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FEMINICÍDIO

Vizinho é preso por sequestrar e matar Carla

Na casa do homem foi encontrado lençol com sangue
15/07/2020 09:29 - Gabrielle Tavares


Equipe do Batalhão de Choque da Polícia Militar de Mato Grosso do Sul prendeu um homem de 21 anos, suspeito de sequestrar e matar a estudante Carla Santana Magalhães, de 25 anos. A prisão aconteceu na noite de segunda-feira (13). 

Ele era vizinho da vítima e ainda não há evidências que eles tinham algum tipo de relacionamento.  

O Batalhão chegou até o indivíduo através de informações anônimas, que indicavam o envolvimento do jovem no crime. A prisão aconteceu no bairro Tiradentes, o mesmo onde o corpo de Carla foi encontrado.

Segundo informações da polícia, o indivíduo correu ao perceber a presença da viatura, mas recebeu voz de abordagem. 

Durante busca no imóvel, os policiais encontraram um lençol com manchas de sangue. Quando indagado, o abordado relatou que ficou com medo pois não visualizou que se tratava de viatura policial e que as manchas nos tecidos era sangue dele próprio.

O suspeito foi conduzido até a Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes de Homicídios (DEH). 

 
 

O SEQUESTRO  

Carla foi sequestrada no dia 30 de junho. Ela havia saído para ir ao supermercado com uma amiga que mora na mesma rua. Após deixar a amiga em casa, seguiu para a própria residência e foi sequestrada na frente, antes de entrar em casa.

Celular da estudante, um chaveiro, o café comprado no mercado e os chinelos ficaram caídos no chão.  

Três dias depois, no dia 3 de junho, o corpo foi encontrado em frente a uma mercearia, a cerca de 40 metros da casa da vítima. 

Conforme a Polícia Civil, ela teve hemorragia causada por golpes de faca no pescoço e marcas de violência no corpo indicam que pode ter sido estuprada. 

 
 

Felpuda


Conversas muito, mas muito reservadas mesmo tratam de possível mudança, e não pelo desejo do “inquilino”.

Por enquanto, e em razão de ser um assunto melindroso, os colóquios estão sendo com base em metáforas.

Até quando, não se sabe, pois o que hoje é considerado tabu poderá se tornar assunto em rodinhas de conversas.

Como dizia o célebre Barão de Itararé: “Há mais coisas no ar, além dos aviões de carreira”. Só!