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Giba Um

"Minha missão à frente da Petrobras foi precocemente abreviada na presença regozijada"

de Alexandre Silveira (ministro de Minas e Energia) e Rui Costa (Casa Civil). Não creio que haja chance de reconsideração", de JEAN PAUL PRATES // a aliados, antes da demissão da Petrobras. 

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Depois de um ano e meio da explosão da crise que levou a Americanas à recuperação judicial, nenhuma das investigações em curso (PF, MPF e CVM) foi concluída. Mas internamente, o esquema de fraude resultou até agora um total de 60 demissões, a maioria por justa causa. 


Mais: entre os demitidos, fora a antiga diretoria, a maioria era de gerência média e trabalhava na área financeira (controladoria, contabilidade e tesouraria). Mais: a Americanas fechou todas as filiais da Americanas Local, formato reduzido de lojas de conveniência para alimentação, criada há oito anos.


Ano de estreias

Considerada uma das melhores atrizes de sua geração, Alice Wegmann, 28 anos, ficou bem conhecida por suas personagens fortes como Maria de Onde Nascem os Fortes fala sobre suas personagens e sobre sua vida à revista Glamour, do qual é uma das capas. “Reconheço os meus privilégios e sei que é muito difícil viver de arte no Brasil. Eu tive a sorte de ganhar boas oportunidades na vida, mas sabia aonde queria chegar. Quis conduzir minha carreira de acordo com o que falava com o meu coração e o que tem propósito. O que essa personagem vai mudar na vida das pessoas? O que ela vai ensinar? Novamente, é um recorte de privilégio, mas, enquanto tiver chance, tenho que aproveitar. Quero trabalhar com o que me emociona, me diverte e, sobretudo, me ensina”. Longe da TV aberta desde 2019 ela tem se dedicado ao cinema ou produções para plataformas de streaming. “É o ano em que mais terei estreias. Concretizarei o que estive trabalhando até aqui. A gente se envolve tanto nos projetos e nas personagens que não tem essa oportunidade de vê-los de fora. Agora, já não há mais uma expectativa tão grande em cima de uma obra em si, porque já foi feita há muito tempo. É como se eu fosse uma espectadora também”. Sobre planos para o futuro: quer trabalhar bastante para depois poder se dedicar a maternidade. “É um desejo que eu tenho. Sempre quis maternar. Considero até congelar os óvulos daqui uns dois anos. Penso em ser mãe daqui uns cinco, sete, talvez quando eu tiver uns 35. Sinto que ainda tenho muita coisa para realizar antes, sabe? Quero estar muito dedicada a isso quando acontecer, e ainda não estou pronta”.

Depois do PCC é hora do PCP


Como se não bastasse o PCC, agora tem também o PCP (Primeiro Comando Puro), uma dissidência da maior facção criminosa do Brasil, que já teria quase mil integrantes. A Polícia Federal investiga um grande esquema de tráfico de armas e contrabando de mercadoria ao longo do Rio Paraná, montado em parceria por membros do PCP e criminosos paraguaios. Segundo a PF, a logística é de primeira: portos flutuantes clandestinos, pistas de pouso em áreas de fronteira e barcos infláveis, com motores acima de 90 HP, que se deslocam rapidamente em afluentes do Paraná e dificultam a abordagem das forças de segurança. Até então, o crime organizado operava principalmente através da infiltração na áreas políticas, de segurança pública e no Judiciário. Agora, se arroga a construir a logística para suas operações. Daqui a pouco vira um “ministério da infraestrutura ilegal”, capturando até  funções do Estado para seus fins.  


De surpresa

Jean Paul Prates foi apanhado de surpresa por sua demissão feita pelo presidente Lula da presidência da Petrobras por não se entenderem e também por atritos com outros ministros. A “demora de entrega de promessas” foi anunciada como motivo de sua demissão, mas o que valeu mais foi a pressão dos ministros Alexandre Silveira (Minas e Energia) e Rui Costa (Casa Civil), que teria indicado a sucessora Magda Chambriard, 66 anos, engenheira civil, que já comandou a Agência Nacional do Petróleo no governo Dilma. Detalhe: ela terá de rezar na cartilha de Lula – ou cai fora. Ele que discutir menos e mandar mais. 


