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DOF

Em seis meses, apreensões de drogas batem recorde de todo o ano passado

Pandemia não impede o tráfico e DOF já aprendeu mais de 108 toneladas de drogas no ano
28/06/2020 14:53 - Glaucea Vaccari


 

As apreensões de droga realizadas pelo Departamento de Operações de Fronteira (DOF) bateram recorde no primeiro semestre deste ano, com mais de 108 toneladas retidas de janeiro até esta este domingo (28). O resultado supera o total de entorpecentes apreendidos durante todo o ano de 2019, que foi de 106 toneladas.

A última grande apreensão ocorreu na noite deste sábado (27), de um caminhão carregado com quase 10 toneladas de maconha, na MS-156, em Caarapó.

Equipe realizava policiamento ostensivo, em ação da Operação Hórus, quando abordou o veículo e o motorista não obedeceu a ordem de parada e furou bloqueio policial.

Ele fugiu em alta velocidade e foi perseguido, até que perdeu o controle da direção do caminhão e caiu em uma ribanceira às margens da rodovia. Motorista conseguiu descer e fugiu a pé por meio de uma região de mata. Buscas foram feitas, mas ele não foi localizado.  

Na carroceria do caminhão foram encontrados vários fardos de maconha, que totalizaram 9.096 quilos da droga, além de 409 quilos de skunk, conhecido como supermaconha.

Um homem de 33 anos, que conduzia um Fiat Uno e foi abordado pouco depois, confessou que fazia o trabalho de batedor, depois que policiais encontraram um rádio clandestino oculto no veículo.

 
Apreensão de dez toneladas de maconha - Divulgação
 

300 QUILOS

Na manhã deste domingo (28), o DOF apreendeu uma Saveiro carregada com 297,09 quilos de maconha, na região de Ponta Porã.

A dinâmica foi semelhante, militares deram ordem de parada, que foi desobedecida pelo motorista, que fugiu e foi perseguido por aproximadamente 10 quilômetros. No Assentamento Itamarati, ele foi alcançado e abordado.

Suspeito disse que ele e o irmão foram contratados para pegar a droga no Paraguai e levar até Governador Valadares, em Minas Gerais. 

 

Felpuda


Com trabalho suspenso, por causa da Covid-19, investigação parou sem ter começado e, agora, dois dos cabeças do grupo de trabalho estão “chovendo no molhado”. Assim, para continuar, digamos, em evidência, vêm divulgando sobre a “firmeza” de ambos em “dar continuidade”, tão logo acabe a pandemia que, assim como os resultados dos trabalhos, são incógnitas que só. Portanto, melhor seria aguardar o desenrolar dos acontecimentos para sair “cantando de galo”.