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URGENTE

Após ser atingida por disparo no nariz, criança dá entrada na Santa Casa da Capital

Segundo informações preliminares da PM, o tiro teria sido disparado de forma acidental
21/09/2020 19:25 - Flávio Veras


Uma menina, de aproximadamente 7 anos, deu entrada na Santa Casa de Campo Grande na após ser atingida por um tiro, supostamente acidental, no nariz, tarde desta segunda-feira (21). Segundo nota do hospital, a criança está orientada e sendo examinada.  

Ainda conforme a nota da instituição, a criança chegou na unidade por volta das 16h. Aparentemente ele não precisará passar por cirurgia plástica. No entanto, a menina passará por outras avaliações.  

“Aguarda conclusão de exames de imagens e avaliação das demais especialidades para definição da conduta”, diz um trecho da nota.

Segundo Polícia  Militar, ainda não sabe como ocorreu os suposto acidente. Guarnições da corporações acompanham o caso fazem diligências para saber o que realmente aconteceu.  

CUIDADOS

Existe um denominador comum em todos os acidentes com armas de fogo: o acesso a uma arma. A coisa mais importante que os pais, as babás e os portadores de armas de fogo podem fazer para proteger as crianças dos acidentes é eliminar a possibilidade de acesso delas às armas de fogo.

Ou seja, de preferência, não tenha armas. A menos que sua profissão exija esse tipo de equipamento, desarme-se. Um cidadão armado tem 57% mais chance de ser assassinado do que os que andam desarmados.

Se você tem crianças em casa, qualquer arma é um perigo em potencial para elas.  

Considere seriamente os riscos;  

Sempre guarde as armas de fogo descarregadas, travadas e fora do alcance das crianças;

Guarde as munições em um lugar separado e trancado;

Mantenha armas guardadas com chaves e lacres de combinação escondidos em lugares separados;  

Faça um curso de uso, manutenção e armazenamento seguro de armas

 

 

Felpuda


Questão de família acabou descambando para o lado da política, e a confusão já é do conhecimento público. 

A queda de braço tem como foco a troca de apoio político que, de um, foi para outro. Sem contar as ameaças de denúncia da figura central do imbróglio. 

A continuar assim, há quem diga que nenhum dos dois candidatos a vereador envolvidos na história conseguirá ser eleito. Barraco é pouco!