Embaixadora da marca

A surfista Maya Gabeira, recordista da maior onda já surfada por uma mulher, porta-voz da Unesco, da ONU, e do projeto Sea Beyond, acaba de ganhar mais uma função: será uma das embaixadoras da marca de moda esportiva e fitness Live! A marca brasileira criada em 2002 por Joice e Gabriel Sens tem 250 lojas espalhadas pelo Brasil e quatro nos EUA (em Miami, San Diego e Los Angeles), além de um e-commerce.  E quer abrir mais de 50 lojas no Brasil ainda em 2024. A empresa que fabrica mais de 93% de seus produtos em terras brasileiras busca sempre se associar à gente que reforcem o propósito de leveza e bem-estar, incentivando todo mundo a seguirem no caminho da prática de esportes para ter uma vida mais ativa e saudável. No ano passado a Live! faturou cerca de R$ 500 milhões. 


In – Chá de eucalipto 
Out – Chá de pimenta rosa
 


Boca-mole

Nesse período de fritura e demissão de Jean Paul Prates da presidência da Petrobras ninguém voltou a falar no nome de Aloizio Mercadante, presidente do BNDES para assumir a presidência da estatal do petróleo. Na época, o ministro Fernando Haddad (Fazenda) era radicalmente contra essa possibilidade. Outro motivo, foi o próprio Mercadante ter chegado a Prates e avisando que havia sido cogitado pelo governo para substituí-lo. Pecou pela boca mole e permanece no BNDES. De quebra, à essa altura, ninguém se atreveu a pronunciar o nome de Guido Mantega.

 

 


"Pensamento  de  cavalo"

Na semana passada, antes da retirada do cavalo Caramelo, do telhado de uma casa em Canoas, Lula disse que havia ido dormir “inquieto” por não saber o que o cavalo “ilhado”, devido às enchentes, “pensou no momento”. E emendou junto a repórteres: “Eu fico imaginando se aquele cavalo pensava como a gente imagina que são os pensamentos, o que aquele cavalo estava pensando? Sozinho, em cima de um telhado, eu não sei como aquela telha de brasilit não quebrou”. Depois que o cavalo foi resgatado (por bombeiros de São Paulo, enviados por Tarcísio de Freitas) Lula disse que também espera que “ninguém monte no cavalo porque ele merece um bom descanso”.


Pérola


“Minha missão à frente da Petrobras foi precocemente abreviada na presença regozijada de Alexandre Silveira (ministro de Minas e Energia) e Rui Costa (Casa Civil). Não creio que haja chance de reconsideração”,  de JEAN PAUL PRATES // a aliados, antes da demissão da Petrobras. 

FICOU  DE  FORA

A primeira-dama Rosângela da Silva, a Janja, que havia movimentado até o Comando do Sul do Exército para socorrer o Caramelo (o animal emagreceu 40 quilos), ficou decepcionada por não ter sido convocada para assistir de perto o processo de salvamento do cavalo. Ela achava que os bombeiros do Exército é que iriam comandar a operação: queria ter mais participação. Até aliados ironizam essa novela equina e espalham nas redes sociais que tão logo o Caramelo “se recupere”, já poderá receber “uma  visita da primeira-dama” (há, inclusive, cartoons nas redes). 


Eleições  adiadas

A tragédia provocada pelas chuvas no Rio Grande do Sul levou lideranças gaúchas a defenderem discussões sobre o adiamento das eleições nos 497 municípios do estado (estão marcada para 6 de outubro e 27 de outubro, onde houver segundo turno). Como argumento, citam que muitos locais de votação como escolas, foram destruídas pelas chuvas e que não haverá ambiente para uma campanha eleitoral, por conta das mortes, desaparecidos, 538 mil desalojados e 76 mil em abrigos. E já se fala para nova data no primeiro semestre de 2025, “se as pessoas já tiverem voltado às suas casas”. 

CONFIANÇA

Em meio à tragédia que atinge o Rio Grande do Sul, os presidentes da Câmara, Arthur Lira e do Senado, Rodrigo Pacheco, optaram por não comparecer a evento para a qual foram convidados a participar em Nova York, no começo da semana. Eles eram aguardados para palestras e encontros com empresários num evento promovido pelo Lide, grupo de relações públicas do ex-governador de São Paulo João Doria. Lira alegou motivos pessoais, que não é de bom tom (especialmente em cima da data). Já Pacheco garantiu que “não havia confirmado sua presença em nenhum momento”, o que cria um tropeção na confiança da entidade promotora.


