Colunistas

CLÁUDIO HUMBERTO

"Os preços dos combustíveis explodem no Brasil!"

Jair Bolsonaro sobre reajuste de 20 centavos no preço da gasolina, a partir desta terça

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Governo Lula foi que excluiu carne da cesta básica

Representante do PL no grupo de trabalho para regulamentação da reforma tributária, o deputado Joaquim Passarinho (PL-PA) afirma que a exclusão da proteína animal da cesta básica, o que encarece o produto, é trabalho intenso do governo Lula, “foi um pedido da equipe econômica do governo, liderada por Bernard Appy [secretário extraordinário da Reforma Tributária]”, revelou à coluna. Appy é o escolhido do ministro Fernando Haddad (Fazenda), para tocar a regulamentação na Câmara.

Filme repetido

Lula insinuou carne na cesta básica e travou o avanço do projeto. Como no “PL das Blusinhas”, ele disse uma coisa e fez outra. Só quer o bônus.

Jogando para torcida

A fala eleitoreira irritou o presidente da Câmara, Arthur Lira, que tem lembrado que Lula enviou a proposta com a cesta básica sem carne.

Nota de 3

Nem mesmo a Frente da Agropecuária acredita no que o presidente da FPA, Pedro Lupion, chama de “repentino posicionamento” de Lula.

Pra ontem

Relatório da regulamentação passa hoje (9) por escrutínio de líderes da Câmara. A ideia é que a votação também se inicie nesta semana.

Lula ignora ataque russo a hospital infantil em Kiev

A Rússia bombardeou um hospital infantil em Kiev, da Ucrânia, provocando mortes e destruição. A covardia fez todo o mundo protestar, condenando a guerra imparável de Vladimir Putin. Chefes de governo protestaram. Exceto, claro, o verborrágico presidente Lula (PT), que não lamentou a tragédia, nem mandou o Itamaraty divulgar uma nota protocolar. Manteve o bico calado porque só reconhece “vítimas inocentes” na guerra de Israel contra o Hamas, grupo terrorista aliado. 

Fingindo-se de morto

Até a oposição deu a colher de chá do lembrete, como o senador Sérgio Moro (União-PR) na redes sociais: “Algum comentário?”. Cri, cri, cri...

Vítimas civis

Desde o princípio do conflito o petista passa pano nas atrocidades da Rússia na guerra, vitimando principalmente a população civil.

Credibilidade

Imagens do hospital confirmam a destruição, ao contrário da maior parte dos alegados ataques divulgados pelo Hamas e endossados por Lula 

Essa não cola mais

Ellen Gracie, ex-STF, e o ex-ministro da AGU Luís Adams, juristas, fazem o mesmo juízo: a legislação sobre venda de terras para estrangeiro não se aplica na negociação da Eldorado Celulose, que a dupla Joesley e Wesley Batista vendeu e se recusa a entregar à Paper Excellence.

Que joias?

Jair Bolsonaro foi reconhecido em voo de carreira entre Navegantes (SC) e São Paulo (SP) na manhã desta segunda-feira (8). Foi ovacionado pelos passageiros, que logo formaram fila para selfies.

Lula finge não ver

A Rússia bombardeou um hospital infantil em Kiev, da Ucrânia, matando ao menos dez pessoas, e o presidente Lula (PT) nem sequer lamentou a tragédia. Manteve o bico calado porque só reconhece “vítimas inocentes” na guerra de Israel contra o Hamas grupo terrorista aliado do petista.

Procura-se emprego

Sem mandato e prestígio no PT, Jean Paul Prates não deve disputar as eleições deste ano. A ideia é voltar a pedir emprego na iniciativa privada, que o governo a que serviu não para de sacanear na Petrobras. 

No bolso

Uso de drogas ilícitas em espaço público vai render multa de R$1.412 em Santa Catarina. O projeto foi sancionado pelo governador Jorginho Mello (PL). Vale para parques, vias, instituições e construções públicas.

Recorde mundial

Para Luciano Zucco (PL-RS), o lobby piorou a lei, na regulamentação da reforma tributária: “quando as pessoas se derem conta será tarde demais”, diz o deputado, que prevê recorde mundial de carga tributária.

Diretas já nos TJs

Tramita rápido no Senado, esta semana, a PEC que fixa eleição direta com voto secreto e mandato de dois anos para diretores nos Tribunais de Justiça com 150 ou mais desembargadores: SP, RJ, RS e MG.

Mais imposto, claro

Um dos principais problemas da reforma tributária é a criação de “inúmeras exceções, contaminando a simplificação e trazendo injustiça dentro do próprio sistema”, avalia o deputado Gilson Marques (Novo-SC).

Só para lembrar...
...aumento de 20 centavos já provocou levante que derrubou presidente.

