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GIBA UM

"O judiciário acaba mais exposto se tiver que regular essas relações de inteligência artificial...

...pela falta de uma legislação. Sem leis, o Judiciário constrói regras do país por causa dessa omissão", de RODRIGO PACHECO // presidente do Senado.

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A recente determinação do STF, obrigando a Bayer a depositar em juízo valores cobrados ilegalmente pelo uso de duas patentes da soja intacta, está longe de encerrar um dos maiores contenciosos do agronegócio. Ao contrário: a decisão abriu uma nova frente de batalha entre a companhia e produtores rurais, representados pela AProsoja-MT.

Mais: no setor, há relatos de que a Bayer estaria usando de ziguezagues jurídicos para driblar a sentença do Supremo e protelar a restituição dos pagamentos indevidos. Uma das estratégias criada pela companhia é a divisão das causas em ação simultâneas para dificultar a execução das cobranças. Outra é questionar os valores exigidos.

Contato com a natureza

A übermodelo Gisele Bündchen que conseguiu arrecadar pouco mais de R$ 4,5 milhões para as vítimas das enchentes do Rio Grande do Sul, seu Estado Natal ainda esconde alguns segredos que aos poucos vai revelando. Garota-propaganda mais uma vez da Colcci e agora o novo rosto da grife londrina Vaara, que tem  seu foco em roupas esportivas e confortáveis. Voltada para o bem-estar Gisele firmou uma parceria com a Gaia Herbs para ser sua primeira Embaixadora. “Aprendi sobre ervas com minha avó, que tomava chá para tudo. Ela não era fitoterapeuta, mas conhecia o poder das plantas e, quanto mais eu aprendia, era como se um mundo totalmente novo se abrisse para mim.” E completa: “Vivendo uma vida agitada, você deve priorizar o cuidado de si mesmo. Para construir uma base sólida é fundamental priorizar a saúde. O tempo é precioso e as práticas de bem-estar devem ser colocadas na sua agenda para que você possa estar presente para você, sua família, seu trabalho e tudo o que uma vida agitada traz. Gosto do ditado do avião que diz que primeiro você deve colocar oxigênio em si mesmo e depois ajudar os outros”. Para quem não sabe Gisele costuma praticar meditação as 5h00 e em todos os lugares busca um espaço de grama ou areia onde possa ficar de pé e se sentir conectada à terra. “Passe um minuto respirando fundo algumas vezes, isso mudaria o seu dia e mudaria a sua vida. Se continuarmos gastando nossa energia, não teremos mais”.

Tragédia do clima fora da inflação

O dinheiro da recuperação do Rio Grande do Sul nem chegou e já deixou de ser um problema fiscal, pelo menos de ordem contábil. Assim como os gastos extraordinários com a tragédia climática serão aparteados do cálculo da meta fiscal, outras flexibilizações similares povoam discussões no governo. Uma medida compreensível seria expurgar da inflação os efeitos da catástrofe. Trata-se de uma situação extraordinária e como tal deveria ser tratada, por conter um efeito cascata negativo sobre reajustes indexados à inflação. O IPCA deságua no salário-mínimo, na Previdência e nos contratos de aluguel, por exemplo. Há ainda a hipótese do Ministério da Fazenda aumentar os subsídios para além dos já definidos em relação à cesta básica. A queda da inflação no mês passado foi anterior à tragédia do Rio Grande do Sul. Haverá importação de alimentos não planejadas e redução de  itens produzidos pela indústria gaúcha. 


Não reconhecida

Ainda a conversa clima-inflação: há o fator percepção da população, que impacta na visão sobre alta dos preços. É como se os preços até caíssem em função das medidas emergenciais e os consumidores, influenciados pelo cenário, não reconhecessem a queda. Na recente amostragem da Quaest, 43% disseram que a taxa do desemprego subiu, o que não é verdade – subiu razoavelmente. Contudo, as pessoas acham que estão certas. Vai e vem volta-se à comunicação do governo. Se não for bem feita, a oposição incendiará as redes sociais. 

