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REGRESSO

Operação contra o PCC tem 22 presos em flagrante e criminoso morto em confronto

São cumpridos 88 mandados de prisão e 34 de busca e apreensão em quatro cidades do Estado
28/08/2020 12:27 - Glaucea Vaccari


Operação Regresso, contra a facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) cumpriu 88 mandados de prisão preventiva e 34 de busca e apreensão em Mato Grosso do Sul, nesta sexta-feira (28). Um dos alvos morreu a tiros.

Além dos mandados, 22 pessoas foram presas em flagrante por tráfico de drogas e foram apreendidas 370 quilos de maconha, 150 kg de cocaína, armas e veículos utilizados pela organização criminosa.

Operação foi desencadeada pelo Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco), com o apoio dos Batalhões de Choque e Bope, do Departamento de Operações de Fronteira (DOF) e da Delegacia Especializada de Repressão a Roubos a Banco, Assaltos e Sequestros (Garras)

Também houve apoio de agentes penitenciários estaduais no cumprimento de mandados dentro de presídios, tendo em vista que alguns alvos praticavam crime mesmo estando presos.  

Investigação durou cerca de um ano e três meses e apurou ações criminosas praticadas pelo PCC, de dentro e fora dos presídios.  

O principal alvo da operação de hoje, conhecido pela alcunha de "G7", morreu em confronto com policiais do Bope no bairro José Abrão durante o cumprimento do mandado de prisão.

Conforme o Ministério Público Estadual, ele ocupava a função chamada “Sintonia da Geral do Progresso”, em Mato Grosso do Sul, setor responsável pelo gerenciamento das atividades criminosas que geram lucro à facção criminosa.  

Investigações apontaram que ele tinha envolvimento em crimes de  homicídio, roubo, tráfico de drogas e armas.

Em Campo Grande, foram 19 presas e sete não localizadas, além do criminoso morto.

No interior, foram cinco pessoas presas em Dourados, uma em Corumbá e uma em Três Lagoas, que também tem um criminoso não localizado.

Equipes continuam nas ruas.  

 
 

Felpuda


Partido político está vivendo processo de autofagia cá por essas bandas. Nada de ideologia ou defesa dos interesses dos filiados. O problema, segundo os mais observadores, é que lideranças não se contentaram em ter cada uma o seu pedaço e decidiram tomar conta com exclusividade do espólio, que, aliás, é regado com cifras milionárias. A legenda deverá se transformarem uma máquina de lavar, no caso, cheia de roupas sujas. E dê-lhe!