PODER SEM PUDOR

Um burro na plateia

Contam na Bahia que foi animada a eleição para presidente da Câmara Municipal de Bom Jesus da Lapa, em janeiro de 2001. Indicado pelo prefeito, o vereador Valdivino Borges fazia seu discurso quando alguém o interrompeu para se referir ao seu pouco estudo: “Sai daí, seu burro!”
Valdivino respondeu na lata: “Eu sou burro e sou o presidente da Câmara, e você, que não é, está aí me dando coice!...”

Cláudio Humberto

"Por ele ser corintiano 'tá liberado'?"

Deputado Junio Amaral (PL-MG) sobre silêncio de Janja, ofendida pelo filhão de Lula

20/07/2024 07h00

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Mensagem sugere negócios do filho de Lula em Cuba

No Congresso, a repercussão da mensagem de Lulinha na qual chama a madrasta e primeira-dama Janja de “puta” foi além do xingamento, que pegou fogo nas redes sociais. A troca de textos revela também que o filho do presidente Lula (PT) assinaria “termo de compromisso” com uma “empresa” em Cuba, uma ditadura comunista, onde ele encontraria o pai mais tarde no dia, segundo revelou a conversa vazada na imprensa.

 

Coincidência?

Lula fez visita oficial a Havana em setembro de 2023. Lulinha estava no país, de onde enviou mensagem à ex-mulher, que o acusa de agressão.

 

Informação requerida

O senador Eduardo Girão (Novo-CE) já informou que vai apresentar requerimento para apurar os vínculos de Lulinha com negócios em Cuba.

 

Cabuloso

Para José Medeiros (PL-MT) chama atenção “não a semelhança do filho com o pai em relação às mulheres e sim o teor do diálogo cabuloso”.

 

Sem resposta

Procurado, o Palácio do Planalto não respondeu aos questionamentos da coluna acerca da empresa cubana e os negócios de Lulinha.

 

Preocupa ação da PF contra lei da oferta e procura

O ex-jornalista Ricardo Capelli, que se destacou na militância do PCdoB stalinista, não deve ter o que fazer na boquinha que o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) arrumou para ele. Agora quer a Polícia Federal investigando a alta do dólar. Deveria pedir para investigar se teve gente ganhando (e muito) a cada declaração de Lula (PT) provocando corrida para comprar… dólares. Aumento da procura é que leva à alta do dólar.

 

Certo ao contrário

Capelli estranha alta de 7% do dólar em um mês e vai solicitar à PF uma investigação. Nem mesmo citou Lula, nem as asneiras pronunciadas.

 

Longe da autoridade

Capelli é o chefe da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) que é um “serviço social autônomo, quase uma ONG do governo.

 

Canto de casa

Ele foi indicado por Alckmin, que também é ministro do Desenvolvimento Industrial e virou vice-presidente após filiação ao PSB, partido de Capelli.

 

Destino: A

A 18 meses de completar 75 anos, Mauro Vieira já negocia sua saída do Itamaraty de Lula (PT). A ideia seria garantir embaixada prestigiosa, claro, antes da sua aposentadoria compulsória, em fevereiro de 2026. Genebra (Suíça), Bruxelas (Bélgica) e Lisboa (Portugal) estão no radar.

Resultado por vir

O senador Marcos do Val (Podemos-ES) disse que foi convocado para conversa com o líder do seu partido (Podemos) e o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, para tratar “dos meus ataques ao STF”.

 

Deu ruim

Convenção de hoje (20) do União Brasil de São Paulo deve lançar só a chapa de vereadores do partido, sem oficializar apoio à prefeitura. Está péssimo o clima entre Milton Leite e o prefeito Ricardo Nunes (MDB).

 

Azedou

Está o maior climão entre os ex-quase amigos PSDB e PSB de São Paulo. A coisa azedou de vez após o agora tucano José Luiz Datena descartar ser vice na chapa de Tabata Amaral na disputa pela prefeitura.

 

Paes oficial

O diretório municipal do PSD oficializa hoje (20) o nome de Eduardo Paes como candidato do partido para tentar se reeleger prefeito do Rio de Janeiro. Também será anunciada a chapa de candidatos à vereança. 

 

Cri cri

Segundo a deputada Adriana Ventura (Novo-SP), “só se ouve o cri cri dos grilos coniventes” após Lula relativizar a violência contra mulheres: “Extremamente condenável brincar e relativizar assunto como esse”.

 

Silêncio vergonhoso

O Itamaraty de Lula reforça vergonhosa atuação na gestão petista e, ao se omitir, passa pano para o ditador venezuelano Nicolás Maduro que ameaçou um “banho de sangue” caso perca a “eleição”. 

 

Lição de democracia

Em seu discurso na convenção republicana, Donald Trump deu uma lição de democracia no consórcio que governa o Brasil. Ele disse que, se eleito, governará para todos os cidadãos e não apenas para os que votarem nele: “Não há vitória em vencer apenas para metade do país”.

 

Pensando bem…

…o insulto a Janja não surpreende em uma família que normaliza agressões a mulheres, corintianas ou não.