Nada é descartado

Após provarem que eram somente boatos para ganhar as páginas de revistas, as apresentadoras Angélica, Eliana e Xuxa  chamadas de rivais e  provarem que são amigas fora da tela, e agora com a confirmação da contratação de Eliana pela Globo começam a ser ventilado que as três estariam no comando do Saia Justa. Sobre a possibilidade de ter um programa juntas Angélica  se empolga: “Estamos muito abertas a isso, tanto que eu fiz a série com a Xuxa. Mas nunca teve um projeto, nunca teve nada. Pode ser que aconteça, pode ser que seja legal as três juntas, mas pode ser que separadas também seja muito bom, porque separar essa energia em lugares diferentes, passando uma mensagem parecida, mas em lugares diferentes. Eu não descarto jamais que a gente possa fazer um programa especial juntas ou um projeto”. No mês passado o grupo Globo confirmou que a jornalista Rita Batista, uma das apresentadoras do É de casa se juntaria a Bela Gil e Gabriela Prioli no programa da GNT,  só que  possibilidade de ter as loiras ainda não foi descartada. 

In – Programa TV por assinatura: Quilos mortais
Out – Programa TV por assinatura: Os muquiranas

Papagaio

Assessores do próprio governo petista têm conversado que o ministro-chefe da Casa Civil, Rui Costa, vem ganhando espaço com Lula, mesmo com a antipatia de outros colegas de ministério. O presidente agora sempre o leva em algum evento, foi com ele a São Leopoldo e Costa deverá coordenar as remessas de dinheiro para o Rio Grande do Sul. E mais: o ministro vem repetindo frases quase sempre usadas pelo chefe. É o máximo da sua demonstração de sua fidelidade – e já pensa nas de eleições de 2030.

Bons de foto

Além do próprio Lula, os presidentes da Câmara e do Senado, Arthur Lira e Rodrigo Pacheco, respectivamente, também devem capturar algum ganho político das medidas adotadas para a reconstrução do Rio Grande do Sul. O Congresso já autorizou exclusão de recursos enviado ao estado da meta fiscal e já aprovou redirecionamento de emendas parlamentares. Traduzindo: Lira e Pacheco, além do dever cívico e compreensão humanista, vão tirar uma casquinha desse momento nacional. Chama a atenção, inclusive, o número de vezes que já apareceram ao lado de Lula no anúncio de medidas emergenciais, embora não tenham participação na busca de soluções para a destruição do estado do sul do país. 

PÉROLA

“O judiciário acaba mais exposto se tiver que regular essas relações de inteligência artificial pela falta de uma legislação. Sem leis, o Judiciário constrói regras do país por causa dessa omissão”, 

de RODRIGO PACHECO // presidente do Senado.


DEPOIS DOS 20 – 1

A experiência de reconstrução de uma cidade espremida entre rios e lagos e devastada por uma tragédia climática mostra que o processo de reerguer Porto Alegre será longo e complicado. Há quase 20 anos, Nova Orleans, na Louisiana (EUA) foi inundada pelas chuvas do furacão Katrina e apesar de investimentos pesados, problemas urbanos decorrentes da tragédia persistem. A ONG The Date Center estima que US$ 120 bilhões (R$ 612,9 na cotação atual) foram aplicados para remendar danos estimados em US$ 135 bilhões (R$ 689,5 bi). Foi uma mistura de verba estatal, seguradoras, fundos de doação, linhas de empréstimos, economia pessoais e até repasses de governos estrangeiros. 

