refrigerante

Não quer parar

A aplaudidíssima jornalista e apresentadora, Fátima Bernardes, 60 anos, que hoje comanda o The Voice Brasil, que está na etapa final, e que foi duramente criticada no início do programa, já declarou que a vida é feita de ciclos e que está muito satisfeita por todos que passou até agora. Em entrevista revelou que ainda está se adaptando à nova rotina. “Ainda estou meio desorganizada na minha rotina pessoal. Não consegui colocar tudo o que queria colocar em ordem. Tinha que me dar esse tempo de foco concentrada no ‘The Voice’ para sair como eu gostaria. Quero ter a consciência que fiz o meu melhor na minha primeira temporada”. E garante que gosta de mudanças e que aproveita todas. “Essas minhas mudanças são orgânicas, nunca planejei. Fico mergulhada e quando começo a perceber que, daqui a algum tempo, não esteja tão motivada, já começo a elaborar uma mudança. Nunca dou um passo antes, quando dou já está tudo consolidado dentro de mim”. E completa: “Gosto muito de mudança e não penso nunca em parar, em me aposentar. Tem sempre algo diferente para fazer, tem muita coisa para fazer nessa carreira, então a palavra aposentadoria nunca passou pela minha cabeça”.

Só para salários

Valdemar Costa Neto, dono do PL, pediu ao TSE a liberação de R$ 2 milhões (dos R$ 22 milhões que deve por conta da multa da tentativa de emplacar processo de má fé no tribunal, segundo o presidente Alexandre de Moraes) para pagamento de salários e dívidas vencidas. Só conseguiu R$ 1,1 milhão para funcionários da sigla. O resto continua bloqueado. Serão pagos 13º e também o salário de janeiro (pelo volume, muita gente já acha que funcionário do PL ganha muito). Alexandre de Moraes ainda ordenou que o PL deverá juntar nos autos os comprovantes de pagamentos de funcionários em 48 horas depois de sua efetivação. O objetivo é impedir que sejam pagos salários para Jair Bolsonaro, Michelle Bolsonaro e Walter Braga Neto. Mais: ainda não há dinheiro para a mansão alugada e tampouco para o escritório de dois andares e até auditório para Bolsonaro.

Klara de um jeito diferente

Quem está acostumada a ver a atriz Klara Castanho, 22 anos, na pele de personagens doces vai se surpreender com a personagem Emília no filme Apanhador de Almas que tem direção de Fernando Alonso e Nelson Botter Jr. e acaba de ser gravado na Serra da Cantareira em São Paulo. É uma história de quatro garotas que se conhecem num grupo on-line de estudos de bruxaria e resolvem participar de um ritual durante um eclipse solar total, na casa de uma famosa bruxa, só que tudo sai do controle e as garotas  ficam presas numa espécie de limbo dimensional onde  aparece uma  criatura mais velha e poderosa o “Apanhador de Almas”, que  propõe uma espécie de jogo, onde apenas uma poderá sair de lá com vida. “O projeto me ganhou por ser totalmente diferente de tudo que eu já tinha feito até aqui. E o processo de gravação me fez reconhecer novos talentos em mim desconhecidos. A Emília, minha personagem, foi delicada e surpreendente desde o primeiro contato com o roteiro, e fazê-la foi gostoso demais”. Também no elenco estão Ângela Dippe, Jessica Córes, Larissa Ferrara, Priscila Sol e Duda Reis. O filme deverá estrear somente em 2023.

Maior torcedor

O maior torcedor contra a aprovação da PEC da Transição era o ex-ministro Paulo Guedes, que chegou a recomendar aos aliados de Bolsonaro na Câmara que não aprovassem a medida. Ele argumentava que a PEC faria com que a economia brasileira mergulhasse em recessão em 2023, derrubando suas projeções otimistas que fizera sobre a recuperação da atividade. Guedes já deixou o ministério e aposta que o resultado da PEC frustrará os eleitores de Lula.

Outro

Embora o advogado Cristiano Zanin, genro de Roberto Teixeira, velho amigo, venha trabalhando há anos para Lula, esteja sonhando em sentar-se na cadeira de Ricardo Lewandowski, que se aposenta em maio, o próprio ministro do STF vem trabalhando pelo ex-secretário da Alta Corte Manoel Carlos de Almeida Neto. À propósito: Lula ainda não convidou Lewandowski, oficialmente, para assumir uma embaixada brasileira. Para a de Portugal, há mais uma candidata: Dilma Rousseff.

