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"Se não fosse assim, se não houvesse divisões, interesses regionais, não se chamaria partido"

De Marconi Perillo // novo presidente nacional do PSDB.

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Quem conversa com Jair Bolsonaro na sede do PL (é presidente de honra, com salário e mordomias) sai com a impressão de que o STF e o TSE terão de fazer muita força para abater seu ânimo. Ele parece cada vez mais motivado.

Mais: há dias, no Rio Grande do Norte, foi recebido por uma multidão que gritava "Volta Bolsonaro" e ele está convencido que o PT será derrotado nas eleições municipais de 2024 e nas presidenciais de 2026. De quebra, se acha "o mais importante eleitor da política brasileira".

In  Sapato mule para mulheres
Out Sapato mule para homens

Fotos: Reprodução

Noite de homenagens

O veterano cantor Paul McCartney, 81 anos, está no Brasil desde o dia 30 de novembro para cumprir a promessa que fez aos fãs brasileiros de que iria voltar numa nova turnê.

Já passou por Brasília, Belo Horizonte e ainda se apresentará em Curitiba e Rio de Janeiro (o show será transmitido ao vivo pelas plataformas de streaming Disney+ e Star+). Em sua passagem por São Paulo entre seus sucessos de sua carreira solo e do Beatles, o Got back tour embalou cerca de 48 mil fãs presentes no Allianz Park, em São Paulo por quase três horas, com 40 músicas no primeiro dia de apresentação, dia 7.

Paul aproveitou para praticar seu português e fazer homenagens a George Harrison, com a música Something, John Lennon em I've Got a Feeling, e a Denny Laine, guitarrista que faleceu na terça-feira (5) integrante da banda Wings (1971 a 1981) no qual Paul e Linda McCartney também fizeram parte.

Entre tantos presentes também estavam os famosos, no meio deles o casal Paola Carosella e Manuel Sá, a atriz Natállia Rodrigues que foi acompanhada do pai, Valentim, a dupla Anavitória (Ana Clara e Vitória) e a atriz Giselle Batista.

Quem resolve a dívida mineira

Minas Gerais acumula uma dívida de mais de R$ 160 bilhões com a União. "Desses R$ 160 bilhões de dívida, um terço veio do governo Zema. A dívida durante o período Zema subiu de R$ 100 bilhões para R$ 160 bilhões".

Quem garante é Fernando Haddad, ministro da Fazenda, empenhado em encontrar uma solução, só que avisando que "Zema não está ajudando nada", devido aos ataques a Rodrigo Pacheco, presidente do Senado (candidato ao governo mineiro em 2026), que acredita na federalização das estatais mineiras como forma de compensar o governo federal.

Pacheco não engole os ataques de Romeu Zema e recomenda que ele "desça do palanque". Nos bastidores, a proposta de Zema a Lula é dividir os R$ 160 bilhões em décadas de parcelas que nem chegou a ser apreciada (e mais ainda por lembrar os tempos bolsonaristas do governador mineiro). Detalhe: se Zema não honrar os próximos pagamentos da dívida à União terá que bloquear as contas.

Rara aparição

Desde que fez transplante de coração o apresentador e jornalista Fausto Silva, 73 anos, foi raramente visto principalmente em locais com muita gente.

Só que na quarta-feira (6) resolveu prestigiar a confraternização de final de ano, promovido pelo humorista Tom Cavalcante, um dos melhores amigos de Faustão.

Além do apresentador, outros nomes também estavam presente entre eles o empresário e ex-diretor de televisão José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, o Boni, o diretor e produtor de novelas Nilton Travesso e apresentador Tiago Leifert e seu pai Gilberto Leifert. 

Contra dengue

O Ministério da Saúde vai abrir consulta pública sobre a proposta de incorporação da vacina contra a dengue no SUS.

A vacina chama-se Qdenga, esnobada pelo governo Lula está sendo avaliada por comissão competente, que recomenda a incorporação do imunizante inicialmente em localidades e públicos prioritários, que serão definidos pelo Programa Nacional de Imunizações.