"Fusca elétrico"

Há um contencioso entre a chinesa Great Wall Motors (GWM) e a Volkswagen no Brasil. No setor, aposta é que a GWM está criando dificuldades para, posteriormente, vender o que já está sendo chamado de “Fusca elétrico”. Trata-se de um veículo que tem design de Fusca, potência de Fusca, preço de Fusca, mas os chineses garantem que não é Fusca. A Volkswagen entrou na Justiça exigindo a suspensão do projeto, alegando que o automóvel “é uma cópia descarada” de seu icônico carro. A GWM conseguiu uma primeira vitória no TRF-2. Mas, vai que os asiáticos fazem um acordo (com alguma compensação) para repassar à Volkswagen o direito de produzir “o Fusca que não é Fusca”. 

BEM PROTEGIDA

Em meio à tragédia das enchentes no Rio Grande do Sul, o presidente foi a Maceió, na semana passada, participar de cerimônia de assinatura de ordem de serviço para o início das obras de construção do Trecho V do Canal do Sertão Alagoano e entregar unidades habitacionais do programa ‘Minha Casa, Minha Vida’. A recepção não foi a mais amistosa. Num dos principais viadutos da cidade, havia uma grande faixa onde se lia “Maceió não gosta de ladrão”. E para não dar espaço para a faixa ser retirada, bolsonaristas ficaram se comunicando antes  por celular e se amarraram a faixa quando Lula estava perto e ninguém ameaçava a faixa.


MISTURA FINA

A HORDA  digital do bolsonarismo encomendou um estudo para desmoralizar o Conselhão. A ideia é demonstrar que o órgão festejado de aconselhamento democrático até hoje não emplacou quase nenhuma iniciativa no governo. Só planos, intenções e outras informações do gênero. Em janeiro, circulou a fake news de que cada integrante do Conselhão receberia um salário mensal de R$ 60 mil. Pode ser um sonho dos antigos participantes do Conselhão, extinguido por Jair Bolsonaro, depois recriado por Lula. 

DEPUTADOS e senadores estão correndo para reinstalar às pressas a Comissão Mista sobre Mudanças Climáticas, que existe desde 2008. Só depois das primeiras mortes no Rio Grande do Sul é que os parlamentares se mexeram para ativar a comissão que, até agora, só serviu para eleger a deputada Socorro Neri (PP-AC), presidente com os senadores Humberto Costa (PT-PE) na vice e Alessandro Vieira (MDB-SE) como relator. Após três anos de inatividade, o colegiado voltou a ser instalado em 2023: cinco reuniões e nenhuma decisão. 

A BUSER startup de venda de passagens de ônibus, é a queridinha do momento da Faria Lima. A informação que corre é que um bancão de investimentos está rondando a empresa, tentando antecipar seu IPO. O fundador, Marcelo Vasconcelos, costuma dizer que a abertura do capital está no radar, mas não para agora. O mercado já vê o carimbo de “unicórnio” na fuselagem dos ônibus da Buser, enquanto o valuation da empresa já passa de US$ 1 bilhão. 

A INVESTIDA sobre a International Paper sugere uma guinada na estratégia de expansão internacional da Suzano. Por enquanto, será engavetada a aquisição de uma fabricante de papéis tissue (tecido, na tradução livre). Nos últimos meses, a Suzano sondou companhias europeias e asiáticas. Uma delas, Vinda acabou vendida para a RGE, de Cingapura. O investimento numa empresa de tissue de grande porte não sairia por menos de US$ 3 bilhões. A Suzano não terá fôlego nessa área caso sacramente comprar a International Paper, negócio de US$ 15 bilhões. 

 

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ARTIGOS

Reflexões sobre a inteligência artificial na Justiça

20/05/2024 07h30

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O Ministro do Supremo Tribunal Federal Luis Roberto Barroso se manifestou na Corte Interamericana de Direitos Humanos, em São José, na Costa Rica, dizendo que “em breve, a inteligência artificial escreverá sentenças.”

O idealismo e entusiasmo do Ministro é para preocupar (e muito) administradores da justiça, aqui composto pela Advocacia, membros do Ministério Público, da Magistratura e da Defensoria Pública, assim como todo o jurisdicionado e sociedade civil, com o discurso entusiasmado do Ministro no sentido de que o STF brasileiro está investindo na inteligência artificial nas decisões da Corte, em razão da massificação dos recursos. 

Por primeiro é preciso deixar esclarecido que a Democracia é feita de seres humanos e não existe máquina que seja capaz de substituí-la.