Duplo delírio

A derrota imposta a Arthur Lira (PP-AL), pelo STF, deixou animado alguns aliados do presidente eleito que fazem oposição ao presidente da Câmara a começar a pensar num nome que derrotaria em sua pretendida reeleição, mesmo que Lula já tenha decidido apoiá-lo. Os primeiros nomes cogitados beiram o delírio: Guilherme Boulos (PSOL), de esquerda para uma maioria conservadora e Marina Silva (Rede), muito mais interessada no Ministério do Meio Ambiente. De quebra, pensaram até em Luciano Bivar, presidente do União Brasil.

EM CAMPO

Ainda sem casa e sem escritório, Michelle Bolsonaro começa a se especializar em comentários contra o novo governo no Instagram. Esta semana, detonou a aprovação da PEC da Transição e divulgou o nome de todos os parlamentares que votaram a favor, escrevendo: “Triste e decepcionante”. Michelle filiou-se ao PL, mesmo partido de Bolsonaro, em maio deste ano e atuou, depois de muita resistência, na campanha eleitoral do marido. Deve ter gostado  do exercício.

Mudança

Estudos do comitê de transição do governo projetam a transferência dos 51 hospitais universitários sob gestão do Ministério da Educação para a Pasta da Saúde. A mudança seria estendida também à Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares, hoje pendurada no MEC (41 dessas unidades são vinculadas à rede). A premissa para a mudança é que esses hospitais, malgrado seu lado acadêmico, têm mais sinergia com a Saúde. Todos operam 100% dentro do SUS. Detalhe: com a migração, os hospitais universitários poderiam ter acesso às verbas do SUS.

REFORÇO

O futuro ministro da Justiça, Flávio Dino, acertou com o ainda titular do cargo, Anderson Torres (ele até agora não contou por que não houve prisões no vandalismo que varreu Brasília no dia da diplomação de Lula), um reforço no esquema de segurança para a posse do petista. Torres comprometeu-se a liberar todo o efetivo da Força Nacional de Segurança Pública já lotado na capital para atuar no dia 1º de janeiro. Até mesmo agentes dedicados à área administrativa serão deslocados para trabalhar nas ruas durante a posse.

Doce vingança

A ex-ministra-chefe da Secretaria de Governo, Flávia Arruda, até agora não se conforma de não ter sido eleita senadora pelo Distrito Federal. Ela e outros políticos acham que o presidente não se empenhou o bastante em sua campanha. Bem ao contrário de Michelle Bolsonaro que foi cabo eleitoral principal de Damares Alves  que conseguiu se eleger. De volta à Câmara Flávia Arruda votou a favor da PEC da Transição. Há quem diga que o voto teve sabor de vingança.  A ex-ministra foi um dos 10 deputados  do PL que votaram a favor da PEC, indo contra as orientações de Valdemar Costa Neto, presidente nacional da sigla. Detalhe: mesmo que os 10 deputados do PL tivessem votado contra, a PEC seria aprovada com margem mais apertada.

Vaias e aplausos

A primeira-dama Michelle Bolsonaro, foi vaiada e aplaudida durante a cerimônia de diplomação dos candidatos eleitos pelo TRE-DF, realizado no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília. Michelle estava no evento para acompanhar a entrega do diploma para sua amiga (no qual foi grande cabo eleitoral) a ex-ministra e senadora eleita Damares Alves (Republicanos-DF), que também foi recebida sob um misto de vaias e aplausos. De um lado, a plateia gritava “Fora, Bolsonaro”; de outro “Lula ladrão”.

TAMBÉM VAIADOS

As vaias não ficaram restritas a Brasília, em São Paulo também ouve um misto de vaias e aplausos na diplomação do deputado reeleito Eduardo Bolsonaro (PL) e Ricardo Salles (PL). Eduardo ainda recebeu alguns aplausos, já Salles não teve este prestígio. Outro também que foi vaiado, mas recebeu alguns aplausos foi o ex-ministro da Cultura Mario Frias. Já Marcos Pontes diplomado senador e Tarcísio de Freitas foram bem aplaudidos. Tarcísio até recebeu gritos de “mito”.