Problemas: o valor de R$ 170 por dose é considerado alto, mesmo oferecendo eficácia geral de 84% na redução da hospitalização em casos de dengue. Outra vacina está sendo produzida pelo Instituto Butantan desde 2009 e pode ser liberada pela Anvisa em 2025.

Marta vice

O presidente Lula acha que a ex-prefeita de São Paulo e ex-ministra Marta Suplicy, hoje secretária de Relações Internacionais da gestão de Ricardo Nunes, poderia ser candidata a vice-prefeita na chapa de Guilherme Boulos (PSOL) nas eleições municipais do ano que vem.

Só teria de convencê-la a voltar ao PT. Marta já foi cogitada para ser a vice de Nunes, só que teria de se transferir para o PL, o que ela não topou. Quando deixou o PT, Marta foi para o MDB, depois para o Solidariedade (hoje, está sem partido). Na campanha de 2022, trabalhou pró-Lula.

Bem cotados

Uma das surpresas que podem estar reservadas por Lula na futura reforma ministerial em janeiro está a nomeação de Gleisi Hoffmann, presidente nacional do PT, para o Ministério da Justiça.

O presidente acha que ela enfrentou um longo e desgastante período comandando o partido, desde os tempos em que esteve preso em Curitiba até durante a campanha eleitoral de 2022, quando ajudou a construir alianças que sustentaram a vitória petista ao Planalto.

Também Múcio Monteiro, titular da Defesa, poderá deixar o cargo: sempre avisou que não tinha intenção de ficar quatro anos. O nome preferido para seu lugar é o do vice-presidente Geraldo Alckmin, que abriria uma vaga no Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio.

Outra surpresa

Outra surpresa que poderia estar sendo preparada por Lula para a reforma ministerial de janeiro seria o afastamento de Rui Costa, ministro-chefe da Casa Civil e considerado figura poderosa do governo.

Outros ministros falam abertamente que Costa incomoda aliados, sobretudo do Congresso, desde a transição. Sua demissão, contudo, é tida como improvável pelo círculo próximo do presidente, menos a primeira-dama Rosângela da Silva, a Janja.

Há algum tempo, quando Lula não queria dizer não a ela, passava a tarefa para Costa, o que criou uma certa alergia nela. De quebra, Janja lembra que até agora o Novo PAC não andou nas mãos dele.

Preparado

Apesar de sua ligação com o senador Davi Alcolumbre, Juscelino Filho (União-MA), ministro das Comunicações, é considerado o primeiro integrante do governo a ser afastado do cargo na reforma ministerial de Lula.

Ele é alvo de investigações da Polícia Federal por suspeita de desvio de dinheiro por meio de emenda parlamentar.

Há quem aposte que Juscelino está mais do que preparado para sair. No União Brasil, o mais cotado para substituí-lo é o deputado Paulo Azi (BA), amigo de Elmar Nascimento (BA), líder do partido na Câmara e de ACM Neto, secretário-geral da sigla.

Volta por cima

O deputado federal Aécio Neves (PSDB-MG) é o novo presidente do Instituto Teotônio Vilela (foi eleito por unanimidade), órgão de formação política de seu partido.

Mesmo com protestos de alguns tucanos, Aécio dá a volta por cima, depois de ter sido alijado da direção partidária devido a uma operação da Lava Jato.

Mais: a possibilidade do ex-governador de São Paulo, Rodrigo Garcia, ser presidente do diretório do PSDB no Estado está afastada. Teria corrido para Jair Bolsonaro logo depois de não ser reeleito em São Paulo.

Reviravolta

Na semana passada, o STF julgou a ação trabalhista movida por Rachel Sheherazade contra o SBT e causou reviravolta no caso ao dar decisão favorável para a emissora de Silvio Santos.

Alexandre de Moraes julgou o processo como improcedente. A jornalista entrou na Justiça pedindo indenização trabalhista no valor de R$ 20 milhões, depois de ser demitida em 2020, porém o montante ficou estabelecido em R$ 8 milhões.

