Especial Coronavírus (COVID-19) - Leia notícias e saiba tudo sobre o assunto. Clique aqui.

AJUDOU O MARIDO

Mulher de serial killer é presa preventivamente; marido e filha já estavam presos

Pedreiro matou sete pessoas e teve a ajuda de mulher e filha em um dos crimes
25/05/2020 17:54 - Fábio Oruê


Roselaine Tavares Gonçalves, de 40 anos, mulher do pedreiro Cleber de Souza Carvalho, de 43, foi presa preventivamente na tarde desta segunda-feira (25), por envolvimento em um dos assassinatos cometidos pelo marido, em Campo Grande. Roselaine foi presa junto com a filha, Yasmim Natacha Souza de Carvalho, de 19, no dia 7 de maio, mas conseguiu liberação após audiência de custódia e era monitorada por tornozeleira eletrônica. 

Segundo o delegado Carlos Delano, da Delegacia Especializada de Homicídios (DEH), que investiga o caso, Roselaine e também Yasmim estão envolvidas no assassinato do comerciante José Leonel Ferreira dos Santos, de 61. No dia da primeira prisão, ambas confessaram a participação no crime. 

O corpo do idoso estava enterrado no quintal de sua residência, que era ocupada pela família após a morte. Ambas teriam ajudado Cleber esconder o corpo do comerciante. O pedreiro só foi encontrado pela polícia no dia 15, quando confessou o assassinato de José e de outros seis homens nos últimos anos. 

Depois disso, o serial killer colaborou com a polícia na busca pelos corpos das vítimas. Segundo Delano, a DEH apura se Roselaine e Yasmim sabiam ou tinham participação nos outros crimes.  

VÍTIMAS

Além de José Leonel, Cleber também matou José Jesus de Souza, de 44 anos, Roberto Geraldo Clariano, de 48, Hélio Taira, de 73, Flávio Pereira Cece, de 34 - que era primo do criminoso -, Claudionor Longo Xavier, de 48, e Timótio Pontes Roman, de 62. Todas as vítimas tinham alguma relação (pessoal ou profissional) com o serial killer. 

 
 

Felpuda


Alguns pré-candidatos que estão de olho em uma cadeira de vereador vêm apostando apenas nas redes sociais, esperançosos na conquistados votos suficientes para se elegerem. A maioria pede apoio financeiro para continuar mantendo suas respectivas páginas, frisando que não aceita dinheiro público ou de político, fazendo com que alguns se lembrem daquela famosa marchinha de carnaval: “Ei, você aí, me dá um dinheiro aí, me dá um dinheiro aí...”. Como diria vovó: “Essa gente perdeu o rumo e o prumo”.