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SEQUESTRO E MORTE

Polícia agora investiga relacionamentos de jovem assassinada

Corpo da vítima foi encontrado nesta sexta-feira na rua onde ela morava
04/07/2020 08:30 - Thiago Gomes


A Polícia Civil investiga relacionamentos de Carla Santana de Magalhães, 25, sequestrada no portão de casa na terça-feira e encontrada morta nesta sexta-feira. O corpo foi deixado na mesma via em que ela residia, na Rua Nova Tiradentes, Bairro Tiradentes, em Campo Grande. As reais circunstâncias em que a jovem foi assassinada são desconhecidas pelos investigadores, que agora reforçam a apuração em torno de nomes citados por familiares e amigos da vítima a fim descobrirem a autoria e a motivação do crime.  

Segundo as informações,  Carla foi sequestrada na terça-feira. Conforme a mãe disse em depoimento, ela estava dentro de casa quando ouviu a filha gritar em frente à residência, Carla disse que estava sendo roubada e colocada em um carro. A jovem havia saído de casa para ir ao supermercado com uma amiga que reside nas imediações.

Após deixar a amiga na residência, Carla dirigiu-se para a própria casa, mas, ao chegar no imóvel, teria sido abordada, colocada dentro de um veículo e levada à força.  

A mãe da vítima ainda saiu no portão, mas já não encontrou a filha e também não conseguiu ver o carro no qual ela teria sido colocada. O celular dela, um chaveiro, o café comprado no mercado e os chinelos ficaram no chão.  

Apesar das insistentes buscas à vítima desde o seu sequestro, a polícia não conseguiu localizá-la. Na manhã desta sexta-feira, porém, foi encontrada morta no Bairro Tiradentes, a cerca de 40 metros de casa.  

Uma amiga de Carla disse  que o irmão e o cunhado da jovem saíram para procurá-la e a encontraram em frente a um mercado, localizado na Rua João Casimiro. Ela estava nua e com sinais de estrangulamento. Pelas circunstâncias, a polícia acredita que a vítima tenha sido assassinada em outro local.  

A Delegacia Especializada de Repressão a Homicídios (DEH) está tentando estabelecer a autoria do assassinato. Agora, com a localização do corpo, a polícia reforça algumas linhas de investigação. Uma delas está centrada em supostos relacionamentos de Carla, a partir de informações relatadas por amigas e familiares.  

Um desses relatos indica que a jovem teria mantido, no ano passado, um relacionamento com um homem de 56 anos e que este não estava aceitando o fim do namoro. Além desse, a garota estaria iniciando um relacionamento com outro homem, de 50 anos, fotógrafo. O namorado anterior vinha tentando retomar a relação, o que a vítima não aceitava, até mesmo por estar se relacionando com o fotógrafo há dois meses. Sexta-feira, o delegado Carlos Deleno, da Homicídios, evitou falar sobre o andamento das investigações.

RUMORES

Por outro lado, o sequestro de Carla reforçou rumores de mulheres que teriam relatado em redes sociais casos de perseguição na rua, particularmente nos bairros Nova Campo Grande, Alves Pereira, Los Angeles e Itamaracá.  

A delegada Bárbara Camargo Alves, da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam), disse que três casos diferentes chegaram ao conhecimento da polícia, mas parece não haver relação entre eles.

 

Felpuda


Apressadas que só, figurinhas tentaram se “apoderar” do protagonismo de decisão administrativa. Não ficaram sequer vermelhas quando se assanharam todas para dizer que tinham sido responsáveis pela assinatura de documento que, aliás, era uma medida estabelecida desde 2019. Quem viu o agito da dupla não pode deixar de se lembrar daquele pássaro da espécie Molothrus bonarienses, mais conhecido como chupim, mesmo. Afe!