Não é possível um sentimento de paz a um jurisdicionado que venha buscar na interpretação das leis, através do ser humano, a sua verdadeira essência de Justiça. Afinal, as leis são feitas pelo ser humano, e cabe a nós interpretá-las.

A fala do Ministro Barroso em defender robotização da Justiça é um erro. É impossível se fazer justiça através de um cálculo matemático de algoritmos em softwares sem que haja análise de fatos e interpretações de circunstâncias humanas que levem a um resultado que só um ser vivo seja capaz analisa-lo, seja em decisão de um único magistrado, seja em decisão de um colegiado.

A fala do Ministro teve como justificativa o avanço da tecnologia ao dizer que “O telefone fixo tradicional levou 75 anos para atingir 100 milhões de usuários. O telefone móvel levou 16 anos. A Internet levou sete anos. O ChatGPT atingiu 100 milhões de usuários em dois meses.” 

Oras bolas, estamos vivendo uma era em que somos experimentados pela inteligência artificial, sem sequer nos perguntarmos se concordamos com isso, e estão nos empurrando goela abaixo uma administração da justiça em que as pessoas acreditam, e tem boa-fé, que seus recursos serão analisados, mas que na verdade são colocados na guilhotina, ou melhor, na caixa de spam. 

Pense bem Ministro Barroso ao defender a robotização da justiça. Imagine o senhor ser corrigido por um programa de computador, construído por alguém que não gosta das suas ideias de justiça e nem da sua formação, ao escrever bem grande na tela quando o senhor for lançar a sua assinatura em uma decisão, e o computador disser que houve falha no sistema, porque não gostou da sua interpretação.

A bem da verdade é que o idealismo do acesso à justiça que tomou corpo há cerca de 30 anos, com a ideia (e concretização) da criação dos Juizados Especiais, migrou para as Varas Residuais, superlotando e agora afogando o Poder Judiciário, e o discurso do acesso se incorporou na sociedade sem que a Justiça tivesse um plano futuro para atender todas as demandas que a ela chegasse. 

Com dizia Carlos Drummond de Andrade, “E agora, José?... Com a chave na mão, quer abrir a porta, não existe porta. Quer morrer no mar, mas o mar secou.”

É isso mesmo que está acontecendo, o idealismo do acesso à justiça entregou chaves a toda a sociedade, dando expectativa ao cidadão que iriam atender as demandas, mas que a Justiça não foi capaz de apresentar as portas capazes de serem abertas, e muito menos janelas, paredes e telhados.

O recado da inteligência artificial em decisões judiciais na Suprema Corte, dado pelo chefe do Poder Judiciário brasileiro, vai impactar na conscientização dos juízes de primeiro grau, a fim de que, inclusive, venham haver sentenças proferidas pela I.A., tornando menos necessário o ser humano, o intelecto, o conhecimento, o estudo e a criação de novas ideias, gerando um sucateamento futuro do Poder Judiciário, a fim de que haja o barateamento da justiça em troca da máquina, o que, diga-se de passagem, já é uma realidade no comércio e nos bancos, e que agora chega na democracia.

As palavras efusivas sobre a prolação de sentenças pela inteligência artificial do Ministro Barroso, mais parece um discurso de alívio para justificar a falta de capacidade da Justiça em construir um sistema de justiça seguro, concreto e efetivo em atender todas as demandas que chegaram ao Poder Judiciário ao longo dos últimos 30 anos, e agora que se tem a Inteligência Artificial como a “tábua de salvação” para esquecermos que demos as chaves para o acesso à justiça e não estamos sendo capazes de atender de forma humana a quem foi feita uma promessa.

CLÁUDIO HUMBERTO

"Primeira vez que vejo um petista falando a verdade"

Flávio Bolsonaro (PL-RJ) sobre Paulo Pimenta ter dito que o governo perdido no RS

20/05/2024 07h00

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Gaúchos refutam ‘biônico’, mas têm mais a fazer

Líderes políticos e empresariais gaúchos rejeitam e até consideram uma “violência institucional” em que Lula impôs um “governador biônico” ou “paralelo” para disputar espaço político com o governador Eduardo Leite (PSDB), eleito em 2022. O candidato do PT ficou em 3º. Mas todos estão mais preocupados com a reconstrução do Estado, deixando a polêmica de lado. O “biônico” Paulo Pimenta ambiciona o governo em 2026 e terá o papel de distribuir dinheiro e favores em 2024, ano eleitoral municipal.