MISTURA FINA

NA primeira vez, Romeu Zema foi eleito governador de Minas Gerais com apoio de Jair Bolsonaro; depois, foi reeleito sem Bolsonaro, mas trabalhou para ele no segundo turno. Após as eleições, Zema disse que “o maior inimigo de Bolsonaro foi sua comunicação”. Na sequência, sem que lhe fosse perguntado, avisou que não iria à posse de Lula e agora diz que não é oposição do petista. E mais: vai torcer para que a gestão dele dê certo.

TRADICIONALMENTE, o PT tem mania de instituir conselhos. Agora, na área econômica, estão previstos dois: um, já anunciado pelo próprio Lula, será para assessorá-lo diretamente; e outro, que será criado por Fernando Haddad para auxiliá-lo na Fazenda. E já se especula que haverá mais um na indicação do Ministério do Planejamento.

EM junho, o prefeito Ricardo Nunes (MDB) anunciou que estava iniciando “o maior programa de recapeamento da história” na cidade de São Paulo. A cidade tem ao todo 5,8 milhões de metros quadrados de vias a serem recuperadas, equivalentes a 703 campos de futebol. Quase seis meses depois, moradores do município ainda não conseguiram ver nem um buraco recapeado. E Nunes acha que esse programa será básico para sua campanha de reeleição em 2024.

O SBT acaba de fazer um acordo com a Warner e reexibirá Um maluco no pedaço, com Will Smith (jovem), que fazia sucesso no início dos anos 2000 na hora do almoço. É um sitcom com elenco praticamente de negros lançado nos Estados Unidos em 1990. Além disso, apresentará uma série de desenhos animados já exibidos e reexibidos há anos, entre eles, Corrida Maluca, Scooby Doo e Yabba Dabba Dinosars, só para começo de conversa. Só falta reapresentar (seria a quinta vez) a novela A Usurpadora, com Gabriela Spanic.

UMA das mais longevas dinastias de uma entidade de classe no Brasil está prestes a ter um novo capítulo. Nos corredores da Federação da Agricultura do Estado de São Paulo há quem aposte que o veterano Fábio de Salles Meirelles, presidente da instituição desde 1975, pretenda passar o bastão a seu filho, o pecuarista Tirso de Salles Meirelles.

 

Colunistas

Quando o Estado vira cabide político, o prejuízo cai no colo do povo

Deputado Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) sobre leilão nos Correios para cobrir rombo

09/02/2026 06h00

Cláudio Humberto

Cláudio Humberto

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Manobra do Senado garante direito de voto a presos

Espécie de “cemitério” de projetos da Câmara contra o crime, como a redução da maioridade penal, o Senado retirou do projeto Antifacção a emenda, aprovada por ampla maioria dos deputados federais, que revogava o direito de voto de presos provisórios. A medida não interessava ao PT e aliados, que votaram contra, mas na Câmara prevaleceu a vontade da maioria conservadora, muitos deles lembrando que a população carcerária, majoritariamente, vota em Lula (PT).

 

Câmara, de novo

Alterado no Senado, nesse caso para pior, o projeto Antifacção retornou à Câmara, que pretende reintroduzir o fim do direito de voto dos presos.

 

Palanque no cárcere

Os deputados que lutaram pela aprovação do texto original acreditam ainda que o projeto Antifacção extinguirá campanha eleitoral em presídio.

 

Proposta gaúcha

A proposta da Câmara, excluída no Senado, foi do deputado Marcel van Hattem (Novo-RS), que em novembro havia comemorado a aprovação.

 

Tudo como antes

Graças ao “cemitério” Senado, o eleitorado petista nas prisões continua com “direito de voto”. Só aqueles com trânsito em julgado são impedidos.

 

STF salva Lula de desgaste com supersalários

Como a coluna registrou, Lula vai cozinhar no Ministério da Gestão e Inovação suposta análise de veto de projeto que libera salários acima do teto constitucional para a elite dos servidores no legislativo e, agora, conta com o Supremo Tribunal Federal para não confrontar a Câmara. O presidente da corte, ministro Edson Fachin, marcou para 25 de fevereiro a sessão que vai decidir sobre liminar que suspendeu indecorosa benesse. A data deve livrar Lula de ter que decidir se veta ou não o texto.