A comunicadora que foi expulsa do programa A Fazenda (Record), atuou por 10 anos no canal, alega assédio, censura e fraude. Sua defesa alegava contratação como Pessoa Jurídica, visando fraudar a legislação trabalhista, fiscal e previdenciária. 

Passou na frente

Quem diria o jogador português Cristiano Ronaldo não é mais o esportista mais bem pago do mundo, recebendo cerca de R$ 839 milhões por ano. E engana-se que outro jogador de futebol agora ocupa o topo do ranking.

Quem ultrapassou Cristiano foi o espanhol Jon Rahm, que é golfista e receberá cerca de R$ 3 bilhões para atuar na Liv Golf, organização do esporte na Arábia Saudita, deixando o PGA Tour organização de golfistas profissionais dos Estados Unidos e da América do Norte.

Seu ingresso só aconteceu porque Tiger Woods recusou o convite. E olha que a cifra era bem maior, cerca de R$ 4,9 bilhões.

Mistura fina

  • O VETERANO Eduardo Suplicy, deputado estadual (PT-SP) ganhou um chá de cadeira de nada menos do que quatro horas no Palácio dos Bandeirantes para falar com o governador Tarcísio de Freitas.

Aos chegados, Suplicy (hoje, enfrentando Mal de Parkinson) contou que queria apenas pedir um plebiscito sobre a venda da Sabesp. Depois que viu Suplicy ir embora, Tarcísio comentou com alguns assessores que jamais faria plebiscito sobre a Sabesp e que "não tinha nada a falar com ele".

  • O FUTURO ministro do STF, Flávio Dino, não vai se declarar impedido de participar do julgamento dos responsáveis pelos atos criminosos do 8 de janeiro. O tema já foi até objeto de conversas entre Dino e ministros da Suprema Corte, notadamente Alexandre de Moraes.

O entendimento é que, na condição de ministro da Justiça, Dino atuou apena no campo político e administrativo, não tendo participado diretamente nas investigações e prisões de suspeitos. Na sabatina, contudo, o pessoal da oposição vai explorar o assunto.

  • LUCIANA Santos (PCdoB-PE), ministra da Ciência e Tecnologia, que poderia ser atingida pela futura reforma ministerial, deve antecipar sua saída do posto no começo de janeiro: é pré-candidata à prefeitura de Olinda, em Pernambuco.

Ela já foi prefeita da cidade por duas vezes e saiu com bons índices de aprovação. Como o PCdoB tem apenas sete deputados na Câmara, ela quase foi substituída no meio do ano para abrir espaço ao Centrão.

  • DEPOIS de ter sido desacreditado em determinadas redes sociais o número de pessoas incluídas na caravana brasileira que participou da COP28, em Dubai, ganha discussão e mais descredito na mídia mundial.

O Financial Times, por exemplo publicou matéria, na semana passada, onde manifestava sua total surpresa com as 1.337 pessoas que formavam na legião brasileira, considerada 5,5% do total mundial de inscritos. Nos aeroportos próximos, estavam estacionados uma quantidade igualmente inacreditável de jatinhos que levaram os brasileiros. Em segundo lugar, estava a delegação da Índia, com 725 participantes.

  • O COMANDO Militar do Sul dos Estados Unidos realizou novos exercícios militares "de rotina" na Guiana, depois que Nicolás Maduro avisou que iria anexar mais de 60% do território do país vizinho.

Ou seja: reforça temor de envolvimento dos EUA para proteger a Guiana e os interesses da Exxon-Mobil, diante da iminente invasão venezuelana (teria de passar antes por território brasileiro). A Exxon foi responsável pela descoberta de reservas petrolíferas de 11 bilhões de barris de petróleo na Guiana.

 

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artigos

O papel do G20 no enfrentamento dos desafios globais

resposta do G20 à pandemia ilustra tanto seus pontos fortes quanto suas limitações

23/02/2024 07h20

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Conforme nos aproximamos de mais uma cúpula do G20, as expectativas se tornam altas para que os líderes globais apresentem soluções concretas e ações coordenadas que abordem os problemas mais prementes do nosso tempo.

