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FRONTEIRA

PF cumpre mandados de prisão em sequestro de boliviano refugiado no Brasil

Policiais militares estão envolvidos no esquema; corregedoria foi acionada
18/03/2020 10:26 - Bruna Aquino


A Polícia Federal com apoio da corregedoria da Polícia Militar do Mato Grosso do Sul cumpre desde ontem (17) mandados de prisão, busca e apreensão na operação Refúgio contra indivíduos que sequestraram um homem boliviano refugiado em Corumbá cidade sul-mato-grossense de fronteira.  

A ação criminosa ocorreu no mês de agosto de 2019, quando o cidadão boliviano foi abordado por homens armados em um comércio e foi levado à força para a Bolívia. Na ocasião, ao passar pelo Posto Esdras, ponto de controle migratório em Corumbá, o homem tentou fugir dos sequestradores, mas foi impedido e retirado do País.

A Polícia Federal descobriu toda a dinâmica dos fatos e identificou que os envolvidos no crime tentaram se passar por Policiais Federais e foi constatado o envolvimento de Policiais Militares no crime. A Corregedoria da Polícia Militar foi acionada. 

Segundo a polícia, quando alguém retira  ilegalmente um estrangeiro, na condição de refugiado no território nacional, implica como delitos de sequestro e de migração ilegal com o uso da violência. 

Após a deflagração, haverá a comunicação, pelos meios oficiais, às autoridades bolivianas dos dados da operação, para que sejam tomadas as medidas necessárias. 

OPERAÇÃO REFÚGIO

O nome da operação é uma alusão ao instituto de direito internacional que abrigava o cidadão boliviano no território nacional antes de sua retirada ilegal do Brasil.

 

*Com informações da PF

 

Felpuda


Com trabalho suspenso, por causa da Covid-19, investigação parou sem ter começado e, agora, dois dos cabeças do grupo de trabalho estão “chovendo no molhado”. Assim, para continuar, digamos, em evidência, vêm divulgando sobre a “firmeza” de ambos em “dar continuidade”, tão logo acabe a pandemia que, assim como os resultados dos trabalhos, são incógnitas que só. Portanto, melhor seria aguardar o desenrolar dos acontecimentos para sair “cantando de galo”.