 

Tanto faz

Lula tem 15 dias úteis para decidir o que fazer, contados a partir do recebimento pela Casa Civil. Deve coincidir com a data do julgamento.

 

Problemas à frente

O petista não pode se dar ao luxo de confrontar a Câmara, ainda quer aprovar este semestre projetos eleitoreiros, como fim da escala 6x1.

 

Conversa mole

Lula tenta colar a lorota de que não sabia da votação do penduricalho, só que o assunto foi tratado na reunião de líderes da Câmara.

 

Culatra

A música “Meu Amigo Flávio [Bolsonaro]” do comediante Murilo Couto– em tom de piada nas redes – acabou capturada por apoiadores do filho do ex-presidente. Em menos de 24h virou trendig topic e ‘hino’ na direita.

 

PL é amigo

O Partido Liberal (PL) também entrou na piada da música “Meu Amigo Flávio”, divulgada com outras intenções pelo comediante Murilo Couto: “Todo mundo quer ser amigo do Flávio Bolsonaro. Zerou a vida!”

 

Diferente

Presidente da CPMI do INSS, o senador Carlos Viana (Pode-MG) vê o Brasil “já diferente” por conta da CPMI, que “não foi criada para agradar interesses” e sim “para defender quem não tem lobby, advogados caros”.

 

Piada é outra

Flávio Bolsonaro (PL-RJ) também se apropriou da piada: “Meu amigo Flávio vai lutar para o Brasil voltar a ter ambiente favorável seguro para quem quer empreender”, disse ele sobre o recorde de empresas falidas no Brasil, em 2025, sob Lula. Mais de seis vezes o número de 2022.

 

Arrependimento rápido

A postagem do perfil oficial da Casa Civil de Lula (PT) que caracterizou como “playboy” quem ganha mais de R$5 mil poderia ter consequências jurídicas para o governo e sua equipe de comunicação. Foi apagada.

 

É o Brasil

Condenada por matar os pais, a criminosa Suzane von Richthofen virou inventariante da fortuna do tio, estimada em aproximadamente R$5 milhões. A nomeação foi da Justiça de São Paulo.

 

Master no TCU

Chega nesta semana ao gabinete do ministro Jhonatan de Jesus (TCU) o parecer técnico de auditores da corte de contas sobre a liquidação do Banco Master. O plenário deve receber o voto do ministro em março.

 

Divórcio

No Rio Grande do Sul, o Progressistas pulou fora da aliança com o PSD e não quer apoiar o nome do MDB, escolhido pelo governador Eduardo Leite. Vai fechar apoio ao PL, que lança Luciano Zucco ao governo.

 

Pergunta no cárcere

Condenado vota em descondenado?

 

PODER SEM PUDOR

Tentativas e erros

Certa vez, o então governador Luiz Antônio Fleury chegou a Barretos (SP) e logo um garoto o chamou de “Fernando Henrique”. Bem humorado, ele avisou que não era FHC e o garoto falante se corrigiu, mencionando outro adversário do governador: “Você é o Quércia!” Diante do espanto de Fleury, o menino se entregou: “Já sei, já sei quem você é!” E afirmou, sem hesitar: “Você é o Suplicy!”

GIBA UM

"Nós temos condições de ganhar em São Paulo. Temos Haddad, Alckmin, Simone. Eu só ganhei uma vez..."

"em 2002, contra o Serra. Nas outras, perdi. Perdi para Fernando Henrique, para o Alckmin, perdi por 3º,4º,5º", de Lula, citando nomes que poderiam ser candidatos ao governo paulista

09/02/2026 05h00

Giba Um

Giba Um Foto: Reprodução

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Nos últimos 20 anos, formar mais médicos gerou a ampliação desmesurada de faculdades de medicina: eram cerca de 200 e passou para mais de 450, abertas pelo Brasil agora. O efeito prático, segundo análise do cirurgião Raul Cutait, é que, em menos de dez anos, o país terá mais de um milhão de médicos.

MAIS: o número é quase o dobro do número de países como o Japão e os Estados Unidos. O engano estratégico: aumenta a quantidade de médicos e não significa qualidade de formação. Hoje, 40% dos novos médicos não cursaram um programa de residência médica, o que é obrigatório em muitos países para se exercer qualquer atividade clínica. 