Governador eleito

O vice-governador Gabriel Souza lembrou apenas, sem polemizar, que o governador eleito é Eduardo Leite e cabe a ele liderar a reconstrução.

Piratini não abre mão

“Não podemos fazer nada sobre decisões do governo federal”, diz o vice, deixando claro que o Piratini não abrirá mão de suas prerrogativas. 

Leite ficou inerte

Aliados acham que Eduardo Leite deveria ter abandonado o palanque de Lula em São Leopoldo, na quarta, quando fez uso eleitoral da tragédia. 

Violência institucional

Para que a morte do seu governo não seja decretada, amigos pedem a Leite que recuse disputas com o “biônico” Pimenta por espaço político.

Servidora ocupa imóvel funcional há mais de 50 anos 

Uma servidora pública ocupa desde 1973 imóveis funcionais do governo federal. Aposentada, não é possível saber a função de Vera Lúcia Riani, inquilina da União, já que o campo é marcado como “função inexistente” no Portal da Transparência, que registra ainda que ela ocupa o mesmo imóvel, sem ser incomodada, desde outubro de 2010. Há ainda outros três inquilinos que desfrutam da regalia desde os anos 1970. Todos vinculados ao Ministério da Defesa. Ao menos dois são pensionistas.

Inquilino secreto

Há casos nebulosos, como um imóvel ocupado desde julho de 1980, que tem CPF, cargo, nome e vínculo escondidos. Tudo taxado como “sigilo”.

Milicos dominam

Outros cinco imóveis são ocupados desde os anos 1980. Mais quatro têm inquilinos desde os 1990. A maioria vinculada aos militares.

Pequena cidade

O governo federal tem 1.345 imóveis funcionais, a maioria em áreas nobres de Brasília. Boa parte, 1.057, está ocupada por servidores.

TSE sob pressão

O Tribunal Superior Eleitoral retoma nesta terça (21) o julgamento do recurso à absolvição do senador Sérgio Moro (União-PR) no TRE-PR. É forte a pressão do Planalto para reverter a tendência de a absolvição ser confirmada, até pelas acusações sem amparo nos fatos ou na lei.

Pacheco errou

Para o deputado Joaquim Passarinho (PL-PA), deveria ser devolvida a proposta de Lula para tornar ainda mais caro o emprego, com a reoneração da folha dos 17setores que mais empregam na economia.

Lobby na agenda

A Câmara discute nesta terça (21) projeto que é exemplo de lobby da indústria farmacêutica tentando reduzir custos: dispensa bulas impressas em medicamentos que disponibilizem bulas em QR Code na embalagem.

São Paulo presente

Bombas da Sabesp, companhia de saneamento de São Paulo, vão atuar na drenagem de água do Rio Grande do Sul. Estados como Alagoas e Ceará também vão mandar equipamentos para auxiliar no serviço.

Desemprego cai no DF

O Distrito Federal está entre as oito unidades da federação que registraram recuo no desemprego no último trimestre, segundo o IBGE. O percentual da população desempregada no DF caiu para 9,5%.

Mudou de ideia

Relator do projeto da desoneração, Efraim Filho (União-PB), agora elogia o “acordo construído a muitas mãos” e a “excelente condução” de Rodrigo Pacheco. Até dias atrás criticava o tapetão do governo no STF.

Tiro amigo

Para o Pastor Silas Malafaia, “lamentavelmente temos uma direita vagabunda e venal que se vende por cargos, é só ver a aprovação do DPVAT. O acordo com o governo [sobre desoneração] é uma vergonha”.

Política como ela é

Acredito que o Congresso reagiu e pressionou o governo a buscar um acordo [no caso da desoneração]”, diz o senador Plínio Valério, o qual só se concretizou devido à manifestação clara de insatisfação dos líderes”.

Pensando bem...

...acabou que o acordo não acordou ninguém.

PODER SEM PUDOR

Greve teatral

O Ato Institucional nº 5, que revogou as liberdades democráticas no Brasil de 1968, levou muitos adversários do regime militar à cadeia. Entre eles Carlos Lacerda, que resolveu iniciar uma greve de fome no cárcere. O médico e amigo Antônio Rebello, que monitorava o pulso de Lacerda, começou a ficar preocupado e vivia implorando para que o líder carioca suspendesse a greve. Um dia fez uma comparação definitiva: “Você está tentando fazer Shakespeare no País da Dercy Gonçalves!” Percebendo o ridículo da situação, Lacerda deu uma risada e desistiu da greve na hora.

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