Colunistas

Cláudio Humberto

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"Não sabemos até quando ele ficará preso"

Deputado Gustavo Gayer (PL-GO) critica a Justiça após prender o presidente do partido

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Tarcísio tem maior potencial de votos que Michelle


Além do ex-presidente Jair Bolsonaro, decretado inelegível pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em 2023, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Rep), é o candidato de oposição com o maior potencial eleitoral contra o presidente Lula (PT) em eventual disputa pelo Planalto, em 2026. Tarcísio tem rejeição menor que Michelle Bolsonaro (36,6% a 47,6%) e no quesito “poderia votar” já registra empate técnico com a ex-primeira-dama (44,3% a 46,1%), segundo o Paraná Pesquisas.

Bom e ruim


Enquanto apenas 2,7% dos eleitores dizem não conhecer o suficiente sobre Michelle para opinar, 14,1% dizem o mesmo sobre Tarcísio.

Com certeza


Lula registra 28,6% de eleitores que “com certeza” votariam no petista. Bolsonaro tem 26,4%; Tarcísio, 3,5% e Michelle 2,7%.

De jeito nenhum


Lula e Bolsonaro empatam tecnicamente na rejeição: 46,9% não votam de jeito nenhum no petista e 47,8% não votam no ex-presidente.

Conhecidíssimos


Nenhum (0,0%) dos 2.026 entrevistados na pesquisa disseram desconhecer Lula e 0,1% desconhecem Jair Bolsonaro.

Bahia: no carnaval, PT usa deboche contra o crime


O governador da Bahia, Jeronimo Rodrigues (PT), colocou em prática sua “importante medida para segurança”, no Carnaval: proibiu pistolas d'água em festas de rua. A gestão do debochado governador e antecessores desde 2007 não impediram 92.335 homicídios na Bahia desde que o PT assumiu. Foram 39.057 mortes só nas duas gestões de Jaques Wagner. Esse número subiu para 48.423 na época de Rui Costa, hoje chefe da Casa Civil. Jerônimo registrou 4.855 homicídios em 2023.

É brincadeira?


O petista, que parece brincar de governar, disse que a proibição das pistolas d’água seria para “combater o machismo”. Já os assassinos... 

Homicídios dobraram


A taxa de homicídios na Bahia, que era de 23,5 para cada 100 mil habitantes em 2006, bate recorde e mais que dobrou para 47,1.

Cidade inteira


O total de assassinados nos governos do PT equivale à população da maior parte dos municípios, como o baiano Santo Antônio de Jesus.

Briga de egos


As relações difíceis entre os ministros Fernando Haddad (Fazenda) e Alexandre Padilha (Relações Institucionais) dificultaram os acordos entre o governo e o Congresso. Há ali uma insuperável disputa de egos.

Sobe e desce


Em relação ao último levantamento nacional Paraná Pesquisas sobre a disputa pela Presidência em 2026, em março do ano passado, Lula perdeu 0,9 ponto e Jair Bolsonaro cresceu 2,7 pontos.

Direitos sacrificados


Presidente do Partido da Causa Operária (PCO), de extrema-esquerda, Rui Costa Pimenta é contra “sacrificar os poucos direitos democráticos que temos para deter uma figura grotesca como o Bolsonaro”, disse.

‘Rachadones’ livre


Inconformados com a prisão do presidente do PL, Valdemar Costa Neto, deputados do partido lembravam ícones da impunidade, como André Janones (Avante-MG), que, mesmo gravado ordenando “rachadinha” em seu gabinete, nunca foi distinguido com operação ordenada pelo STF.

Amentando o cordão


Após abrir o ano com discurso atípico de enfrentamento ao STF, o ultra-governista presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, voltou a defender Lula: “minha obrigação é ajudar o presidente Lula a governar esse país”.

Golpe ou ‘gópi’?


Voltaram a circular notícias de 2017 citando relato do general Eduardo Villas Bôas sobre sondagens de políticos da esquerda para decretar “estado de defesa” dias antes do impeachment de Dilma Rousseff.

Já foi país do samba


“A perseguição implacável contra Bolsonaro, sem fundamento mínimo, aniquila a imagem do Brasil perante o mundo, colocando o País como império do ódio, vingança e justiça parcial”, diz Bibo Nunes (PL-RS).

Sul ao contrário


Autoridades alertam para a onda de calor em... Porto Alegre (RS). As temperaturas devem continuar a subir, com máximas até acima dos 40°C nas áreas próximas à capital gaúcha nos próximos dias.

Pensando bem...


...até para a extrema-esquerda, prender Bolsonaro pelo 8 de janeiro é extremo demais.

PODER SEM PUDOR


Um tricolor doente


Além da salutar irreverência, o genial pianista Arthur Moreira Lima é reconhecido, talvez, como o mais “doente” dos torcedores do Fluminense do Rio. Certa vez, ao ser apresentado a um conhecido e respeitado embaixador brasileiro, o músico ouviu do diplomata: “Muito prazer, Vasco Leitão da Cunha.” Arthur respondeu de “bate-pronto”: “Prazer, Fluminense Moreira Lima!”

ARTIGOS

Caminhos da vida

24/02/2024 07h13

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A confiança é a virtude das pessoas que buscam caminhos que desafiem sua fé e seu amor ao próximo. São lutadoras e vencedoras. São pessoas conscientes de suas fraquezas, mas também de suas forças.

