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POLÍCIA CIVIL

Suspeito de assassinar dois policiais é morto em confronto com a polícia

Chegou a ser socorrido, mas foi a óbito na Santa Casa
10/06/2020 09:14 - Gabrielle Tavares


Suspeito de matar os policiais civis Antônio Marcos Roque da Silva, de 39 anos, e Jorge Silva dos Santos, de 50 anos, foi morto na madrugada desta quarta-feira (10) em confronto com a polícia. O delegado-geral da Polícia Civil, Marcelo Vargas, culpou a Lei de Abuso de Autoridades pela morte dos policiais.

O suspeito, de 45 anos, reagiu à prisão e foi baleado. Ele chegou a ser socorrido e levado para a Santa Casa de Campo Grande, mas não resistiu e faleceu no hospital. O autor dos disparos contra os funcionários da PCMS, estava sem algemas por não ter mandado de prisão contra ele. 

“Perdemos dois de nossos melhores policiais, covardemente assassinados quando conduziam um preso e outro suspeito, aí fica a pergunta: Que Lei é esta que preserva o Bandido e mata o policial?”, declarou em nota.

As vítimas trabalhavam na Delegacia Especializada de Repressão a Roubos e Furtos (Derf) e faziam investigação sobre furtos e roubos de celulares. Eles estavam conduzindo os dois suspeitos para a delegacia, para checagem e maior esclarecimento dos fatos quando o crime aconteceu. Possivelmente não foi feito revista nos suspeitos, e um deles embarcou armado na viatura descaracterizada.

Durante o caminho para a delegacia, o suspeito sacou a arma e atirou pelas costas nos dois policiais. “Foram dois tiros bem precisos, não houve tempo nenhum dos policiais esboçarem sequer qualquer reação”, disse o delegado-geral.

Armas dos policiais foram encontradas sem munição deflagrada, o que indica que não houve reação ou troca de tiros. Um deles morreu na hora, enquanto o outro chegou a receber os primeiros atendimentos do Corpo de Bombeiros, mas não resistiu aos ferimentos e também morreu no local.

 
 

Felpuda


Apressadas que só, figurinhas tentaram se “apoderar” do protagonismo de decisão administrativa. Não ficaram sequer vermelhas quando se assanharam todas para dizer que tinham sido responsáveis pela assinatura de documento que, aliás, era uma medida estabelecida desde 2019. Quem viu o agito da dupla não pode deixar de se lembrar daquele pássaro da espécie Molothrus bonarienses, mais conhecido como chupim, mesmo. Afe!