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MINISTÉRIO PÚBLICO

Delegado diz que há provas cabais contra os Name

Réus no processo foram ouvidos na última quarta-feira
30/05/2020 11:00 - Daiany Albuquerque


 

Para o delegado Fábio Peró, que atua na Delegacia Especializada de Repressão a Roubo a Banco, Assaltos e Sequestros (Garras) e que conduziu a Operação Omertà – responsável pela prisão dos empresários Jamil Name e Jamil Name Filho, além de vários funcionários da família –, o Ministério Público de Mato Grosso do Sul tem duas provas “cabais” de que pai e filho seriam os donos de arsenal encontrado em uma casa no Bairro Monte Líbano, no ano passado.

“Há duas provas cabais que provam que eles são os donos das armas, que é o contrato da casa no nome dos dois e mensagens trocadas entre funcionários deles cobrando as armas”, declarou o delegado.

Na quarta-feira (27), a 1ª Vara Criminal de Campo Grande ouviu os réus no processo que trata sobre as armas encontradas após prisão do ex-guarda civil Marcelo Rios, em maio do ano passado. Entre os itens apreendidos estavam dois fuzis AK47, quatro carabinas 556 calibres .12 e .22 e um revólver 357, silenciadores de armas (supressores de ruídos), carregadores e pistolas.

Durante depoimento, Rios disse que a arma não era dele nem dos Name, para quem trabalhava na época. Segundo ele, o arsenal seria do motorista Juanil Miranda, que foi apontado pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) como um dos pistoleiros do grupo de extermínio que seria chefiado por Jamil Name e pelo filho.

 

Felpuda


Pré-candidato a prefeito de Campo Grande divulgou vídeo em que político conhecido Brasil afora anuncia apoio às suas pretensões. O problema é que o tal líder já andou sendo denunciado por mal feitos em sua trajetória, sem contar que o pai do dito-cujo teve de renunciar ao cargo de ministro por ter ligações nebulosas com empresa de agrotóxico. Depois do advento da internet, essa coisa de o povo ter memória curta hoje não passa de coisa “da era pré-histórica”.