Depois dos 20 – 2

Ainda Nova Orleans: só o novo sistema de diques e muros de contenção para proteção custou US$ 14 bilhões (R$ 71,5 bi) de recursos federais (o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite acha que com R$ 19 bilhões resolve tudo). Mais: o plano de recuperação agravou problemas de desigualdade e impediram a recuperação da cidade. A maioria dos que não conseguiram voltar é formada pelos mais pobres, especialmente negros. Os urbanistas dizem que Nova Orleans “agora é uma cidade mais branca e mais rica e não porque as pessoas ficaram mais ricas, mas por causa da renda per capita dos que puderam voltar e dos novos moradores”. 

QUERIA AFASTAR

Apesar da visibilidade que ganhou, ao ser designado para chefiar como Autoridade de Apoio à Reconstrução do Rio Grande do Sul, Lula queria mesmo afastar Paulo Pimenta da Secom, quase um replay da derrubada de Márcio França de Porto e Aeroportos para Pequena Empresa, sem orçamento nem relevância. Funciona quase como ouvidoria: só ouve e encaminha as demandas.  E só autorizou criação de uma estrutura de dez cargos. Quem vai mandar mesmo nos recursos (ainda não chegaram) é Rui Costa (Casa Civil). 

Tabaco ameaçado

A direção da BAT (British American Tabacco) do Brasil está preocupada com informações desencontradas sobre o impacto das enchentes nas plantações de tabaco no Rio Grande do Sul. O próximo ciclo de compra de insumos virou um voo às escuras. Primeiros levantamentos apontam que até um terço das lavouras do Vale do Rio Pardo, uma das principais fronteira do cultivo do fumo no estado, foram atingidas pelas inundações. O período de plantio é realizado nos meses de junho e julho. O Rio Grande do Sul responde por 40% da produção nacional do tabaco. 

“IMPOSTO DO PECADO”

Ainda o tabaco: qualquer redução na próxima colheita pode ter um considerável efeito sobre o custo da matéria-prima e do preço final do cigarro para o consumidor. Hoje, a discussão do BAT é outra: sobre o possível lobby pelo adiamento da entrada em vigor do “imposto do pecado”. O novo tributo com o aumento dos preços do fumo seria “punição demais” e a BAT quer um refresco. Pior é se uma parte expressiva da safra gaúcha já tiver virado cinzas. 

MISTURA FINA

NÃO chega a ser surpresa para ninguém: a Invepar empresa de investimentos em concessões, controladas pelos maiores fundos de pensão do país (Previ, Petros e Funcef) já acomoda muitos companheiros aninhados ao poder desde 2023. Luciana Okamoto, filha de Paulo Okamoto, presidente da Fundação Perseu Abramo, acaba de virar advogada da empresa. Ana Maria Énrica, ligada ao ex-tesoureiro do PT (condenado pela Lava Jato) João Vaccari Neto, foi alojada como gerente no compliance. Vaccari, à propósito, voltou a ter relações próximas com Lula. 

A BB Asset deverá aumentar sua aposta no setor de real estate. A gestora do Banco do Brasil estuda emissão de um segundo fundo “de tijolo”. Com base no primeiro, há duas semanas, há quem fale numa captação próxima de R$ 1,5 bilhão. O fundo BB Premium Mall (BBG11) levantou R$ 990 milhões, acima da oferta inicial de R$ 800 milhões. A  demanda pelos papéis bateu perto de R$ 1,2 bilhão. A Iguatemi, que prestou consultoria imobiliária para o BBG11, já está pronta para carregar os próximos tijolos com a BB Asset. 

NOS últimos tempos, nas mais conhecidas favelas que concentram os traficantes (e escondem bandidos) não são apenas sentinelas bem colocados nos morros que localizam ainda à distância a possibilidade de estar chegando quaisquer problemas. Agora, verdadeiro esquadrões de drones se espalham pelas comunidades procurando detectar previamente invasores, que podem ir da polícia até a blocos rivais bem armados. Pessoal ultra especializado é que comanda os aparelhos. 