A pandemia de Covid-19, em particular, destacou a necessidade de uma cooperação internacional mais forte e eficaz, não apenas para combater crises de saúde global, mas também para garantir a recuperação econômica de forma inclusiva e sustentável.

A resposta do G20 à pandemia ilustra tanto seus pontos fortes quanto suas limitações. Por um lado, o grupo se comprometeu a mobilizar recursos substanciais para apoiar a economia mundial, facilitar o comércio internacional e fornecer financiamento para o desenvolvimento de vacinas.

Por outro lado, a pandemia também expôs diferenças significativas entre os membros do G20 em termos de capacidades de resposta à saúde, políticas econômicas e prioridades estratégicas, o que, por vezes, dificultou uma ação coordenada.

A crise climática é outro teste crítico para a eficácia do G20. Com os membros do grupo responsáveis por uma grande parte das emissões globais de carbono, a sua capacidade de chegar a um consenso sobre a redução de emissões, o financiamento de tecnologias limpas e o apoio à transição energética em economias em desenvolvimento é fundamental para o futuro do planeta.

As recentes cúpulas têm visto promessas renovadas e compromissos para combater a mudança climática, mas a implementação efetiva desses compromissos permanece um desafio significativo.

Além da economia e do meio ambiente, o G20 tem um papel vital a desempenhar na promoção da igualdade e da inclusão global. Isso inclui esforços para reduzir a desigualdade econômica entre e dentro dos países, melhorar o acesso à educação e à saúde e garantir que os benefícios do crescimento econômico e da inovação tecnológica sejam compartilhados mais amplamente.

O G20, com sua capacidade de reunir as principais economias do mundo, tem um papel fundamental na formulação de políticas que moldam o futuro econômico e social global.

No entanto, para manter sua relevância e eficácia, o grupo deve abordar críticas sobre sua representatividade e seu processo de tomada de decisão, enfrentar as divisões internas com uma visão unificada e, acima de tudo, agir com urgência para enfrentar os desafios globais com soluções globais.

À medida que o mundo continua a enfrentar crises interconectadas, a necessidade de uma liderança coletiva e decisiva nunca foi tão crítica. O G20 tem a oportunidade – e a responsabilidade – de liderar esse esforço.

CLÁUDIO HUMBERTO

"Imbecis, babacas"

Senador Plínio Valério (PSDB-AM) reage a "estudo" que aponta ameaça de novas pandemias se uma estrada for asfaltada na Amazônia

23/02/2024 06h30

Claudio Humberto Divulgação

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“Imbecis, babacas”
Senador Plínio Valério (PSDB-AM) reage a “estudo” que aponta ameaça de novas pandemias se uma estrada for asfaltada na Amazônia

Rombo do ‘Lula 3’ já supera R$79 bilhões em 2024
O rombo provocado pelas despesas do governo Lula (PT), que prometeu “déficit zero”, já superou R$ 79,2 bilhões nas primeiras semanas de 2024. Foram R$771,8 bilhões torrados em despesas, segundo o Portal da Transparência, com arrecadação inferior, de R$692,6 bilhões.

Em 2023, as contas públicas fecharam o ano com um déficit de R$250 bilhões, mas se a diferença entre gastos e receitas continuar no ritmo atual até o fim do ano, o rombo do ano passado pode até dobrar.

Papel não bate
O valor “empenhado” (previsto, mas ainda não gasto) do Orçamento é de R$5,32 trilhões em despesas este ano, e a receita, R$5,41 bilhões.

De longe
Os pagamentos das áreas de previdência social e assistência social representam 70% de todas as despesas do governo Lula até agora.

Conta não fecha
A Previdência arrecadou R$55,8 bilhões em 2024, diz a Transparência, mas as despesas representam o dobro: R$107 bilhões.