Contra Pochmann

Chegou ao Congresso Nacional a crise envolvendo servidores do , IBGE e Mário Pochmann, petista não muito admirado até no partido, escolhido por Lula para chefiar o Instituto, com salário de R$ 26,5 mil mensais.

A oposição quer apurar contaminação ideológica e passar a lupa na gestão de Pochmann após massiva saída de servidores , comprometidos com a qualidade técnica do instituto, de coordenações responsáveis pela produção de estatísticas econômicas e sociais.

O TCU já foi acionado para investigar essas exonerações do IBGE. Ao presidente do tribunal, Vital do Rêgo Filho, o deputado Sanderson (PL-RS) chama a atenção para as demissões antes da divulgação do PIB.

Adriana Ventura (Novo-SP) cobrou da CGU ações de controle interno do IBGE e denunciou viés político em publicações. Alheia à crise entre Pochmann e servidores, agora a ministra Simone Tebet (Planejamento) vai entrar na novela.

"Nós temos condições de ganhar em São Paulo. Temos Haddad, Alckmin, Simone. Eu só ganhei
uma vez em São Paulo, em 2002, contra o Serra. Nas outras, perdi. 
Perdi para Fernando Henrique, para o Alckmin, perdi por 3º,4º,5º"
, - de Lula, citando nomes que poderiam ser candidatos ao governo paulista

Escolhido a dedo

Com a indicação do economista Guilherme Mello, Lula quer mesmo é ter um emissário no Banco Central. O movimento ocorre ao mesmo tempo do avanço das investigações do caso do Banco Master e num momento em que a instituição é alvo de críticas de aliados do presidente pela elevada taxa de juros.

A ala política do governo teme que o aprofundamento das investigações possa atrapalhar as negociações com o Congresso ao longo do ano eleitoral. Detalhe: Lula está um pouco afastado de Gabriel Galípolo. Nem o consultou ao chamar Mello para o BC.

Olho vivo

As conversas sobre substituições de governadores do PT em suas tentativas de reeleição continuam em dois Estados: no Ceará, Elmano de Freitas poderia ser substituído por Camilo Santana, ministro da Educação, devido à forte concorrência de Ciro Gomes (PSDB); na Bahia, Rui Costa poderia entrar no lugar de Jerônimo
Rodrigues, ameaçado por ACM Neto (União Brasil).

Contudo, muitos petistas lembram de um histórico precedente na Bahia em 2002, quando o governador petista Olívio Dutra foi substituído pelo colega Tarso Genro - e foi derrotado. 

Insultos a Lula

O ex-presidente Jair Bolsonaro teve de prestar depoimento à PF, na Papudinha, sobre a ação na qual é acusado de insultar o presidente. O que ele disse : "Lula, cachaça, o brasileiro sabe de sua índole e
como você chegou até aqui. Só um imbecil ou um canalha compra esse papo de plano de assassinato.

A única pessoa que tentaram matar fui eu, em uma ação de antigo militante do Psol, seu braço político de primeira hora". Bolsonaro havia associado Lula a seu atentado à facada em 2018.

Palmeiras no palco

O Palmeiras, involuntariamente, acabou se tornando palco de uma tabelinha entre protagonistas de  escândalos financeiros. Nos bastidores do clube, o que se diz é que o patrocínio da Fictor ao Verdão teria sido
costurado por João Carlos Mansur, fundador da Reag, liquidada pelo Banco Central.

Mansur é um nome influente na política do clube. Ocupa uma cadeira de membro efetivo do Conselho de Orientação e Fiscalização do Palmeiras e, no passado, teve um papel razoavelmente relevante nas tratativas com a WTorre para a construção do Allianz Parque.

Firmado em 2025, o patrocínio renderia ao Palmeiras R$ 30 milhões por temporada. Renderia: o contrato foi
rescindido só há dias depois da Fictor entrar com pedido de recuperação judicial.

Giba Um

Sob controle

Na capa da revista Elle Britânica, a cantora, compositora e atriz Lily Allen deu uma entrevista sincera falando sobre sua carreira vida pessoal e sobre sua recente separação do ator David Harbour, que foi confirmada logo após o lançamento de seu quinto ábum West End Girl (em outubro de 2025).

Declarada publicamente depressiva e com TDAH, Lily também já foi diagnosticada com transtorno dismórfico corporal e transtorno bipolar. Solteira agora está tentando melhorar sua gestão de tempo.