A CLEARSALE, uma das maiores desenvolvedoras de software contra fraudes digitais e de score de crédito do Brasil virou um grande objeto de cobiça do setor. Além do Serasa Experidian, há outros dois interessados na aquisição do controle. O nome mais soprado é o do Boa Vista, que detém 15% do segmento de análise de crédito no país. Mesmo assim, o Serasa Experidian está na frente dessa corrida. Já concluiu um processo de due diligence na ClearSale. Controlada pelo sócio fundador Pedro Chiamulera, a empresa tem como acionista a Innova Capital, que reúne investidores como Jorge Paulo Lemann e Verônica Serra, filha do político José Serra. 

A DASA, da família Bueno, já teria saído em campo em busca de um comprador para sua operação de home care. Seria o primeiro movimento na estratégia de desmobilização de ativos menos rentáveis, que acabam por sobrecarregar o caixa da empresa. A Dasa encerrou 2023 com um prejuízo de R$ 1 bilhão. O aporte de R$ 1,5 bilhão feito no ano passado pelos Bueno e pela BTG não foi o suficiente para reduzir a alavancagem. Por isso, o clã deverá abastecer a companhia com nova injeção de capital – enquanto não consegue vender. 

ARTIGOS

Desinformação, fraudes e catástrofes: Como evitar prejuízos e golpes

10/06/2024 07h45

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Infelizmente, desinformação ou fake news não é mais um tema recente ou uma novidade a ser explorada, seja juridicamente ou socialmente.

Principalmente na última década, temos lidado de maneira recorrente com a disseminação de desinformação de questões políticas e até mesmo sanitárias, quem não se recorda do elevado número de compartilhamento de informações falsas durante a pandemia de covid-19?

A desinformação traz contornos de negacionismos científicos e, em muitos casos, contradiz estudos e fatos atestados por especialistas. Outro exemplo é o negacionismo em torno de mudanças climáticas. Embora os resultados estejam mais do que batendo em nossas portas, ainda há grande movimentação visando negar tais fatos.

Um dos impactos das mudanças climáticas assola o sul do país. A situação é extremamente desafiadora e demanda atenção de todos os setores da sociedade. Mesmo assim, há quem jogue contra, se utilizando da situação para divulgar informações falsas para reforçar narrativas políticas. O Laboratório de Estudos de Internet e Redes Sociais da UFRJ realizou uma análise[1] que demonstra que as oito principais narrativas de desinformação estão intimamente ligadas à polarização política vivida nas últimas eleições.

Não bastasse a disseminação de notícias e informações falsas, a situação também tem sido utilizada para a prática de fraudes. A mesma pesquisa do Laboratório de Estudos de Internet e Redes Sociais da UFRJ analisou anúncios conteúdos pagos e impulsionados nas redes sociais e levantou, no período de 06/05 a 08/05, 351 anúncios fraudulentos associados às enchentes de alguma maneira.

Embora haja ferramentas para moderação de conteúdo (e lembramos aqui que moderação de conteúdo não é necessariamente censura, uma vez que notícias falsas e discursos de ódio não são protegidos pela liberdade de expressão), postagens indevidas podem gerar grandes transtornos e prejuízos mesmo quando disponíveis por pequeno período, atrapalhando doações e tomadas de decisões importantes em meio à grave crise.

Os temas de moderação de conteúdo e responsabilidade das plataformas têm estado em pauta com frequência, muito em razão deste cenário de desinformação que vivemos e as dificuldades enfrentadas em seu combate. 

Embora ainda não tenhamos respostas sobre este impasse jurídico, é importante ter em mente que, independentemente de qualquer alteração legislativa, todos nós podemos fazer a nossa parte no combate à desinformação e para evitar cair em golpes.

Sempre que se deparar com uma informação ou notícia em redes sociais ou aplicativos de mensagens, principalmente se for sobre algum assunto que esteja em alta, desconfie. Antes de compartilhar, busque checar se a informação ou notícia é verdadeira em canais/veículos de comunicação confiáveis.

