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POLÍCIA CIVIL

“É preciso ter uma reflexão da Lei”, diz delegado-geral sobre morte de policiais

Policiais morreram com tiros nas costas ontem (9)
10/06/2020 10:55 - Bruna Aquino, Nyelder Rodrigues


O delegado-geral da Polícia Civil, Marcelo Vargas, voltou a falar sobre a morte dos policiais e culpou a Lei de Abuso de Autoridade durante coletiva de imprensa nesta quarta-feira (10) em Campo Grande. 

Vargas destacou que “é preciso ter uma reflexão da Lei de Abuso de Autoridade” uma vez que um dos suspeitos não estava algemado porque não tinha mandado de prisão e frisou que as mortes ocorreram por conta da Lei. 

Sobre mudanças no procedimento de condução de suspeitos, o delegado-geral pontuou que isso faz parte do dia a dia da polícia, é uma tomada de decisões. “Vamos repensar algumas ações, se eu tiver que responder por abuso de autoridade ou ser vítima de homicídio, prefiro responder por abuso de autoridade”, finalizou. 

O CRIME 
Os policiais civis, Antônio Marcos Roque da Silva, de 39 anos, e Jorge Silva dos Santos, de 50 anos, foram mortos com tiros pelas costas por um dos suspeitos que transportavam em viatura descaracterizada, na tarde de ontem (9) na rua Joaquim Murtinho, bairro Itanhangá Park, em Campo Grande.

Um dos presos, tentou fugir, mas foi recapturado e conduzido até a Delegacia Especializada Repressão a Roubos a Banco, Assaltos e Sequestros (Garras) ainda na noite de ontem.  

Já o outro suspeito, de 45 anos, que não estava algemado no momento do transporte por não ter um mandado de prisão e teria efetuado os disparos, foi localizado reagiu à prisão e foi baleado, segundo a polícia. 

Ele chegou a ser socorrido e levado para a Santa Casa de Campo Grande, mas não resistiu e faleceu no hospital.

 
 

Felpuda


Nos bastidores, conversas, ou melhor, quase sussurros, dão conta de que compromisso assumido teria prazo de validade se acontecer a vitória de aliado.

A partir de então, o papo passaria a ser bem, mas bem diferente mesmo, pois, com acordo cumprido, novos objetivos passariam a ser fonte dos desejos, e sem nenhuma moeda de troca.

No caso, não haveria mais sequer um fio de bigode. Tipo, cada um na sua.