"Tenho TDAH, então é muito difícil quando as coisas começam a aparecer e fico sobrecarregada de informações. Sou uma amiga muito leal e responsável. Quero poder dar a todas as pessoas da minha vida exatamente o que elas merecem. Mas às vezes meu cérebro desliga e se distrai, e aí eu esqueço daquela pessoa para quem preciso responder". 

Seu novo trabalho foi lançado após 7 anos, e ela garantiu que agora se sente no poder, mesmo que seu álbum na partida tenha sido amplamente criticado. 'Sim, eu sinto. Me sinto livre. É uma sensação muito boa. Estou genuinamente empolgada e animada para os próximos dois anos. E tento não pensar muito nos detalhes. Mas que presente estar na idade em que estou e ver as pessoas se conectando com a minha produção criativa dessa forma, e poder levá-la para a estrada e minhas filhas poderem me ver fazendo isso”.

No período que ficou afastada ela garante que viveu momentos mágicos, exercendo só o papel de mãe.

“Fui uma mãe muito presente, estando em casa quando minhas filhas voltavam da escola, preparando o jantar e fazendo a lição de casa com elas. Eu queria que as coisas parecessem relativamente normais. Eu estava feliz no sentido de que estava fazendo o que queria fazer pelas minhas filhas. Se eu me sentia realizada criativamente ou não, é outra história. Eu não consegui encontrar o equilíbrio entre as duas coisas".

Sobre o novo trabalho que foi classificado como um trabalho raivoso declara: "Acho que, se aprendi algo sobre mim mesma com isso, é que a raiva é poderosa e necessária, e não é necessariamente algo ruim expressá-la. Aliás, a raiva reprimida é provavelmente mais prejudicial". 

Clã Bolsonaro quer a vice de Tarcísio

O clã Bolsonaro está empenhado em meter a colher na chapa de Tarcísio de Freitas e indicar o candidato a vice-governador de São Paulo.

O nome cotado pelo bolsonarismo para a vaga seria o do deputado estadual Gil Diniz (PL), que tem uma relação de idas e vindas com Tarcísio. Na semana passada, ironizou o governador no plenário da Assembleia Legislativa e chegou a dizer que o PL deveria lançar uma candidatura própria ao Palácio dos Bandeirantes.

O motivo foi a declaração de Tarcísio de que as múltiplas candidaturas do campo da direita podem favorecer a disputa contra Lula. A tentativa de ingerência da família Bolsonaro soa como provocação.

Nos bastidores, Tarcísio já deixou claro que pretende reprisar a chapa de 2022, com o atual vice Felício Ramuth (PSD), indicação de Gilberto Kassab, ainda Secretário do Governo.

É uma das tantas arestas que volta e meia aparecem na relação clã Bolsonaro e o governador de São Paulo.

Nesses dias, Tarcísio exonerou da Segurança Pública 14 nomes ligados ao ex-secretário Guilherme Derrite,
um ataque direto ao bolsonarismo puro-sangue, incluindo Flávio Bolsonaro.

"Poderoso"

Muitos integrantes do PL estão achando Flávio Bolsonaro um tanto "poderoso", de uma hora para outra.
Agora, quer lançar o deputado Nikolas Ferreira (PLMG) que alcança 30 anos em 2026, para governador
de Minas Gerais. Ainda nem falou com Valdemar Costa Neto, dono do PL, mas já conversou com cardeais do
União Brasil e do PP que formam uma federação.

Flávio quer um palanque em território mineiro, só que Valdemar é o primeiro a recusar a ideia, alegando, de
cara, que Nikolas precisa "de mais experiência". Detalhe: Ferreira não quer disputar o governo mineiro,
quer se reeleger deputado federal por Minas Gerais.

Giba Um

Aumento da cobrança

Desde que saiu do Big Brother Brasil 23 (ficou em terceiro lugar) Bruna Griphao resolveu a se dedicar a
música, mas não chegou a lançar nenhum álbum ou sair em turnê. Em breve poderá ser vista novamente
na futura série ‘Jogada de Risco’, criada e dirigida por Cauã Reymond e, que a principio estará disponível na
Globoplay.

Enquanto não grava ou não aparece nas telinhas Bruna que também é influenciadora foi escolhida
como uma das musas da escola de samba Salgueiro e passou os últimos meses com energia total para não
fazer feio na avenida, com aulas de samba e treino intensos para aguentar os 80 minutos no sambodrómo, porque ela sabe que a cobrança virá com juros.

