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HISTÓRICO DE ABUSO

Major da PM matou ex-namorado em legítima defesa, diz delegada

Homem que morreu com um tiro na cabeça, tinha histórico de agressão e tentou matar policial
21/02/2020 11:00 - Eduardo Miranda, Ricardo Campos Jr


Ferido com um tiro na cabeça, o representante comercial Hilário Bueno de Carvalho, 52 anos, morreu na noite desta quinta-feira (20) na Santa Casa de Campo Grande. Ele foi baleado por sua ex-namorada, uma major da Polícia Militar cujo nome foi mantido em sigilo pela Polícia Civil, durante discussão do casal. A Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam) trata o caso como violência doméstica.  

Para a delegada Fernanda Félix Carvalhok, titular da Deam, a major da PM agiu em legítima defesa. Depois do ocorrido, contou a delegada, a major ficou em estado de choque, saiu pelas ruas da Vila Carvalho, onde mora, e entregou a arma para um vizinho.  

“Ele (Hilário) não aceitava o fim do relacionamento”, afirmou a delegada, que tem em seu poder, mensagens ameaçadoras que ele havia enviado à policial militar. Havia histórico de abuso contra a policial. No ano passado, em setembro, a Justiça proibiu o namorado da major de aproximar-se dela. Hilário teria agredido a policial com socos e chutes na ocasião.  

Na noite de quinta-feira, Hilário teria entrado na casa da major com uma faca de 30 centímetros. Houve discussão e gritaria, segundo os vizinhos. O silêncio só veio depois do disparo. 

 

Felpuda


A lista do Tribunal  de Contas de MS,  com nomes de gestores que tiveram reprovados os balanços financeiros  de quando exerceram cargos públicos,  está deixando  muitos candidatos de cabeça quente.  Conforme previsto  pelo Diálogo, adversários estão se utilizando de tais dados para cobrar, principalmente nas redes sociais, deixando alguns gestores na maior saia justa e tendo que se explicar. O eleitor, por enquanto, só observa. E dê-lhe!