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MATO GROSSO DO SUL

Diretor do DOF, coronel Marcos Paulo assumirá comando da PM em MS

Novo comandante-geral diz que foco será especializar policiais em combate à criminalidade
18/05/2020 19:43 - Glaucea Vaccari


Coronel Marcos Paulo Gimenez, 46 anos, assume, na sexta-feira (22), o Comando-Geral da Polícia Militar de Mato Grosso do Sul. Atual comandante-geral, coronel Waldir Ribeiro Acosta, irá para a reserva devido ao tempo de serviço.

Gimenez, que é diretor do Departamento de Operações da Fronteira (DOF), recebeu a indicação com surpresa e afirmou que o objetivo será especializar a tropa para ter excelência no combate à criminalidade no Estado.  

“São muitos desafios, mas o principal é buscar a especialização dos policiais para que possam fazer um trabalho de excelência e combater efetivamente à criminalidade. Quero trazer equidade à corporação, para que a tropa fique mais imbuída, coesa e humanitária”, afirmou.

De saída, coronel Waldir manifestou apoio ao amigo. “Desejo muito sucesso ao Marcos Paulo. O que puder auxiliá-lo, estou aqui pronto para o que for possível. Desejo que ele possa crescer junto com a sua tropa”, disse.

Sobre sua saída, coronel Waldir afirma que sai com o sentimento de dever cumprido.  Ele ficou a frente da corporação por cinco anos e destaca ações que deixa de legado.

“Tem a construção dos novos quarteis de Jardim e Coxim, investimentos de R$ 14 milhões, que agora devem iniciar a execução. Tem o dinheiro, está tudo aprovado. Tivemos a redução criminal por dois anos e criamos o Grupamento Aéreo. Então, agradeço à Deus, a minha família e a corporação”.

Troca de comando será às 10h, na sede do Comando-Geral da Polícia Militar de Mato Grosso do Sul. Devido a pandemia do coronavírus, solenidade será fechada e transmitida via internet.  

 
 

Felpuda


Em uma das eleições em MS, candidato já oficializado na convenção corria o trecho para conquistar os eleitores. Mal sabia, porém, que time do seu partido e de aliados estava tramando sua derrubada para emplacar substituto que teria mais votos. Por muito pouco, o dito-cujo não foi guilhotinado, conseguindo salvar o pescoço. Agora tudo indica que o mesmo processo estaria em andamento e seria mais fácil, pois a “vítima” desta vez ainda é só pré-candidato. Dizem que a “turma da trairagem” tem know-now no assunto.