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OVERLOAD

Após PCC, operação tem como alvo integrantes do Comando Vermelho em MS

Mandados de busca e apreensão são cumpridos no Estado, no Rio de Janeiro, Paraná, Minas Gerais e Santa Catarina
17/09/2020 11:29 - Glaucea Vaccari


Operação contra a facção criminosa Comando Vermelho tem mandados cumpridos em Mato Grosso do Sul e outros quatro estados nesta quinta-feira (17).

Ação é desdobramento da Operação Overload, de 2015, que mostrou que lideranças da facção criminosa usavam contas bancárias e empresas de outras pessoas para lavar dinheiro obtido na venda de drogas ilícitas.

Mandados foram expedidos pela 1ª Vara Criminal Regional de Madureira, no Rio de Janeiro.

No Rio, a Polícia Civil e o Ministério Público cumprem mandados de busca e apreensão e entre os alvos estão Elias Pereira da Silva, o Elias Maluco, e Márcio Santos Nepomuceno, o Marcinho VP.

Em Mato Grosso do Sul, o Gaeco cumpre os mandados, mas não foram divulgados quais e quantos alvos há no Estado.

No total, são 28 mandados de busca e apreensão contra 12 acusados de lavagem de dinheiro do tráfico.

Além de Mato Grosso do Sul e Rio de Janeiro, mandados são cumpridos no Paraná, Santa Catarina e Minas Gerais. 

 
 

Caixa Forte 2

No dia 31 de agosto, uma megaoperação teve como alvos a cúpulo do Primeiro Comando da Capital (PCC), facção criminosa que atua no tráfico de drogas em todo o País.

Em Mato Grosso do Sul, a operação cumpriu 85 mandados de prisão, sendo 51 em cinco presídios do Estado, e 37 mandados de busca e apreensão.  

A operação de segunda-feira, feita por Polícia Federal, Polícia Civil de Minas Gerais, Departamento Penitenciário Nacional (Depen), entre outros, descobriu que detentos usavam a conta bancária de familiares para lavar o dinheiro do tráfico.

Essa ação foi um desmembramento da Operação Caixa Forte 1, deflagrada no ano passado. 

 

Felpuda


Candidato a vereador caiu em desgraça, pelo menos em um dos bairros de Campo Grande, ao promover comício em ginásio de esporte, com direito a ônibus lotados e espoucar de muitos fogos de artifício.

Aí dito-cujo foi alvo de muitas críticas, tanto pela zoeira causada, como por ter mandado às favas quaisquer cuidados na prevenção da Covid-19, ao promover grande aglomeração. Irresponsabilidade é pouco, hein?!