Pessoas que alimentam um grande amor em assumir certos desafios não comuns e, por isso mesmo, próprios de pessoas corajosas e destemidas. São pessoas confiantes na bondade de Deus e em suas limitadas capacidades.

Não olham para trás. Não duvidam em seus passos. Por mais difícil que seja a situação que se apresenta, vão enfrentando e assumindo.

Com certeza, vale a pena permanecer nessa fidelidade e nessa confiança, pois algo permanece evidente e ilumina seus passos. É Deus presente e caminhante no mesmo caminho.

Esse Deus é quem confia na gente. Confia em todas as pessoas que amam desafios, que valorizam talentos e que apostam em decisões corajosas.

Permito-me buscar na Bíblia Sagrada um exemplo de confiança em Deus e de perseverança na missão. A pessoa de Abraão mostra claramente o que pode realizar um ser humano depois que tenha se deixado atrair e amar por Deus.

Pessoa de idade avançada. Sua esposa também. Não tinham filhos. Nessa situação, são surpreendidos por Deus, que lhes faz um convite: deixar sua terra, suas posses, seus escravos e tudo o que possuíssem.

Como recompensa, receberiam uma descendência sem limites. Em uma região em que se encontrava, não seria muito confiável um chamado desses. Mas ele acreditou na palavra de Deus, confiou no chamado, deixou tudo e seguiu.

Teve um filho. Um filho amado e querido. Esperança de mais riquezas e grandezas. 

E veio mais uma surpresa. Deus lhe pede o sacrifício desse filho, Isaac. Proposta terrível. Apunhalou o fundo da alma. Ainda não havia findado a celebração por ter um filho, vem esse pedido sem possibilidade de volta.
Confiar em Deus. Essa a hora terrível.

Mas havia jurado fidelidade na confiança ao Deus de seus pais. Com o coração sangrando de dor, chama o filho e tudo prepara para o sacrifício. Imaginemos a situação desse pai.

A figura da mãe não aparece. Sua dor era mais cruel do que a do pai. Quem fala aqui é o silêncio. E no momento crucial, vendo a fidelidade se concretizando, Deus envia seu mensageiro e coroa essa submissão de Abraão com o cordeiro imolado, como meio de salvação da humanidade. Vem a recompensa da confiança jurada.

Nesse tempo da quaresma, torna-se recomendável a cada ser humano se colocar junto dessa figura de Abraão e analisar as possibilidades de encontrar momentos de reflexão, até mesmo de contribuir em gestos e atitudes de solidariedade com os mais necessitados.

Existem hoje também muitas pessoas que, como Sara, conseguem gerar bondade, mansidão, generosidade e salvação.

Existem outras muitas pessoas que não aceitam sair de seu comodismo, de seus vícios e de seu egoísmo, pouco se importando com as necessidades alheias. E Deus continua amando e solicitando cooperação e empenho na difusão do bem, da verdade e da salvação da humanidade.

 

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artigos

O papel do G20 no enfrentamento dos desafios globais

resposta do G20 à pandemia ilustra tanto seus pontos fortes quanto suas limitações

23/02/2024 07h20

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Conforme nos aproximamos de mais uma cúpula do G20, as expectativas se tornam altas para que os líderes globais apresentem soluções concretas e ações coordenadas que abordem os problemas mais prementes do nosso tempo.

A pandemia de Covid-19, em particular, destacou a necessidade de uma cooperação internacional mais forte e eficaz, não apenas para combater crises de saúde global, mas também para garantir a recuperação econômica de forma inclusiva e sustentável.

A resposta do G20 à pandemia ilustra tanto seus pontos fortes quanto suas limitações. Por um lado, o grupo se comprometeu a mobilizar recursos substanciais para apoiar a economia mundial, facilitar o comércio internacional e fornecer financiamento para o desenvolvimento de vacinas.

Por outro lado, a pandemia também expôs diferenças significativas entre os membros do G20 em termos de capacidades de resposta à saúde, políticas econômicas e prioridades estratégicas, o que, por vezes, dificultou uma ação coordenada.

A crise climática é outro teste crítico para a eficácia do G20. Com os membros do grupo responsáveis por uma grande parte das emissões globais de carbono, a sua capacidade de chegar a um consenso sobre a redução de emissões, o financiamento de tecnologias limpas e o apoio à transição energética em economias em desenvolvimento é fundamental para o futuro do planeta.

As recentes cúpulas têm visto promessas renovadas e compromissos para combater a mudança climática, mas a implementação efetiva desses compromissos permanece um desafio significativo.

Além da economia e do meio ambiente, o G20 tem um papel vital a desempenhar na promoção da igualdade e da inclusão global. Isso inclui esforços para reduzir a desigualdade econômica entre e dentro dos países, melhorar o acesso à educação e à saúde e garantir que os benefícios do crescimento econômico e da inovação tecnológica sejam compartilhados mais amplamente.

O G20, com sua capacidade de reunir as principais economias do mundo, tem um papel fundamental na formulação de políticas que moldam o futuro econômico e social global.

No entanto, para manter sua relevância e eficácia, o grupo deve abordar críticas sobre sua representatividade e seu processo de tomada de decisão, enfrentar as divisões internas com uma visão unificada e, acima de tudo, agir com urgência para enfrentar os desafios globais com soluções globais.

À medida que o mundo continua a enfrentar crises interconectadas, a necessidade de uma liderança coletiva e decisiva nunca foi tão crítica. O G20 tem a oportunidade – e a responsabilidade – de liderar esse esforço.

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