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TRÁFICO

Polícia Federal desmonta quartel-general do PCC na fronteira

Organização tinha vida de luxo sustentada pelo crime, foram apreendidas 14 granadas na ação
25/06/2020 10:01 - Gabrielle Tavares


 

A Polícia Federal deflagrou na manhã desta quinta-feira (25) a Operação Exílio, para desarticular organização criminosa da fronteira com o Paraguai. As suspeitas são de que os investigados eram responsáveis por comandar ações de interesse do PCC na região.

Segundo informações apuradas pela Reportagem do Correio do Estado em Ponta Porã, foram apreendidos quatro fuzis, 14 granadas, duas pistolas Glock, sete veículos de luxo, cerca de 50 mil reais em espécie e cerca de 250 kg de maconha. Foi encontrado e capturado um foragido durante as buscas.

Serão cumpridos dez mandados de busca e apreensão expedidos pela 1ª Vara Federal de Ponta Porã, em endereços localizados no Mato Grosso do Sul e em São Paulo.  

Cerca de 110 policiais, incluindo integrantes do Comando de Operações Táticas (COT), da Coordenação de Aviação Operacional (CAOP) e do Grupo de Pronta Intervenção (GPI) da Polícia Federal, participam da ação. O Centro Integrado de Operações de Fronteira auxiliou nas investigações.

A organização atuava no tráfico internacional de drogas e de armas de fogo. Durante as investigações, a polícia descobriu que os líderes são foragidos do sistema prisional paulista e que seriam vinculados ao Primeiro Comando da Capital. Eles ocupavam imóveis de alto valor e transitavam em veículos de luxo, adquiridos através da prática de atividades criminosas.

Os investigados poderão ser indiciados pela prática dos crimes de organização criminosa, tráfico internacional de drogas e tráfico internacional de armas. As penas somadas podem ultrapassar 39 anos de reclusão.

A Operação foi denominada “Exílio” em razão aos indivíduos foragidos e vinculados ao PCC que buscaram abrigo na fronteira entre o Brasil e o Paraguai, se passando por empresários mediante uso de documentos falsos e realizando atividades delituosas.

*Matéria atualiza às 11:24 horas para acréscimo de informações

 
 

Felpuda


Lideranças de alguns partidos estão fazendo esforço da-que-les para fechar chapa com o número exigido por lei de 30% do total de vagas para as mulheres. Uma dessas legendas, por exemplo, tenta mostrar a “felicidade” das suas pré-candidatas, mas teme o fracasso, tendo em vista que o “chefe maior” é aquele que já mandou mulheres calarem a boca e disse também que a importância da sua então esposa na campanha eleitoral era porque apenas “dormia com ele”. Ô louco!