PODER SEM PUDOR

 

Sem documento

Presidente da Infraero, o brigadeiro Adyr Vasconcelos era figura importante na República, por isso seu aniversário foi muito concorrido naquele ano de 1994. Na entrada, atentas recepcionistas conferiam a lista de convidados. Com um presente nas mãos, ACM chegou e entrou. “O sr. precisa se identificar”, disse uma delas, alcançando-o já no salão. “A sra. é que precisa ler a História!”, respondeu ACM, dando-lhe as costas.

Artigos

O atentado contra Trump e a corrida à Casa Branca

Por João Alfredo Lopes Nyegray, doutor e mestre em Internacionalização e Estratégia. Especialista em Negócios Internacionais. Advogado, graduado em Relações Internacionais

19/07/2024 07h45

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No sábado (13/7), um evento chocou a comunidade internacional e exacerbou as tensões políticas internas nos Estados Unidos: o candidato presidencial e ex-presidente Donald Trump foi alvo de um atentado a tiros durante um comício eleitoral na Pensilvânia. Esse incidente, ocorrido em um cenário já polarizado, pode definir de uma vez por todas o pleito à Casa Branca deste ano.

Os atentados contra líderes não são um fenômeno raro na história mundial. Esses atos frequentemente refletem as tensões políticas, sociais e econômicas dentro de uma nação, tendo claras implicações para a estabilidade nacional e global. Em 1865, o então presidente dos EUA, Abraham Lincoln, foi vítima de um ataque em um teatro em Washington. Em 1914, o assassinato do arquiduque austro-húngaro Francisco Ferdinando e sua esposa Sophie desencadeou a Primeira Guerra Mundial.

Em 1948, Mahatma Gandhi foi vítima de um extremista hindu e em 1963 John Kennedy foi assassinado por Lee Harvey Oswald enquanto desfilava em um carro aberto em Dallas, Texas. Yitzhak Rabin, de Israel, e Benazir Bhutto, do Paquistão, também foram vítimas de ataques diretos. Considerando apenas os EUA, outros presidentes foram alvos de ataques, como Andrew Jackson (1835), James A. Garfield (1881), William McKinley (1901) e Ronald Reagan (1981). 

Como pode ser observado, os atentados contra líderes políticos não são novidade. São eventos que moldam a história de nações inteiras, destacando as fragilidades e as tensões dentro de suas sociedades. Nos EUA, a série de atentados contra presidentes e candidatos ao longo da história sublinha a natureza vulnerável do processo democrático, assim como a necessidade constante de vigilância e segurança. O que diferencia o recente ataque a Trump dos demais é o momento de intensa polarização em que o ato ocorreu.

Desde sua saída da Casa Branca, Trump continuou a ser uma figura central e controversa no cenário político estadunidense, com uma base de apoio fervorosa e uma oposição igualmente determinada — embora menos unida. A tentativa de assassinato não só intensifica o clima de divisão, mas levanta questões sobre a segurança dos candidatos presidenciais nesse momento em que a estabilidade do processo democrático está sendo posta em xeque. Não podemos esquecer que, em uma de suas falas, Trump chegou a afirmar que poderia haver um “banho de sangue” caso ele não fosse eleito.

Por isso, a segurança de Trump durante eventos públicos sempre foi uma preocupação, dada a sua capacidade de mobilizar grandes multidões e a natureza polarizadora de sua retórica. Joe Biden, em um pronunciamento após o atentado, condenou — como já era esperado — o ato de violência contra Trump, destacando que a violência política não tem lugar em uma democracia. Biden enfatizou a necessidade de unidade nacional, pedindo aos americanos que rejeitem a violência e trabalhem juntos para resolver as diferenças políticas de maneira pacífica.

Ainda que a resposta do candidato democrata tenha sido rápida, sua campanha muda drasticamente a partir de agora: imediatamente, propagandas eleitorais com ataques a Trump foram suspensas, tornando tudo mais difícil para Biden, que já enfrentava oposição à sua candidatura dentro de seu partido. Assessores diretos do atual presidente chegaram a afirmar que, agora, é mais complexo apresentar críticas diretas a Trump, seja ressaltando suas falas polêmicas, seja apontando suas condenações na Justiça. Além disso, a forte imagem do candidato ensanguentado, com os punhos em riste em frente a bandeira dos EUA, certamente se tornará um ativo para a campanha.

Fato é que a estabilidade interna dos EUA é vital para a segurança global e para a manutenção das alianças estratégicas da maior economia do planeta. Um país em desordem interna pode ter sua capacidade de liderança internacional comprometida, afetando questões que vão desde a segurança coletiva até o comércio internacional — ambos em um momento bastante crítico.

O incidente de sábado também pode influenciar a percepção global sobre os EUA. Já fragilizada por eventos recentes, como a invasão do Capitólio, em 2021, a imagem dos EUA como um baluarte da democracia está mais uma vez em risco. Países adversários podem usar esse evento para promover narrativas que questionam a estabilidade e a eficácia do modelo democrático americano.

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