Dá impeachment
A gastança desenfreada confirma que Lula se afasta da meta de “déficit zero”. Se repetir a dose em 2025, ele fica sujeito a impeachment,

Governo cria regalia para presos que é um deboche
Dois dias depois de o Senado extinguir a “saidinha” que tem favorecido a fuga de criminosos, o Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária aprovou resolução recebida no Congresso como “resposta” de ativistas que defendem mais regalias para presos e medidas de desencarceramento.

A resolução debochada condena cães e gatos à prisão, obrigando a instalação de “canis e gatis” nos presídios, abrindo a possiblidade de reduzir penas de criminosos que “cuidem” dos animais.

A ficha dos distintos
Integram o tal conselho, de sigla CNPCP, ligado ao Ministério da Justiça, ativistas que representariam a área jurídica, ONGs e professores.

Bandido em 1º lugar
Os conselheiros se mostram muito preocupados com a “ressocialização”, por razões ideológicas ou por ignorância mesmo, ignorando as vítimas.

Tudo conversa mole
O procurador e especialista Marcelo Rocha Monteiro, do Rio, diz que não há estudo e pesquisa atestando que saidinha, por exemplo, ressocialize.

Sarney ausente
O ex-presidente José Sarney, o mais ilustre dos maranhenses, não apareceu na festa de Flávio Dino. Foi convidado, mas não estava bem, havia dormido mal. Sempre gentil, telefonou ao antigo adversário

Alerta laranja
O deputado Ubiratan Sanderson (PL-RS) informou a esta coluna haver enviado representação à PGR e TCU sobre a contratação de “empresa laranja” para realizar obras da Penitenciária Federal de Mossoró.

Este é meu
Foi carregado de significado Lula chegar com o ministro Flávio Dino no STF. Foram recebidos na entrada lateral pelo ministro Luis Roberto Barroso. O gesto sugere o presidente lembrando de quem é o ministro.

PGR: J&F age de má-fé
Agora foi a vez da Procuradoria Geral da República (PGR) afirmar que a J&F, holding da dupla Joesley/Wesley Batista, age de má fé nos processos sobre o controle a Eldorado Celulose, vendido a Paper Excellence. É a quarta manifestação de autoridades no mesmo tom.

Reencontro
Convidado para a posse de Flávio Dino, o ex-presidente Fernando Collor saudou alegremente, à sua chegada, o fotógrafo oficial de Lula, Ricardo Stuckert, que trabalhou no governo. Até ajudou a produzir sua foto oficial.

Ah, os holofotes
A cerimônia de posse do novo ministro do STF, de protocolo simples, foi muito alongada pela leitura da “nominata”, isto é, a lista de presentes, do presidente da República ao subtenente que chefiou a fanfarra militar.

Longo processo
A Câmara dos Deputados aprovou ontem quatro acordos internacionais, um deles assinado há seis anos, no governo Temer. Agora, os acordos transformados em projeto de lei precisam do crivo do Senado. 

Compra de votos
Medida populista com dinheiro público em ano de eleição, não é só aqui: o presidente dos EUA, Joe Biden, atrás nas pesquisas, decidiu “perdoar” mais US$1,2 bilhão (R$6 bilhões) em dívidas de empréstimos estudantis.

Pergunta na memória
Silêncio é melhor que “eu não sabia”, alegado por Lula no Mensalão?

PODER SEM PUDOR

Narizes poderosos
O catarinense Esperidião Amin presidia o PPR, em 1993, e certo dia puxou papo com o senador Pedro Simon, dizendo que até mudaria de partido só para ajudar a eleger o colega gaúcho presidente nacional do PMDB. “Depois a gente elege José Richa presidente do PSDB”, brincou Simon.

“Assim nós vamos formar a República Árabe Unida”, respondeu Amin, referindo-se à ascendência dos três. Completou: “E será uma república tridimensional. As decisões serão tomadas de acordo com as dimensões do nariz: o Richa ganha pela largura, tu ganhas pela abertura e eu, pelo tamanho!”

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