FRONTEIRA

Chácara do crime organizado era depósito de fuzis e explosivos

Dois sul-mato-grossenses e um carioca foram presos
09/02/2020 19:30 - Eduardo Miranda


 

Policiais do Departamento de Operações de Fronteira (DOF) que atuam na Operação Horus, da Secretaria de Operações Integradas do Ministério da Justiça, apreenderam grande quantidade de fuzis, munições, granadas, explosivos, coletes balísticos e um utilitário esportivo Toyota SW4 blindado. A suspeita da polícia é de que o automóvel seria usado em assaltos na região, ou mesmo em execuções na fronteira.  

O motorista do veículo, uma caminhonete, disse que tem fazendas no Paraguai, e que viajava para Ponta Porã para fazer compras. No carro ainda estava um rapaz de 25 anos, sobrinho do motorista, e um outro homem de 28 anos, que disse que veio do Rio de Janeiro (RJ) para trabalhar na chácara do dono do carro blindado.  

A abordagem foi feita em uma chácara, na zona rural de Ponta Porã. Os policiais do DOF desconfiaram do local ao perceber que homens que estavam na entrada da propriedade se esconderam ao ver a equipe da polícia.  

Os policiais apreenderam um fuzil, uma carabina, explosivos e maconha na varada da casa. No quintal havia mais fuzis enterrados.  

Ao todo foram apreendidos: 89 emulsões encartuchadas (explosivos) com peso de 26,7 quilos; 1.661 munições de vários calibres (entre eles os de fuzil 7,62, 556 e .30); três granadas; dois coletes balísticos; 15 fuzis; duas carabinas; três rolos de cordel detonante; três caixas de espoletas; 0,400 gramas de maconha; e, 53 carregadores para diversos calibres.

O caso foi registrado na Polícia Federal de Ponta Porã, que irá ajudar nas investigações. 

 
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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".