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CONTRA PESCA ILEGAL

Para evitar a pesca predatória, Ambiental fará operação no feriado prolongado

Operação começa amanhã de manhã e vai até às 8h de terça-feira, após o feriado de Independência
03/09/2020 16:23 - Fábio Oruê


A Polícia Militar Ambiental (PMA) irá começar a operação de repreensão à pesca predatória no feriado prolongado (fim de semana e Independência do Brasil). Os 130 militares usarão drones para monitorar os rios de Mato Grosso do Sul. 

Conforme divulgou a PMA, a operação começa amanhã (4) às 8h e vai até às 8h de terça-feira (8). A operação tem como objetivo prevenir e repreender aos crimes e infrações ambientais no Estado.

Os policiais estarão na fiscalização exclusiva às atividades que trabalham de alguma forma com recursos pesqueiros na operação denominada “Big Fish II”, a qual teve sua primeira fase, durante a operação Corpus Christi ocorrida em junho, quando foram autuadas 24 pessoas por pesca ilegal. 

Na operação passada também foram fiscalizadas mais de 20 toneladas de peixes em peixarias em diversos municípios.

A decisão dessa segunda fase da operação Big fish para agora, deu-se em função da coincidência do feriado do dia 7 de setembro e porque a PMA tem percebido que as atividades de pesca estão praticamente normalizadas, apesar da pandemia.

A retirada de petrechos ilegais dos rios, tem sido uma das principais preocupações da PMA, relativamente à pesca predatória, pois o uso desses petrechos proibidos como as redes de pesca, espinhéis, anzóis de galho e uso de tarrafas, pelo alto poder de captura e possuem grande poder de depredação de cardumes. 

Os policiais que trabalharão na primeira fase da operação, como tem sido feito em outras opções terão atenção especial à retirada desses materiais ilegais.

A manutenção da fiscalização e retirada desses petrechos precisam ser constantes, tendo em vista, a grande capacidade de captura e ocasionamento de mortes dos peixes, pois, os elementos armam o material pela madrugada e ficam somente conferindo, quando não observam presença da fiscalização, o que torna a prisão dos elementos que armam os petrechos ilegais muito difícil, devido ao pouco tempo que ficam nos rios.

O uso de drones no monitoramento das áreas de rios onde se concentram os cardumes tem sido eficiente na fiscalização no combate. O uso desses aparelhos é importante, em virtude de que muitos pescadores que praticam pesca predatória possuem uma rede de informantes, para avisarem via telefone e, às vezes, até com fogos, quando os Policiais saem para a fiscalização nos rios, o que torna difícil a prisão dos infratores.

Essa tecnologia também tem sido fundamental para o combate e levantamentos de outros crimes. Como por exemplo, a fiscalização das áreas de ninhos de papagaios. O uso das imagens dos drones, em alguns casos, permite a identificação dos elementos, mesmo que fujam, por características físicas pessoais e das embarcações, ou veículos utilizados. 

Dessa forma, sendo identificados, responderão pelos crimes e infrações cometidos.

FISCALIZAÇÃO A OUTROS CRIMES AMBIENTAIS

Apesar de o foco ser a pesca, com os policiais trabalhando praticamente exclusivo com a fiscalização preventiva e repressiva à pesca predatória, a PMA fiscaliza o ambiente como um sistema complexo em que todos os entes são importantes e precisam estar equilibrados e, portanto, cuidados. 

Dessa forma, todas as 26 Subunidades com mais 190 Policiais farão o atendimento de denúncias e a fiscalização preventiva com relação aos desmatamentos, exploração ilegal de madeira, incêndios, às carvoarias ilegais e ao transporte de carvão e de outros produtos florestais, caça, o combate ao transporte de produtos perigosos, poluição, bem como demais crimes contra a flora será intensificado, especialmente o tráfico de papagaios neste período preocupante.

 
 

Felpuda


Questão de família acabou descambando para o lado da política, e a confusão já é do conhecimento público. 

A queda de braço tem como foco a troca de apoio político que, de um, foi para outro. Sem contar as ameaças de denúncia da figura central do imbróglio. 

A continuar assim, há quem diga que nenhum dos dois candidatos a vereador envolvidos na história conseguirá ser eleito. Barraco é pouco!