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LÉO VERAS

Operação no Paraguai prende dez suspeitos de matar jornalista de MS

Brasileiros estão entre detidos por forças de segurança
22/02/2020 17:13 - Da Redação


 

Uma operação realizada neste sábado (22) pelas forças de segurança nacional e do departamento de Amambay, no Paraguai, prendeu dez pessoas que teriam ligação com o assassinato do jornalista paraguaio naturalizado brasileiro Lourenço Veras, conhecido como Léo Veras. Segundo o jornal ABC Color, três dos presos são brasileiro, um é boliviano e outros seis são paraguaios.

Agentes do Departamento contra o Crime Organizado, Departamento de Investigações de Amambay, Departamento de Investigação de Homicídios, Força de Operações Policiais Especiais (Fope) e do grupamento Falcão cumpriu mandados em 19 endereços de Pedro Juan Caballero, cidade vizinha à sul-mato-grossense Ponta Porã.

Foram apreendidas armas, munições, um simulacro, telefones celulares, documentos, dinheiro e equipamentos eletrônicos. Cinco veículos também foram recolhidos, inclusive um utilitário que pode ter sido usado pelos suspeitos de matarem Veras, no dia 12 de fevereiro.

Os celulares serão periciados a fim de esclarecer o crime, que também é investigado no Brasil. Estamos em contato permanente com colegas no Brasil. Além disso, a Polícia Nacional está em contato permanente com o Brasil para os vários grupos criminosos que atuam no país”, disse o promotor Federico Delfino, que participou da operação.

O CASO

Léo Veras era proprietário do jornal online Porã News, que denunciava atos de organizações criminosas que agem na fronteira com o Paraguai. Ele estava jantando com a família na noite de 12 de fevereiro quando foi surpreendido por criminosos que atiraram nove vezes contra ele.

O jornalista já tinha relatado que sofria ameaças constantemente. Em entrevista à RecordTV, em janeiro deste ano, Léo mostrou sua rotina, e admitiu que dispensou escolta policial para ter mais liberdades para apurar suas reportagens investigativas.

 

Felpuda


Lideranças de alguns partidos estão fazendo esforço da-que-les para fechar chapa com o número exigido por lei de 30% do total de vagas para as mulheres. Uma dessas legendas, por exemplo, tenta mostrar a “felicidade” das suas pré-candidatas, mas teme o fracasso, tendo em vista que o “chefe maior” é aquele que já mandou mulheres calarem a boca e disse também que a importância da sua então esposa na campanha eleitoral era porque apenas “dormia com ele”. Ô louco!