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SERIAL KILLER

Assassino em série confessou que matou 6ª vítima para vender moto

Seis corpos já foram encontrados pela polícia até o momento
16/05/2020 09:22 - Gabrielle Tavares


O assassino em série preso na madrugada de quinta-feira (15) confessou mais um crime a polícia na noite de ontem e mostrou onde teria enterrado o corpo. Agora, são seis vítimas do pedreiro  C.S.C, de 43 anos. O último corpo é de Claudionor Longo Xavier, de 48 anos, que estava desaparecido desde abril de 2019. 

O corpo foi encontrado por volta das 20h30 de (15) e estava em terreno baldio, no Bairro Sírio Libanês, mesmo local que foram encontrados os restos mortais de José Jesus de Souza, 45 anos, segunda vítima localizada pela polícia. Segundo informações do Batalhão de Choque da Polícia Militar, após a morte, o assassino vendeu a motocicleta XTZ Crosser da vítima para o primo. A moto já foi localizada pela polícia no bairro Vila Almeida. 

Conforme apurado pela reportagem, C.S.C. conheceu Claudionor como caseiro em uma chácara, resolveram fazer juntos um investimento em imóvel, mas acabaram brigando. O suspeito matou e levou o cadáver no terreno de uma casa no bairro Sírio Libanês.

O perfil das vítimas eram sempre homens que tinham bens no nome. “Com base nessas características, [ele matava] visando tomar para si os bens dessas vítimas mortas por ele”, explicou o delegado Carlos Delano, da Delegacia Especializada de Homicídios (DEH). A polícia também não descarta a possibilidade de haver mais vítimas enterradas. 

 
 

OUTRAS VÍTIMAS

A primeira vítima do pedreiro, foi o comerciante José Leonel Ferreira dos Santos, 61 anos, morto dia 2 de maio em sua própria casa, na Vila Nasser. A filha do assassino em série, de 19 anos, ajudou a enterrar o cadáver do idoso no quintal. A mulher dele também teria participado, mãe e filha foram as primeiras a serem presas. No dia seguinte da morte de José Leonel, todos se mudaram para a residência, fato que fez um vizinho da vítima desconfiar da família e registrar boletim de ocorrência.

A segunda era ajudante do autor. José de Jesus de Souza, 45 anos, trabalhava com o pedreiro nas obras. Ele foi morto depois de desentendimento com o criminoso, ele era da Bahia e não possuía familiares na cidade. A irmã de C.S.C. estava morando na casa de José de Jesus, o assassino também vendeu um terreno que pertencia à vítima.

Geraldo, de 48 anos, também trabalhava com o assassino. Ele foi encontrado na região do bairro Zé Pereira, na manhã de sexta-feira (15). Ele foi com o suspeito até o terreno onde foi encontrado, com a intenção de limpar e invadir o local. Lá, se desentenderam e C.S.C golpeou a vítima na cabeça com o cabo de uma picareta. O autor enterrou o corpo e arma do crime no mesmo lugar. Dessa vez, C.S.C não se apropriou de nenhum bem material da vítima.

Taíra, 74 anos, fazia bicos de jardinagem, foi contratado por C.S.C. para capinar um lote, na Vila Planalto, onde o pedreiro fazia uma obra, lá se desentenderam e o assassino fez mais uma vítima, e depois que o matou, enterrou o corpo lá mesmo. O idoso estava desaparecido desde novembro de 2016, a família que mora na casa não sabia da existência do cadáver enterrado em uma área concretada, na calçada lateral da residência.

A 5º vítima do serial killer é da própria família. Flávio Pereira, de 34 anos, primo de C.S.C foi morto em 2015, depois de brigar com o suspeito devido a um terreno que pertencia à vítima. C.S.C enterrou o corpo do parente no terreno dele e depois vendeu a propriedade para um barbeiro, de 53 anos, por R$50 mil. Ele não tinha conhecimento do corpo, “eu não imaginava uma desgraça dessa. A gente tava dormindo em um cemitério”, lamentou o barbeiro.

 

*Colaborou Bruna Aquino

 

Felpuda


Em uma das eleições em MS, candidato já oficializado na convenção corria o trecho para conquistar os eleitores. Mal sabia, porém, que time do seu partido e de aliados estava tramando sua derrubada para emplacar substituto que teria mais votos. Por muito pouco, o dito-cujo não foi guilhotinado, conseguindo salvar o pescoço. Agora tudo indica que o mesmo processo estaria em andamento e seria mais fácil, pois a “vítima” desta vez ainda é só pré-candidato. Dizem que a “turma da trairagem” tem know-now no assunto.