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ESTELIONATO

Estelionatário enganou duas pessoas ao mesmo tempo e aplicou golpe pelo Facebook

Vítima indignada fez publicação expondo a foto do anunciante, que não sabia o que estava acontecendo
14/05/2020 10:19 - Gabrielle Tavares


Um golpista usou foto de perfil de uma pessoa para criar um perfil falso e postou um anúncio de um automóvel no Facebook, em Campo Grande. A vítima foi atraída pela publicação e caiu em golpe.

Jéferson Bonifácio Moraes se interessou por um anúncio de um carro no perfil do Facebook de Rafael Silva. Ele entrou em contato com Rafael, que passou o número de seu pai, Marcio Brandão, que supostamente seria a pessoa que negociaria o veículo.

Jéferson então foi olhar o carro, onde se encontrou com um homem chamado Valdir. Depois de negociarem, a vítima depositou no dia seguinte R$6.000 para Marcio, e pediu para Valdir o acompanhar até o cartório.

Mas Valdir disse que só iria depois que o dinheiro tivesse caído em sua conta. Ele ligou então para Márcio, que confirmou o depósito e disse que enviaria por mensagem a foto do comprovante. Mas depois disso, Márcio não entrou mais em contato e parou de atender ligações, nesse momento eles perceberam que se tratava de um golpe. Jéferson foi até a agência de seu banco para tentar bloquear os valores, mas o dinheiro já havia sido sacado e as contas haviam sido encerradas.

Jéferson, indignado, fez postagem no Facebook denunciando Rafael Silva, dizendo que ele estava aplicando golpes. Um amigo de Rafael, que, na verdade se chama Diego Guilherme Rodrigues, viu a postagem e o informou, que só então tomou conhecimento do que estava acontecendo. O estelionatário havia criado um perfil falso, com a foto de Diego, para fazer a postagem do anúncio. Diego ficou preocupado em ser acusado e foi até a mesma delegacia que Jéferson, e registrou boletim de ocorrência contra o uso indevido de sua imagem.

 
 

Felpuda


Questão de família acabou descambando para o lado da política, e a confusão já é do conhecimento público. 

A queda de braço tem como foco a troca de apoio político que, de um, foi para outro. Sem contar as ameaças de denúncia da figura central do imbróglio. 

A continuar assim, há quem diga que nenhum dos dois candidatos a vereador envolvidos na história conseguirá ser eleito. Barraco é pouco!