Se não conseguir verificar a veracidade, não compartilhe e denuncie a postagem. Lembre-se, ao compartilhar um conteúdo você pode ser responsabilizado civilmente, ou seja, pagar pelos danos e prejuízos causados por ele. Evite também fazer comentários, qualquer tipo de interação contribui para que a postagem tenha mais visibilidade e, assim, se torne ainda mais viral.

Com relação aos golpes, além das medidas acima, você pode buscar por instituições, organizações ou até mesmo empresas que estejam engajadas e realizando coletas. Também é importante ter atenção ao nome do beneficiário na realização de doações via PIX e a confirmação de que o PIX relacionado, de fato, é relacionado à empresa ou instituição desejada.

ARTIGOS

Um país se faz com homens e livros

10/06/2024 07h30

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O título deste Artigo é uma famosa frase atribuída ao Escritor Monteiro Lobato, que deve ser sempre invocada, em tema de educação, especialmente considerando os números recentemente divulgados pelo IBGE, em relação ao nível de alfabetização de crianças e adolescentes.

Em verdade, a pesquisa não causa surpresa, haja vista que qualquer cidadão que viva nesse “mundinho’, sabe que já não andamos nada bem há muitos anos, no quesito educação em geral, a começar pelos itens básicos de “leitura” e “escrita”, que medem, minimamente, o nível de escolaridade.

Embora alguns estados ou regiões tenham divulgado os números, como se estivéssemos “indo muito bem e obrigado”, a verdade é que vivemos em um nível subterraneamente indesejado, no terreno tão valioso, que é a educação básica.

Segundo os dados divulgados pelo IBGE, do Censo Demográfico de 2022, “das 163 milhões de pessoas de 15 anos ou mais de idade, 151,5 milhões sabiam ler e escrever um bilhete simples, e 11,4 milhões não sabiam”. 

Esses números tiveram por comparativo os anteriores apurados ainda em 2010, o que, preliminarmente, não consegue demonstrar a importância evolutiva ou involutiva, ano a ano, como desejável. 

Essa defasagem na apuração, certamente, foi o que impressionou (ou alguns fingiram se impressionar), quando se fala, por exemplo, que a taxa de analfabetismo caiu de 9,6% para 7,0%.

Levando-se em conta os critérios para aferição do que se considera alfabetização, bem como a forma como vêm sendo feitas as avaliações ou simples aferição de aprendizagem, essa pseudo-redução no percentual de alfabetização não representa nenhum ganho. 

Ao invés, deve ser um ponto de partida para que se deflagre uma reflexão, acerca da condução dos processos de ensino-aprendizagem que hodiernamente são questionáveis, principalmente pelo abandono dos métodos mais tradicionais adotados no passado, que davam certo.

Um dos fatores que observamos ter contribuído para uma vertiginosa queda nos índices de leitura, sem dúvida, pode estar relacionado ao raquítico preparo que detém grande parte dos professores, cuja formação profissional foi terrivelmente atingida, com a qualidade de cursos criados em massa, em que a quantidade importa mais que a qualidade. 

Outro fator inquestionável é essa desvantajosa concorrência que a leitura passou a disputar com o avanço da tecnologia e com seus incalculáveis efeitos sobre um contingente humano que ainda não detinha a base mínima de conhecimento sequer para a vida.

Para que se tenha uma dimensão do abismo em que estamos submersos, basta se comparar a quantidade de tempo que uma criança em fase alfabetização consome com aprendizado escolar e o que desperdiça utilizando de forma improdutiva para a formação humana, com as redes sociais, por exemplo.

Esse desfalque, sem dúvida, é e continuará sendo o maior desafio, não só para que o País emerja da vala em que se encontra no quesito alfabetização, como para que consiga melhorar no ranking educacional como um todo.

Basta que voltemos um pouco os olhos (e o coração), para algumas décadas atrás, em que os livros não disputavam espaço nem tempo com telas e teclas, para concluirmos que o quinhão dessa indesejável herança na educação poderia ser outro.

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