FRONTEIRA

Na rede social, Moro elogia DOF por apreensão de armas de guerra na fronteira

Abordagem da polícia foi feita em uma chácara, na zona rural de Ponta Porã
10/02/2020 08:14 - Bruna Aquino


 

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, usou sua rede social para elogiar o trabalho da equipe do Departamento de Operações de Fronteira (DOF) da Polícia Militar de Mato Grosso do Sul pela grande apreensão de arsenal de guerra ontem em Ponta Porã. O flagrante ocorreu em uma chácara na zona rural de Ponta Porã, cidade que faz fronteira com o Paraguai e três pessoas foram presas. 

Na publicação Moro parabenizou o departamento e compartilhou o vídeo que mostra todo o armamento. “Parabéns ao Departamento de Operações de Fronteira (DOF) da PM/MS pela grande apreensão de armas em Ponta Porã na data de hoje. A SEOPI/MJSP apoia as operações policiais de fronteira com a Operação Hórus e o Programa VIGIA”, disse. 

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Foram apreendidos fuzis, munições, granadas, explosivos, coletes balísticos e um utilitário esportivo Toyota SW4 blindado. A suspeita da polícia é de que o automóvel seria usado em assaltos na região, ou mesmo em execuções na fronteira.  

Os policiais do DOF desconfiaram do local ao perceber que homens que estavam na entrada da propriedade se esconderam ao ver a equipe da polícia.  

Os policiais apreenderam um fuzil, uma carabina, explosivos e maconha na varanda da casa. No quintal havia mais fuzis enterrados.  

Foram recolhidos do local 89 emulsões encartuchadas (explosivos) com peso de 26,7 quilos; 1.661 munições de vários calibres (entre eles os de fuzil 7,62, 556 e .30); três granadas; dois coletes balísticos; 15 fuzis; duas carabinas; três rolos de cordel detonante; três caixas de espoletas; 0,400 gramas de maconha; e, 53 carregadores para diversos calibres.

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Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".