"A partir do momento que aceitei ser musa, soube que a cobrança viria da escola e da comunidade. Mas a gente precisa aprender a filtrar. Mas agora isso não é mais o meu foco. Minha maior preocupação é entregar um desfile lindo. Estou sempre buscando minha melhor versão”.

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Atrás do PSDB

Agora, Gilberto Kassab, que convidou a bancada do PSDB na Assembleia de São Paulo para um café em sua casa, na semana passada, estava tentando convidar os tucanos para seu partido, em março, na janela
partidária.

Dos oito deputados do PSDB, seis já devem sair. Os outros dois não descartam também debandar.

O esvaziamento é mais um capítulo da derrocada tucana. Embora aconteçam conversas como outros partidos, a maioria deve ter o PSD como destino.

Operação-corte 1

A Rede TV está realizando uma auditoria em suas finanças com o objetivo de tornar a emissora mais competitiva, mudar a percepção do mercado publicitário e reduzir o número de funcionários. Amilcare Dallevo Júnior é quem comanda a Operação-corte: é o único dono da empresa, depois
de comprar as cotas de Marcelo de Carvalho. Em janeiro, começaram as demissões: foram 60 funcionários de várias áreas. A maioria era de pessoas indicadas por Marcelo, incluindo Luciana Gimenez.

Operação-corte 2

Executivos que permaneceram na Rede TV acham que até o desligamento de Marcelo de Carvalho foi feito por Amilcare.

As polêmicas envolvendo Marcelo atrapalhavam os negócios da emissora. Ele foi processado por racismo após narrar nas redes sociais que um amigo havia sido assaltado por "obviamente um sujeito de aparência africana"".  Agora, Dallevo vai reforçar com nomes da área para mostrar sua nova visão da mídia.

Mistura fina

Também Valdemar Costa Neto, presidente do PL, vai tentar emplacar a vaga de vice de Tarcísio, desalojando o PSD de Gilberto Kassab. O nome indicado é o do presidente da Assembleia, André do Prado. Valdemar garante que o partido e a bancada vão trabalhar por André, mas ressalva que "quem vai definir é o governador", ou seja, não disse nada de novo. Também sabe que Tarcísio prefere manter Felício Ramuth.

Segundo dirigentes do PSD, não haverá obrigação de que os diretórios estaduais deem palanques ao presidenciável do partido que deve ser escolhido entre Ratinho Jr., Ronaldo Caiado e Eduardo Leite. Na semana passada, Gilberto Kassab disse que pode eleger de 80 a 90 deputados federais - hoje o PSD tem 47.
O número de deputados é estratégico porque é a base para a proporção de distribuição do fundo eleitoral e partidário.

Gilberto Kassab, dono do PSD e até o ministro Alexandre da Silveira trabalham para emplacar o diretor financeiro de Itaipu André Pepitone, na secretaria executiva do Ministério de Minas e Energia. O cargo do nº 2 da Pasta tornou-se uma posição bastante cobiçada pela possibilidade de ser um trampolim quase imediato para a posição de nº 1.

Silveira deixa o posto em abril e vai concorrer ao Senado. Arthur Valério era apontado como sucessor de Silveira, mas preferiu atuar na advocacia privada. Ex-diretor da Aneel, Pepitone assumiu a diretoria financeira de Itaipu em 2022 no governo Bolsonaro e soube manter-se firme e forte na estatal. Uma prova de
sua elevada voltagem: nem Gleisi Hoffmann, que indicou o próprio diretor-geral de Itaipu, Ênio Verri, Conseguiu tirar Pepitone da estatal e não foi por falta de tentativa.

No próximo dia 20, William Bonner estreia como novo apresentador do programa Globo Repórter, ao lado de Sandra Annenberg. Na semana passada, gravou um programa-piloto e conheceu novos cenários que a Globo adotará.

Depois de passar muitos anos ganhando salário de R$ 1,5 milhão por mês sem oportunidades na área comercial, Bonner hoje recebe um salário de R$ 200 mil mensais, bem menos do que sua colega de programa. Sandra Annenberg recebe R$ 800 mil por mês.

IN: Torta Caprese

OUT: Torta de Berinjela

 

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